Lembre se que um dia eu te Amei

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Diminuta.

Eu sustenido,
Você bemol.
Encontremo-nos em um tom,
Seja Lá ou cá,
Talvez em Sol.

Eu maior,
Você menor.
Será minha terça?
Procuro-lhe nas escalas
Por favor, apareça!

Eu grave,
Você aguda.
Nota que eu não encontro.
Talvez diminuta
Ou nota muda?

Sei que a pobreza é uma realidade forte, mas, eu espero que possas superar isso com um desejo de espírito mais forte ainda😁👍


Tome nota!

Com ela, eu construiria um castelo.

Não sou aquele médico que receita um remédio; eu receito poesias.

Eu plantei as flores, quem me dará um verso!

Não quero ser só um poeta,
Eu quero ser a imensidão do amor;
Sim, imensidão do amor.

Se uma flor eu já acho linda, imagina um jardim inteiro.

Ainda que me achem um louco, eu vou dançar na chuva...na chuva!

Amava aquela casinha, lá eu me sentia um poeta, um poeta!

(Só lágrimas)


Hoje eu acordei só lágrimas,
Olhei para o céu, um vazio
Profundo.
Olhei para o jardim, não me
Encantei,
E chorei.
Será, meu Deus,
Que estou perdendo aquela
Essência bonita do poeta,
Ou será apenas um momento
De desilusão,
De desilusão?

Eu sei que uma flor não acalma uma guerra,
Mas ela deixa um perfume suave no ar, e transforma.

Talvez ninguém nem irá me ouvir, mas um eu te amo, ajuda.

Eu sei que nada é perfeito, mas, por favor, tente só mais um pouco.

Ela disse que tem vinte e cinco segredos, eu disse que tentaria descobrir um; ela sorriu.

Hoje eu tive uma ideia, sonhar com ela, quem sabe até um altar.

"Eu te admirava, mas você como um rio, mudou suas águas"

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.

Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.

Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.

Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.

Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.


Os canalhas dizem que o lixo de um pode ser o "tesouro" de outro. Só que eu não procuro viver o que eles já estão acostumados a viver.


______Me sinto super
bem com a vida que
levo, graças a Deus__


(Me desculpe)
🤗