Lembrança
Ecos de um Amor Inacabado
Momentos bons ao seu lado se tornaram lembranças,
guardadas na memória como parte da nossa história.
O ar fresco desta tarde sopra inspirações,
e no vento sinto você, como se fosse ontem.
Já se passaram cinco anos,
mas em mim as recordações são vivas,
intensas, marcantes…
Lembro do nosso primeiro encontro,
do instante em que você se tornou amor.
O seu sorriso, o seu carinho,
tudo em nós parecia eterno.
É difícil acreditar que terminou tão rápido,
restando apenas pedaços de um amor inacabado,
um coração despedaçado, mas ainda pulsando em lembranças.
Sobram memórias de risos e também de frustrações,
mas até elas se tornaram parte do que fomos.
O tempo pode seguir,
posso até me casar, construir outra vida,
mas nada apagará os instantes inesquecíveis que vivemos.
Sei que, de algum jeito, ainda habito sua memória.
Talvez não mais em seu coração,
mas quando suas lembranças te alcançam,
sei que seus olhos ainda se enchem de emoção.
Autor: Douglas Pasq
A saudade chega, um vento gelado,
Trazendo lembranças do teu lado.
O abraço ausente, o beijo que falta,
Um vazio que dói, uma dor que exalta.
Mas em meio à ânsia, teu nome eu sussurro,
Fiel ao meu peito, meu amor puro.
A tua lealdade, um farol na tormenta,
Afasta a incerteza, a dor que atormenta.
Pois sei que em ti, meu coração repousa,
E a fidelidade, em nós, se compousa.
Essa saudade que tanto me invade,
É prova do amor, da nossa unidade.
Que o tempo passe, que a distância se vá,
Mas a chama acesa, em nós, sempre estará.
Fiel a ti, meu amor, em cada pensar,
A saudade me ensina, a te amar e esperar.
Amo o que você já foi, mas odeio o que me fez suportar. Cada lembrança tua é uma lâmina que corta, cada sorriso que deixou de existir é veneno na minha alma. Quero te arrancar da minha vida, mas ainda sinto sua presença em cada pensamento, como uma prisão que eu mesma construí. Você me deu amor e me traiu com ódio, e agora fico presa nesse emaranhado de sentimentos que me consome. Odeio te querer, mas ainda te desejo — porque o que arde dentro de mim não é amor, não é ódio, é sobrevivência.
Glaucia Araújo
A saudade
A saudade, o vazio, a dor da perda, o silêncio que fica, as lembranças, a ausência, o que não foi dito ou feito, as coisas que permaneceram, atransformação da dor em memória e sabedoria, a eternidade do amor e da lembrança, a esperança de um reencontroe o processo de viver com a ausência
A vida são lembranças, e você só lembra do que tem sentimento. Se você não tem sentimento, você não está vivendo.
É como todos dizem: a partida é sempre dolorosa, mas o sentimento, as lembranças, sempre ficarão. Pode ser um pai, uma mãe, o filho, um parente, um amigo, todos ficarão sempre na lembranças...
Eles não morrem, apenas se vão antes de nós, o que deve ficar é a boa lembrança e a esperança do reencontro no devido tempo.
O perfume dela não fica na pele… fica na lembrança.
É o tipo de cheiro que não se esquece, porque não vem do corpo — vem da alma.
— Maycon Oliveira
Amor, sinto tanto sua falta que parece que meu coração não aguenta. Cada lembrança sua dói e acalenta ao mesmo tempo. Quero te abraçar, ouvir sua voz e sentir você aqui. A distância não diminui o que sinto; só aumenta a certeza de que te amo como nunca amei ninguém. ❤️
Passado, presente e futuro. Tempos oportunos. Lembranças, Atitudes e sonhos marcam os tempos em resumo.
Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?
Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?
Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.
Ilusão.
O tempo não cura.
Ele apenas continua.
Indiferente ao seu destino.
Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.
Sobre a importância de mudar, se respeitar, se cuidar,
Vale a lembrança da nossa fragilidade, da nossa finitude...
Considerando que sem aviso tudo pode se acabar,
Viva a sua vida com a intensidade, atitude e plenitude...
Diante de tudo e entre lembranças e sonhos, sigo meu próprio ritmo, mesmo com fantasmas do passado, dançando no meu compasso.
Madrugadas de amor
E nas madrugadas de insônia, vêm-me lembranças suas, dos momentos de carinho e cumplicidade. Nossas madrugadas de amor jamais serão esquecidas; passe o tempo que for, posso até encontrar um novo amor, mas você não será esquecida. E nas memórias mais bonitas em minha mente, sempre teremos a gente no nosso ninho de amor.
Ilusão Lado a Lado
Lembranças, torturas sem fim.
E essas lembranças me matam junto às lágrimas.
Eu só queria parar, apenas parar de sentir.
Sentir as lembranças invadindo meu subconsciente,
e lembrando que as lágrimas congelam, e aquele calor no peito,
aquela última luz, a alma perdida,
era só a minha pedindo socorro.
Não era mais ninguém.
Apenas a memória de uma tortura e uma ilusão, lado a lado.
E tudo isso são asas quebradas de um anjo preso na própria mente.
Ninguém conseguiria entender,
pois esta dor é a dor da culpa,
a dor de ter escolhido.
É a maré de lágrimas geladas e promessas vazias.
Enquanto alguns gritam por ajuda e choram até o fim,
outros se afogam na solidão e na própria vida.
Aqui estou eu,
contando a história de um coração frio que sofreu demais,
contando a história de um anjo, de uma pessoa,
que se foi tão cedo que ninguém notou.
As lembranças não me sufocam nem me matam,
elas me abraçam e me ensinam a sorrir.
Pois se eu chorar, o mundo corre o risco de cair.
Se eu chorar, ninguém verá, só o mundo.
E eu...
Não poderei partir e rever seu rosto.
Não poderei chorar e apagar seu sorriso.
Não consigo parar de pensar, e eu penso.
A solidão é a minha sombra.
E o silêncio grita o nome de quem se foi sem dizer adeus,
enquanto esta alma, vestida de gelo, espera por um fim que nunca chega.
O único desejo é que a morte venha molhada, em prantos,
que este anjo só possa se libertar desabando em chuva.
Pois só se eu chorar até secar a última gota,
só então a tortura acaba e eu, finalmente, poderei descansar.
Na penumbra líquida do entardecer,
pontilham lembranças, sombras flutuantes,
segue a cidade, labirinto de passos,
onde o invisível toca o silêncio guardado.
Gotas descem, sussurram segredos calados,
tecem véus entre o agora e o que escapa,
um fio tênue, quase esquecido, resiste,
na pausa entre o ruído e a espera muda.
As paredes bebem a luz quebrada,
e o tempo se dobra em revoadas lentas,
presente e passado, hinos imperfeitos,
dançam sob o véu molhado da saudade.
No murmúrio da multidão que não vê,
uma ausência se faz presença delicada,
na curva da chuva, no respirar da rua,
algo que não se diz, persiste em existir...
