Lembranças
Te procurei nas lembranças da solidão esquecida
Na esperança de ouvir do teu coração um acalanto
Mas o silêncio foi teu recado amargo
E no vazio fiquei aprisionado em liberdade sem direção.
O tempo ensinou que amar não é sofrer
Que nem sempre o querer faz acontecer
Minha doutrina é amar sem medida
Mesmo que doa, mesmo que fira a vida
E se o destino me fez entender
Que teu desprezo é o meu aprender
Carrego comigo essa lição
Amor não se força, é livre paixão
O riso nasce, tímido, entre as lágrimas quentes,
florescendo em solos de lembranças densas e vividas.
Cada suspiro é um eco do ontem,
onde a dor se veste de pétalas,
revelando que também é um campo fértil, um jardim.
Entre espinhos, brotam cores insistentes,
e o coração aprende que sofre para florir,
que o passado não é só sombra,
mas uma luz entre as dores,
um convite a sorrir mesmo na tristeza,
a cultivar beleza no silêncio das lembranças.
Sorrimos, então, jardins ambulantes,
onde a vida se refaz em cada lágrima que cai,
e a alma entende, enfim,
que até a dor pode ser flor, quando a vida.
No coração de um mosteiro antigo, onde os sinos ecoavam como lembranças de séculos passados, dois olhares se encontravam em silêncio.
Não eram palavras que falavam, mas o desejo contido, a respiração suspensa, o fogo escondido atrás das paredes frias de pedra.
Eles se viam o tempo inteiro — nos corredores iluminados por vitrais, no refeitório austero, no jardim onde as flores desafiavam a disciplina do lugar.
Cada encontro parecia uma cena de filme, uma ficção projetada na tela invisível da mente.
Mas era real: a visão que compartilhavam era deles, e ninguém mais podia decifrar.
O mosteiro, com suas regras e votos, era o cenário de um amor impossível.
E, no entanto, quanto mais tentavam fugir, mais os olhares se buscavam, como se o destino tivesse escrito essa história nas pedras do claustro.
No fim, não havia fuga.
O desejo não era pecado, mas poesia — e naquele espaço sagrado, eles descobriram que até o silêncio pode ser cúmplice de uma paixão.
" Não bastasse sua ausência tive que conviver com as lembranças... atormentado pensamento...dor da saudade... dor da ausência... falta você ...vazio do meu viver."💞
Guarde com gratidão
todas as lembranças boas de hoje.
Afinal, só o que é bom merece
morada em nosso coração.
Lembranças...
Não dê vida a uma situação problemática que já foi RESOLVIDA.
Não traga a lembrança o que lhe causou DOR e SOFRIMENTO.
Traga a memória tudo aquilo que lhe AGRADA e o que há de BOM.
Já o que DESAGRADA, deve estar no mar do esquecimento, pois não merece nem o seu TEMPO e nem o seu LAMENTO.
Mais um ano se passou, rápido como um sonho.
O que levaremos dele são as lembranças, os aprendizados, as amizades que permaneceram fiéis e os melhores sentimentos.
Odeio suspiros e ficar lamentando lembranças. Prefiro viver bons momentos. E de cada instantes tirar proveito. Prefiro a realidade do que o surreal. Faço o que quero e de agradar quem eu quero. Sou mais de tocar nas profundezas dês desejos doque ficar nas boas conversas.
Jose A Nascimento
Quem muito amou e hoje, na solidão, se sustenta das boas lembranças do que viveu, deve ser testemunho não de desistência, mas de coragem — pois a felicidade sempre ronda nossa porta e espera por quem ainda acredita nela.
CESTO DE LEMBRANÇAS
Demétrio Sena - Magé
Nas maçãs do meu rosto,
as lembranças de amoras
que vivi.
Dos meus pés atolados
em jacas e jambos...
eram como molambos
daqueles quintais...
Quando a gíria da hora
era chamar gente de bicho,
eu comia mais bicho
do que goiaba.
Gostava de carambola
por parecer estrela...
de banana ouro,
por enriquecer a barriga.
E para mim,
era distante, o figo... duma figa.
No coco da minha cabeça,
a vida manga de outrora,
porque me faz relembrar
que destas frutas
com que brinco agora,
umas nem eram pro meu bico.
Hoje são poesia
como a melancia
que já como,
como já como a pera.
Caqui pra nós;
pra mim sozinho:
O tempo passa
como as uvas
viram passas ou vinho.
... ... ...
Respeite autorias. É lei.
A cada dia que passa, família vira parente, amigos viram lembranças e a vida segue como um nublado dia de outono.
“Na tessitura do tempo, onde o vento sussurra fonemas e o sol borda douradas lembranças, repousa o coração dos poetas — eternos navegantes dos sonhos e das palavras.” ©JoaoCarreiraPoeta.
Campinas, 05/12/2025.
Sou uma pessoa sem lembranças, tudo o que tinha deixei perdido pelo tempo e isso não é ruim, faz parte da minha sobrevivência.
Lua no céu que sempre me maltrata.
Lua que me traz as lembranças dela por toda a madrugada.
Lua fria, Lua pálida, que imita a tez da mulher amada.
Lua que torna mais nítida, em meu rosto, cada lágrima.
Lua que ilumina, que brilha, uma Lua 'ensolarada'.
Lua na qual eu peço tanto que amenize meu pranto.
Lua que, como se fosse aquela mulher, em meio ao sofrimento, amor e lamento, sigo admirando...
E mais um ano se acaba e só ficam as boas lembranças na nossa memória. Perante um ano de lutas, batalhas, derrotas e perdas, não devemos desanimar: superar é preciso e seguir em frente é essencial. Você é mais forte do que imagina!
Que 2026 seja um ano melhor para todos, inclusive para você que está lendo isso. Que esse novo ciclo seja repleto de saúde, paz, prosperidade, sucesso, realizações e alegria. Que Deus te abençoe!
Lembre-se: O ano não se torna melhor sozinho; somos nós que, com nossas atitudes e determinação, fazemos ele ser bom.
Amo você! 🤍🙏🏽🙌🏽👏🏽😘🥂💛
Ass: Filipy Beauchamp ofc
Veja, o rio não é apenas água que corre — é memória em movimento. Ele arrasta lembranças como troncos partidos, mas não as guarda para contemplação. O rio sabe que recordar é prender-se, e sua essência é seguir.
Adiante, o mar do esquecimento se abre vasto, sem cais para lágrimas derramadas. Lá, não há repouso para a dor, porque o mar dissolve tudo em sua imensidão. O navegante, cansado de buscar direção, aprendeu a não olhar a bússola. Vai sem rumo, mas não sem coragem.
As ondas, que parecem formar imagens efêmeras, desfazem-se ao tocar o casco do barco. É o confronto inevitável entre o que se sonha e o que se vive. O navegante entende: não há permanência nas formas que a água inventa. Há apenas o fluxo, o instante, o agora.
O rio ensina a desapegar. O mar ensina a esquecer. E o barco, frágil mas resistente, ensina que viver é atravessar — mesmo sem destino certo.
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