Lembre se que um dia eu te Amei

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Hoje vivo um dia que nunca me preparei pra viver.
Num sei nem quem eu sou, já não me reconheço mas.
🤫🥹Alguma coisa se quebro em mim, já não sou mas a mesma.❤️‍🩹

E se um dia eu não acordar, espero que você se cuide. Se cuide muito.

E se o dia insistir em pesar
Respiro fundo e vou amar
Cada passo que eu posso dar
É um favor que faço ao bem estar _ Frase da música Fechei os olhos do dj gato amarelo

...Se um dia eu falar "EU TE AMO"
sem você me apresentar seus defeitos;
Pode crer que foi da boca pra fora!

Eu não sei se talvez.
Se um dia haverá compromisso
ou se tudo vai continuar exatamente como está:
no meio do caminho, sem nome, sem promessa.
Não vou oferecer o meu ombro
nem pedir que me ajude a dividir o peso.
Cada um carrega o que escolhe carregar.
Silêncio também é escolha.
Não te cobro presença,
mas também não aceito ausência disfarçada de liberdade.
Sentimento não é rascunho
pra ser deixado na gaveta quando aperta.
Se for pra ficar, que seja verdadeiro.
Se for pra ir, que seja honesto.
O que cansa não é a dúvida —
é permanecer onde nunca se decide.

Capítulo — O dia em que eu voltei para mim


Conheci um homem insuportável.
Daqueles que chegam ocupando espaço demais, falando alto demais, confiantes demais. Metido a bom, metido a malandro, metido a conquistador. Um tipo que acredita que o mundo responde quando ele chama.


Um dia, ele me segurou pelo braço. Não forte o bastante para doer, mas firme o suficiente para marcar. Olhou dentro dos meus olhos e disse, como quem anuncia um destino já escrito:
— Eu vou casar contigo.


Eu ri. Ri com desprezo, com ironia, com a segurança de quem ainda se pertence.
— Boa sorte.


Ele insistiu. Meses de insistência. Flores que eu não pedi, chocolates que eu não quis, convites para cervejas que eu sempre recusei. Havia algo nele que me irritava — talvez o reflexo de uma fraqueza que eu ainda não reconhecia em mim.


Até aquela noite. Festa na casa de um amigo em comum. Música alta, copos cheios, corpos soltos. A conversa veio fácil, o riso também. Dançamos. Bebemos. O tempo escorreu entre uma música e outra. E, sem que eu percebesse, ele deixou de ser insuportável. Ou talvez eu tenha ficado cansada de resistir.


No fim da festa, ele me levou para casa. O beijo aconteceu como acontecem os erros importantes: sem alarde, mas com consequência. Algo se abriu em mim. Um lugar que eu não sabia que estava vazio.


Depois disso, viramos presença fixa na vida um do outro. Onde eu estava, ele aparecia. Onde ele ia, eu seguia. Não era amor ainda — era fusão. Confundimos intensidade com destino. Ele me contou seus sonhos, seus medos, suas faltas. E eu enxerguei ali uma saída. Um novo lar. Uma direção. Não percebi que estava apenas trocando de jaula.


Casamos quando eu tinha vinte anos. Ele, três a menos. Justo eu, que sempre procurei homens maduros, me entreguei a alguém que ainda não sabia ser. Vivíamos para o trabalho, para o cansaço compartilhado, para o futuro idealizado. Tínhamos um sonho comum: melhorar de vida, vencer, chegar lá. Nunca paramos para perguntar onde era “lá”.


Três meses depois do casamento, veio a notícia. Um bebê. Uma menina.
A alegria veio acompanhada do medo, pesado como pedra no estômago. Éramos jovens demais. Inexperientes demais. E, silenciosamente, sozinha demais.


Ele começou a se afastar antes mesmo do corpo dela crescer dentro de mim. Barzinhos, ausências, desculpas. Eu crescia por dentro e encolhia por fora. As consultas de pré-natal eram minhas. O medo era meu. O futuro, também.


No dia em que minha filha nasceu, eu procurei por ele com os olhos cheios de dor e esperança. Não estava. Só conseguimos achá-lo por telefone, quando já era tarde demais. Minha filha já respirava fora de mim. E eu, ali, entendia pela primeira vez o que era parir sozinha.


Trabalhava das cinco da manhã às sete da noite numa escola integral. Minha sorte era que minha filha ficava na creche da própria escola. Saía empurrando o carrinho, caminhava quilômetros com o corpo exausto e a alma em alerta. Chegava em casa e fazia comida. Marmitas. Banho. Mamadeira. Silêncio. Dormia para sobreviver. Acordava para repetir.


Os anos passaram. Quatro. A vida melhorou financeiramente. Mudamos para mais perto do trabalho. Cem metros. Conforto. Aparência de estabilidade. Mas por dentro eu já sabia: algo estava apodrecendo.


Descobri a traição numa tarde comum. Enquanto eu sustentava a casa, criava nossa filha e me anulava, ele me traía. Não foi o ato que doeu mais. Foi o espelho. Eu tinha me tornado exatamente o que mais temi: uma mulher vivendo a vida que não escolheu.


A ficha caiu com violência.
Minha mãe. A casa. A renúncia. O silêncio.


Arrumei as malas. Só roupas. Minhas e da minha filha. Nada mais importava. Enquanto dobrava tecidos, ele chegou. Olhou, riu, debochou, com a arrogância de quem se acha dono:
— Você me ama demais. Não vai conseguir ir embora. Você não vive sem mim.


Ele trocou de roupa e saiu, certo da minha desistência.


Mas eu fiquei.
Terminei de arrumar tudo. Peguei minha filha no colo. Abri a porta.


E fui.


Nunca mais voltei para ele.
Mas voltei para mim.


Minha alma respirava. Meu corpo tremia. Meu espírito gritava, sem medo, sem culpa, sem volta:
Liberdade.

Vim aqui, com todo o respeito, te pedir mil desculpas se um dia eu te machuquei, ou se eu te fiz chorar. Eu era um rapaz muito imaturo, mas eu venho aqui te falar uma coisa: não me arrependo em momento algum de ter te conhecido. Foi uma honra ter te conhecido.
​Lembro de uma sexta-feira em que você me esperou no Parque 13 de Maio. Foi uma tarde diferente: rimos e andamos de mãos dadas, feito dois adolescentes no centro de Recife. Essas poucas horas que passamos juntos nesse dia foram pura magia. Lembro de tudo em você: sua voz, seu sorriso, seu olhar. A gente tinha uma conexão forte demais! Você é inesquecível.
​Te admiro, te respeito. Isso é apenas um pedido de desculpa, mas é do coração."

UM DIA EU ACREDITEI....🍃


"Um dia você pensa que tudo é possível e que esse mundo é um park de diversão,e no outro,você já é um adulto que muitas vezes se encontra apoiado em uma janela de um transporte público e se perguntando "como tudo começou a ficar tão estranho?. Quando você percebe que todos mentiram sobre a vida,enchendo sua cabeça de possibilidades ilusórias em um mundo que nunca existiu e agora você é pressionado a fazer quaquer coisa que te dê um certificado.Você está cara a cara com o abismo,o encarando todos os dias,tentando preenchê-lo com distrações e prazeres instantâneos. Esse é o mundo real,e agora,é você que escolhe se você segue enfrente sem temer o abismo,ou ser dominado por ele."

Hoje eu acordei e me deparei com esse lindo dia! E vi quão maravilhosas bençãos Deus nos deu. Um dia dedicado ao seu nascimento! Aonde todos os anos na sua vida a uma mudança de ciclos, novas coisas vão acontecer. Que nesse novo ano as bençãos do senhor possam continuar sobre vc que seja cheio de felicidades, prosperidade, amor e muita saúde, paz e fé! Te amo minha irmã que Deus sempre ilumine seu caminho!!

Amar e saber que vou EUA e saber que um dia eu volto... te amo família.

Você é a única pessoa que eu amo, Diana, e nada no mundo mudou ou mudará isso. Um dia, eu tive medo de você porque eu não sabia o que eu sentia, era uma explosão e eu não conhecia, eu conhecia tudo, todas as conexões, menos o amor
E quando conheci você, o amor nasceu em mim, até lá eu apenas sentia medo e achava que era amor, mas com você, pela primeira vez eu senti amor. Oh sensação prazerosa e diferente de tudo, era estar em harmonia com tudo o tempo todo, o mundo era feliz, colorido, a vida fazia sentido, o seu cheiro era o mais penetrante, sua pele a mais macia, seus olhos os mais bonitos, tamanha perfeição que nunca vi igual, aquela nova vibração, abriu um novo estado de consciência puro, o amor, mas quando você ia para longe, minha vibração altera novamente para a vibração baixa, do submundo, e eu voltava a ser apenas o Wesley.
Triste, depressivo, sofrendo, só que 100x mais do que o normal, pq sentia falta do amor completo, e então, criou todo esse caos a nossa volta, impulso primordial, me perdoe por isso.

⁠Diana, um dia voce vai se lembrar de mim, e eu estarei aqui, te aguardando com respostas.

Não deixei de te amar um dia se quer, até quando te menti dizendo
- Vá embora, eu não te amo mais.
ali coloquei uma máscara de alguém que gritava
Fuja de mim, eu não sou pra você, sou impulso demais para alguém tão especial, como prova de amor, te obrigo a ir.

E todo dia é um recomeço,
Eu me perco e me encontro no teu beijo.
É promessa que eu não vou quebrar,
Minha vida é te amar. – Frase da música Eu te amo e te amo do dj gato amarelo

"E que se um dia eu também me vir diante de uma criatura tão maior e poderosa que eu, me seja demonstrada a mesma misericórdia"

Se um dia eu fui seu anjo...
Então jamais poderei voar novamente...
você era as minhas asas..

um dia eu estava cansada e respirei fundo, fiz um escalda pés e fiquei revigorada.

A solidão anda comigo lado a lado; sempre foi minha melhor amiga. Se um dia eu a deixar para ter ao meu lado outra pessoa, será que a solidão perdoaria tamanha traição?
A verdade é que ela permaneceu comigo, vendo meu pior lado e todos os meus pecados. Mas quem eu trocaria para estar ao meu lado, talvez não aceitasse nem mesmo a minha melhor versão.

ENCONTRO MARCADO


Eu havia estragado tudo naquele dia. Roubei um pão. Era tão pequeno… Sentia fome, mas havia outras maneiras: oferecer-me para trabalhar, pedir ajuda, qualquer coisa menos aquilo. Roubei aos oito anos de idade — e nunca mais parei.


Sabia que não era certo. Sentia-me mal todas as vezes que roubava. Era pesada aquela palavra: roubo. Não sei por que me incomodava tanto, mas incomodava. Quando fui deixado na rua por meu pai — algo que eu não entendia — encontrei um grupo de crianças que roubava. Quem não roubasse, não comia. Roubávamos bolsas, relógios, pulseiras e carteiras.


Aos doze anos, depois de quatro vivendo assim, aquilo já me parecia normal. Mas não deixava de me incomodar. Eu sempre me perguntava por que não tinha casa, pais, família ou escola.


Os carros passavam, e eu me encantava. As casas maravilhosas eram a visão dos meus sonhos. No entanto, eu não tinha nada, a não ser a larga liberdade: todas as ruas eram minhas, aquela vastidão de céu me pertencia. Eu não tinha ninguém, e ninguém tinha a mim. Mas eu queria outra vida. Sempre pensava: por que é assim? O que posso fazer?


Não sabia quem poderia me ajudar. Uma voz me disse: “Deus.” E onde procurar Deus? Na igreja, não — de lá eu já tinha sido expulso por estar muito sujo. “Procure no seu coração”, a voz insistia. “Talvez no centro da dona Dalva. Ela, além de dar comida, sorri e chama você de filho.”


Cheguei lá naquele dia sem saber exatamente por quê, com o coração acelerado. Dona Dalva montava um lindo vaso de flores amarelas. Eu disse:


— Bom dia.


Ela sorriu:


— Bom dia, meu filho.


— Posso falar com a senhora?


— Claro, meu filho.


Então perguntei:


— O que é Deus?


Ela respondeu com calma:


— A pergunta é outra: quem é Deus? É o Pai de todos nós, o mais generoso que existe. Aquele que mais nos ama.


Perguntei:


— Então por que Ele me abandonou tão pequeno? Não sei trabalhar, as pessoas me expulsam e têm medo de mim. E quando roubo, a polícia vem atrás. A senhora acha que Deus ama todos iguais?


Ela respondeu:


— Tenho certeza. O que Ele espera é que Seu filho retorne a Ele, em qualquer situação.


Depois ficou em silêncio por um instante e disse algo que me atravessou:


— Olhando de fora, parece que você é apenas vítima. Mas a vida é mais longa do que um único dia. Já foste alguém que teve pais carinhosos, conforto e oportunidade. Jogaste fora o que tinhas, foste mesquinho quando podias ter ajudado. A aprendizagem não retrocede. A vida continua.


— Mas como vou fazer isso? Sou apenas um menino. Amanhã acho que faço doze anos.


Ela sorriu:


— Não subestime a sabedoria do Pai. Você voltou para casa. Estou há anos à sua espera. Cuidarei de você como um filho muito amado, e você cuidará de mim como uma mãe muito amada. Na verdade, você não tem doze anos. Tem uma eternidade de experiências.


Foi ali que comecei a viver de verdade.


Encontrei uma mãe carinhosa e bondosa, um lar confortável, estudo de qualidade. Trabalhei muito e me tornei um adulto bem-sucedido, como ela dissera tempos atrás.


Abri um abrigo para crianças. Por muitos anos tirei meninos das ruas. Amei-os e cuidei deles como um pai.


E quando, já velho, parti e cheguei ao outro lado, encontrei Dalva — minha mãe — que me disse:


— Compreendeu? A vida continua, e Deus não abandona Seus filhos. Ele é seu Pai.

Matamos um leão por dia, frase muito falada nas rodas de meus amigos. Eu nunca quis matar leão nenhum, então, imaginei a vida como um livro. Alguns capítulos são cheios de suspense, outros de tristeza, mas todos são necessários pra minha história fazer sentido. Hoje pode parecer difícil, mas é apenas uma página. Amanhã, uma nova narrativa se desdobra, cheia de possibilidades. Tudo ficará bem, porque somos o autor dessa história e temos o poder de transformar cada desafio em triunfo. Continuo virando as páginas com coragem. O melhor ainda está por vir. Estamos exatamente onde precisamos estar nessa Vida! Parabéns Mulheres nas páginas da Vida!


Ah, a Vida...


Vida de Solteiro


Alexandre Sefardi