Liberdade
Só aqueles que cometem crimes precisam justificar suas ações, todos os outros não devem satisfação sobre seus atos.
Um passarinho na janela
Era uma manhã como tantas outras, quando minha atenção foi capturada por um pequeno pássaro que, com graça e leveza, pousou na janela de minha casa. O passarinho, em sua serena vivacidade, parecia trazer consigo um mundo de reflexões.
Suas asas delicadas tocavam o vidro com a leveza de quem afaga o próprio destino, e seus olhos, dois pontos brilhantes, refletiam a quietude de um espírito livre, como quem tem um céu inteiro dentro de si. A presença daquele pássaro revelou-se como um oráculo silencioso, sugerindo-me que a vida, em sua essência, é uma eterna contemplação do invisível.
Enquanto o passarinho perscrutava o horizonte, pensei nas vezes em que nós, humanos, presos em nossas angústias, deixamos de perceber as belezas simples que nos cercam. Ignorância é acharmos que pássaros, só porque têm asas, não caem ou que nunca descansam nos tapetes de Deus durante o seu percurso. Essa liberdade não tem nada a ver com invencibilidade.
O pássaro, em sua graciosa indiferença, ensinava-me a arte da quietude, a contemplação do instante presente, a sabedoria de viver sem pressa.
E assim, naquele encontro fortuito, compreendi que a janela não era apenas uma barreira física, mas uma metáfora da alma, uma passagem para a introspecção e para o entendimento do nosso lugar no mundo. O passarinho, ao pousar na janela, não apenas a tocava, mas convidava-me a abrir as portas do meu próprio coração para as sutilezas da vida.
O amor e a amizade são pássaros: a amizade nos oferece o aconchego e a segurança do ninho e o amor a liberdade das asas.
Deus, em Sua soberania, concede seus atributos de graça e misericórdia livremente, sem ser restringido por expectativas humanas ou reivindicações de méritos próprios, refletindo Sua liberdade e amor incondicional.
Não tenho problemas
Nem lemas
Não estou na prisão
Tenho alta visão
Tenho pavor
Das coisas que não têm valor
“Ao seguir o caminho direto da divina conscientização, livrando-se da falsa crença na mente e nos sentidos, encontra-se a fonte da vida, que é só liberdade e consciência suprema.”
Mas, infelizmente, o que se sente, dia a dia, com mais força aqui, menos ali, em qualquer dos mundos em que o mundo se divide, é o homem simples esmagado, diminuído e acomodado, convertido em espectador, dirigido pelo poder dos mitos que forças sociais poderosas criam para ele. Mitos que, voltando-se contra ele, o destroem e aniquilam. É o homem tragicamente assustado, temendo a convivência autên tica e até duvidando de sua possibilidade. Ao mesmo tempo, porém, inclinando-se a um gregarismo que implica, ao lado do medo da solidão, que se alonga como “medo da liberda de”, a justaposição de indivíduos a quem falta um vínculo crítico e amoroso, que a transformaria numa unidade cooperadora, que seria a convivência autêntica.
Quando você deixa de satisfazer as expectativas alheias, pra fazer o que realmente gosta e tem vontade, você entende o que é liberdade.
Penso que devemos continuar discutindo, na medida do possível e aproveitando todas as oportunidades, esses e outros problemas ou contradições ou antagonismos. Pouco a pouco, e na medida em que se reconquiste a liberdade, as discussões se ampliarão e ganharão conteúdo e nível mais alto...temos compromisso com o futuro. O lixo será removido, sem a menor dúvida
HISTÓRIA E MATERIALISMO HISTÓRICO NO BRASIL, pág. 99
O segredo do sucesso para alcançar resultados extraordinários e ser reconhecido pela qualidade está em realizar suas atividades com amor e liberdade.
Que tal escolher o Amor, ser o Amor e espalhar o Amor?
Seja a estrela mais brilhante no seu próprio céu. Você é um Universo, você carrega milhões de galáxias dentro de si. Acenda a sua própria fogueira: a Criação te deu a alegria para celebrar a sua liberdade. Você está no olho dos furacões, no núcleo do nosso sol, na parte mais profunda dos oceanos, em cada grão de areia dos desertos e das praias, em cada trovão, no alto de cada montanha, em cada cachoeira, em cada rio caudaloso, no interior de cada vulcão, na seiva de cada folha, em cada pedra, em cada cristal, na raiz de cada árvore e em cada nuvem que passa.
O seu corpo físico carrega o fogo, a água, a terra e o ar.
Crie os seus próprios deuses, as suas próprias entidades, os seus próprios avatares, as suas próprias escrituras, a sua própria religião, o seu próprio idioma, o seu próprio pulsar, o seu próprio método de vida e a sua própria paleta. Você tem permissão para isso pois é tudo somente entre você e a Criação. Faça as suas próprias magias e rituais. Componha os seus próprios cânticos. Crie e entoe os seus próprios mantras. Lembre-se: você escolheu o Amor e, por causa disso, você é livre. Você faz parte da Mãe Natureza e, assim como todas as plantas e todos os animais, você está em sintonia total com a Criação. A leveza do seu coração lhe permite voar para onde você quiser.
Os espíritos de Luz te observam, te admiram, te acompanham, te protegem e te guiam. A caminhada da vida é essencialmente solitária e não há problema nisso. A sua vida está imersa no ritmo do 'aqui e agora'. Você é atemporal e possui o alinhamento necessário para prosseguir contemplando a Criação. Você é Luz e o Universo te ama.
Você é selvagem.
Sempre foi, sempre será.
A mentira apresenta-se como “a verdade”. A original não diz nada a respeito porque não é necessário.
Quando somos autossuficientes temos a chance de nos dedicarmos aos nossos próprios interesses, objetivos e paixões. A autossuficiência é um sinal de respeito por si mesmo.
Como quem finaliza um livro, ou encontra-se em forca, tenho alguns ditos sem sorriso, a expressar nas palavras deste miserável rebelde e delinquente, mas não pobre de espírito. Bem, quero aos que podem, que entendam: O máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar - contando que isto não também lhe tenha sido tolhido - é escolher a prisão na qual quer viver. Sim, digo e posso repetir: Prisão. Pois nestes dias, pobres e podres dias, essa tal de nome Liberdade, nada é, que "sonho que se sonha só". Não, digo eu que, outrora senhorita, hoje sim senhora, pois está a ser viúva de maridos, transformou-se em simples miragem, uma pequena abstração. Oras, sem pudor ou receio, desafio-te com pés firmes, a contestar-te sobre a própria, sua e de outros tantos iguais, questão social. Basta que diga-me qual é a sua tribo e eu, sem utopias nem distopias, direi qual é o seu ajoelha-te. Concorde ou não, é somente a cláusula não assinada que você respeita, nunca a tí ou aos teus. Pois por fim, aos que dizem-se amantes desse decadente e decomposto conceito de liberdade, entendam: Só há liberdade se sua vida, e as de outrens, for produzida e protegida por você mesmo, jamais tomada, forçada ou imposta a ninguém. Seria eu só mais um tolo por ainda, neste dia cinza, ter apenas isto a dizer? Mais adequado seria, pela forca eu diria, um simples e singelo "Adeus".
