Lembre se que um dia eu te Amei
Se eu te amo?
Oh, meu amor, meu amor por você é imenso. Eu te amo como Van Gogh se encantou com as estrelas, assim como Leonardo da Vinci amou pintar o mais belo sorriso, como Orfeu amava compor músicas de paixão para sua amada Eurídice, ou como Chaplin encontrou felicidade em fazer os outros rirem em meio ao silêncio. Te amo dessa maneira — de forma completa, sem reservas, genuína, sem barreiras, destemida, sem truques, apenas você. É como se você demonstrasse que o amor verdadeiro não menospreza, não critica, mas simplesmente recebe, reconhecendo a beleza mesmo onde o espelho pode falhar em capturar, falhar em evidenciar e louvar. Eu desejaria quebrar este espelho para que cada parte refletisse sua luz para mim, sonhando em arrancar meus olhos para que você pudesse observar sua própria beleza através deles, como uma flor, um sorriso brilhante, o fascínio de uma lua. Ah, mas que lua, aquela distante no céu, que um dia desejei alcançar. E aqui está você, abandonando seu papel de estrela noturna e guia dos perdidos, para guiar meu coração tolo até você. E, ao longo do caminho do seu coração, sua gentileza me ofusca de amor, cegando-me de paixão com sua luz, como a de uma estrela, mas não uma estrela qualquer, uma estrela que é você, brilhante e encantadora, que me cativa sempre que te vejo, pois de longe, via uma bela lua que me direcionava ao amor, mas agora é uma estrela que já não me guia mais, mas me envolve com sua graça e amor, me aquecendo em seu coração e fazendo-me sentir agradecido por te amar, grato por te ver, grato por poder afirmar que sou seu e você é minha, grato como a mais simples planta que se alegra por ter você como meu sol, entre milhares de estrelas, você é única em bilhões e bilhões, você é a única que tenho a alegria de dizer Eu Te Amo.
Poucas coisas odeio nesse mundo, porque a maioria das que me incomodam eu simplesmente esqueço que existem se estiverem distantes, mas odeio feminismo, Não vejo libertação no feminismo: vejo uma mulher pressionada a ser forte, dócil, útil e silenciosa — tudo ao mesmo tempo, conforme a conveniência dos macho que foram desconstruídos por esse movimento maligno, e nós que somos independentes somos obrigada a ser sozinha mesmo cercada de gente, porque a maioria foi inutilizadas por movimentos que não desconstrói somente homens, destrói seres humanos.
✨ O Meu Brinde de Domingo
"Hoje eu escolho a calma. Escolho recarregar cada pedaço da minha energia para encarar a última semana do ano com o coração pronto.
Que a prosperidade não seja apenas um plano, mas uma colheita. Que a paz e a saúde sejam o meu alicerce e que a alegria transborde em cada pequena realização.
Estou pronta para encerrar 2025 com gratidão e abrir as portas para um 2026 extraordinário! ✨🚀"
Que eu possa alcançar o horizonte que há em mim.
Que eu possa ser tua, sem me perder no caminho.
Que eu possa doar uma parte de mim aos corações que anseiam por carinho.
No peito de cada pessoa
O amor deve ser a raiz
Isso não somente eu digo
É o que todo mundo diz
Sentimento que faz a gente
Viver muito mais contente
E se sentir muito mais feliz.
Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.
Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.
Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha coragem de me enfrentar. Onde a minha paz de espírito seja sempre em primeiro lugar, diante de todas as aflições da vida.
A revolução começa aqui, a indústria treme
Eu sou estranho, mas são todos iguais a mim
Por isso eu sou gigante
Eu poderia ficar muito rico
Eu preciso disso porque eu sinto fome
O dinheiro é um desperdício, só faz rima pobre
A revolução começa aqui, a indústria treme
Eu sou estranho, mas são todos iguais a mim
Sou gigante
Sim, eu poderia ficar muito rico
Eu preciso disso porque eu sinto fome
O dinheiro é um desperdício
Eu olho pro meu passado e rio. Rio porque se eu não rir das minhas próprias brincadeiras, alguém vai e provavelmente já riu. Quando eu era mais novo, o bairro não era só onde eu morava, era meu palco. E eu, humildemente, era a atração principal. Não pedi esse talento, nasci com ele.
Cada rua guarda uma memória que eu claramente ajudei a criar. A bola que sempre caía no quintal errado (coincidência nenhuma), a campainha tocada e a corrida digna de atleta olímpico, as reuniões improvisadas na calçada que terminavam em bagunça sem plano e sem motivo. Tudo extremamente organizado dentro do caos.
Eu não fazia brincadeira pequena. Se era pra aprontar, era com criatividade. Se era pra irritar, era com estilo. Os vizinhos não sabiam meu nome completo, mas sabiam exatamente quem eu era. Ícone local. Lenda urbana em construção.
O melhor é lembrar da confiança. Eu tinha certeza absoluta de que nada dava errado se ninguém fosse pego. E quase nunca éramos. Quando éramos, vinha aquele discurso interno: “relaxa, isso vai virar história”. E virou. Sempre vira.
Hoje eu crio memórias rindo das antigas. Eu exagero? Óbvio. Mas se eu não valorizar meu próprio legado, quem vai? Aquela bagunça toda virou repertório, virou risada, virou aquela frase clássica: “cara, lembra daquela vez?”. Lembro. Como esquecer?
No fim, eu não me arrependo das brincadeiras. Elas me deram histórias, cicatrizes pequenas e um ego levemente inflado. Eu não era só mais um moleque do bairro. Eu era o moleque que fez o bairro ter assunto por anos.
E sinceramente? Se um dia alguém escrever sobre aquela rua, meu nome pode não estar lá… mas minha bagunça com certeza vai estar.
— Cyrox
Dessa vez eu vou falar sério. Sem piada, sem exagero, sem fingir que tá tudo bem. Eu paro, penso, respiro e tento lembrar de quem eu era quando era mais novo, quando o bairro inteiro já conhecia meu nome não por mérito, mas por bagunça. Aquela época em que a rua era extensão de casa e o juízo claramente tinha tirado férias.
Eu olho pra trás e até tento dar um significado bonito, dizer que era liberdade, infância, energia demais. Mas a verdade é que era só eu sendo eu: barulhento, inquieto e convencido de que nada tinha consequência. Cada esquina guardava uma história, quase nunca uma boa ideia.
Só que… não dá. Eu não consigo manter esse tom sério por muito tempo. Porque falar sério sobre isso exige maturidade, e eu ainda rio lembrando das fugas, das risadas abafadas, dos olhares tortos dos vizinhos. Eu tento parecer reflexivo, mas minha memória faz questão de me entregar.
No fundo, eu sei que era imaturo demais pra entender limites. E talvez ainda seja imaturo demais pra falar disso sem sorrir. Porque aquele garoto bagunceiro ainda mora aqui dentro, só que agora ele pensa um pouco mais antes de aprontar. Às vezes.
Eu cresci, mudei, aprendi algumas coisas. Outras eu só disfarcei melhor. O bairro já não escuta meu nome com tanta frequência, mas as lembranças continuam andando pelas mesmas ruas.
E o final não é sobre arrependimento nem sobre saudade. É só a constatação de que eu não virei um adulto sério e certinho. Virei alguém que olha pro passado, balança a cabeça e pensa: eu não sabia o que tava fazendo… e, sendo sincero, ainda não sei.
— Cyrox
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