Limpar a Casa
Saiu de casa preocupado e voltou para casa, volte com alegria, pois a recompensa de tudo que foi feito hoje vem amanhã.
O povo deveria buscar, na Casa do Senhor, quando está com os sintomas gravíssimos da contaminação dos pecados, a cura, a saúde e a liberdade para viver dias felizes e abençoados.
A Viagem
Longe de casa e seguindo na estrada
Assim sigo minha vida
Sempre buscando novos Horizontes
A vida nos dá oportunidades constantes
Mundo infinito e tão bonito
Dentro do busão ouço a canção
Estou em Paz e em harmonia
A viagem me traz alegria
Pessoas em todo caminho
Umas voltando outras partindo
Corações partidos outros famintos
Saudades e encontros
Nosso olhar faz capturar e observar esse mundo gigante
Pessoas em todo mundo em busca da felicidade
Não achará em cidades
A viagem nos faz refletir , muito longe daqui
Em busca de algo ou alguém que está além
Viajar e observar quantas belezas em toda redondeza
Crie seu mundo e vai brilhar
Não esqueça de ver o mar
Tão lindo e profundo
Esse é nosso mundo .
Boa noite!
Que nessa noite Deus cubra você e a sua casa de bençãos. Que ilumine os seus caminhos e a sua vida!
Tenha bons sonhos!
Bom dia!
Para hoje:
Eu desejo a você paz.
Paz na sua vida, na sua casa, no seu coração.
Que seja um dia repleto de tudo que é bom.
Que os sorrisos renovem a sua alma.
Que as bênçãos lhe abracem.
Eu peço a Deus que conceda a você tudo que seja leve para a vida, luz que brilha felicidade e gestos de carinho e amor.
Um novo dia, novas chances, novas alegrias!
Um dia magnífico e bem feliz!
A amizade verdadeira é um abrigo. É quando o outro se torna casa e você entra, mesmo nos dias de tempestade, sabendo que ali sempre haverá luz acesa, café quente e um coração disposto a te ouvir.
O coração encontra calmaria ao lado de quem é de casa: aqueles que celebram nossas pequenas conquistas, que acolhem sem medir, que oferecem ombro e silêncio quando a alma precisa respirar. São presentes que Deus coloca suavemente em nossa caminhada.
Amazônia oriental...
"Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um templo de vida, onde a natureza se manifesta
As árvores da Amazônia, são minhas vigas e pilares
E as flores silvestres, são minhas cores e texturas
Meu coração é a floresta, onde a vida pulsa
E minha alma, é o rio que flui, sem pausa
A Amazônia Oriental, é minha musa e inspiração
E as 100 obras, são o meu destino, minha missão
Eu sou a casa dos elementos orgânicos
Um espaço sagrado, onde a criatividade se expressa
Meu pincel são as sementes coletadas é a chuva, que rega a terra são minhas telas retratando as manifestações.
E minhas cores, são as cores da floresta, vivas e intensas
Eu sou a casa dos elementos orgânicos
E as 100 obras, são o meu legado, minha herança
Um testemunho da beleza, da natureza que me inspira
E da paixão que me move, sem parar, sem pausa" Leila Boás 05/12/2025
Final de ano as ruas estão perigosas, as pessoas estão doidas e a melhor
Escolha é ficar em casa, em paz e longe dos conflitos.
Sair só em caso de necessidade mesmo!
Um dia na solidão,
em casa sozinha, de cabeça vazia,
não sabia o que fazia, para preencher meu coração, DEUS veio na minha direção, estendeu a sua mão, e me levantou do chão...
Até hoje estou de pé, com agraça de Deus;
Com o amor de Deus, pai... Pra sempre, grata.
Deus meu pai, te amo...
Deus é amor, te amo...
Deus é fiel, acredito...
Deus é bom, demais...
Deus é amor, amor eterno de pai.
A rosa que ela plantou 🌹
O sorriso dela era casa,
luz de tarde, abraço bom.
E quando a rosa nasceu,
foi como ouvir sua voz dizendo:
‘Eu continuo aqui, meu bem…
em cada flor que o amor tocou.’
Uma Flor no meio do Obstáculos
💡 **Você é uma Casa Inteligente**
Por: Carlos Henrique Humanizado
Tudo aquilo que entra pelos sensores (neurônios) — sejam dados físicos (alimentos, remédios, etc.), lógicos (racionais, emocionais, mentais/espirituais) ou por algum dos sentidos (pensamentos, áudio, imagens, odores e experiências táteis) — é traduzido pelo processador (o consciente).
Esses dados são armazenados no HD (o inconsciente) e passam a comandar, em piloto automático (impulso/intuição), grande parte das rotinas da casa (comportamento, sentimentos e padrões repetitivos).
Se o dado for bom, a casa prospera, refletindo em saúde: mental > física > sexual > relacional > espiritual > acadêmica > laboral > financeira.
Por outro lado, se o dado for confuso, ignorado ou corrompido, a casa sofre escassez, resultando em medo e insegurança (mental e física), e manifesta sintomas como traumas, crenças limitantes, comportamentos excessivos, doenças e dores.
🧭 **Moral da Parábola**
Você é uma casa (o corpo) inteligente (a mente).
- Seu corpo é a estrutura.
- Seu sistema nervoso é o servidor.
- Seu consciente é o processador.
- Seu inconsciente é o HD onde tudo se grava.
- Seus neurônios são sensores que nunca dormem.
Tudo que entra em você vira código lógico (energia). Todo código se transforma em comportamento ou pensamento, hormônio.
*Todos direitos reservados a CH².
A suíte
A casa era grande.
Grande demais para o que eu sentia, talvez. Ainda assim, deixei a luz acesa. Não por alguém, mas porque apagar seria admitir o escuro. E eu ainda confundia claridade com salvação.
Houve um tempo em que acreditei que abrir era virtude. Que permitir era sinal de força. Hoje sei que abertura demais também cansa. Também fere. Também confunde.
O quarto ficava ao fundo. Sempre fica. Não por mistério, mas por necessidade. O íntimo não gosta de ser primeiro. Gosta de ser alcançado. Chegaram sem chegar. Entraram sem perceber que não se entra assim.
O cuidado morreu sem alarde. O medo continuou. No chão, marcas. Não sei dizer de quem. Sei que eram muitas. Sei que eram minhas também.
Deixei ficar porque era confortável. E porque havia em mim uma fome antiga de partilha. Achei que emoção se ensinava pela convivência. Errei. Emoção não se aprende por uso. Emoção é nascimento ou é ausência.
As sandálias vieram da rua. Trouxeram o mundo para dentro do lugar onde eu me limpava. Algo em mim percebeu, mas tarde. Sempre tarde. Retirei a sandália com um gesto simples. Às vezes, a lucidez não faz barulho.
Arrastei coisas que não eram minhas. Não por amor, mas por cansaço. Quando a força vira rotina, a gente chama de vida o que já é peso. E segue.
Eu morava no silêncio. Não como quem se isola, mas como quem respira. A pressa não me alcançava ali. A casa era grande demais e, talvez por isso, eu tenha achado que precisava ser ocupada.
Quem entrou espalhou-se. Confundiu abrigo com posse. Deitou onde eu sonhava. Comeu do que eu guardava. Aos poucos, fui ficando estrangeira daquilo que era meu. É estranho perceber isso. Mais estranho ainda aceitar.
Bebi da água errada. Não por ignorância, mas por sede. A sede explica muita coisa. O lar, então, deixou de ser lugar e passou a ser pergunta. Fechei portas por dentro. Pela primeira vez, não quis olhar.
Os nomes vinham como vento. Ficavam. Ocupavam. Não pediam. Usavam. Tudo era palco de um movimento que eu não dirigia mais. E não era destruição. Era desgaste. O que se perde devagar dói diferente.
Até que a noite cansou. Ou eu cansei da noite. Não sei bem.
Retirei a sandália. Abri a porta. Não para receber. Para deixar ir. A saída aconteceu sem drama. O que precisava passar, passou.
Voltei à cama. Sentei. Respirei. Há momentos em que respirar é uma decisão.
Ainda moro na bagunça. Porque reconstruir não é limpar, é sustentar o vazio enquanto ele se organiza. A porta de entrada permanece fechada. Não por medo.
Por atenção.
Por mim.
Quem tem as suas crianças em casa, tem o dever de respeitar as crianças dos outros!
Raidalva de Castro
