Lar

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TENDO A VITÓRIA NO LAR

“Pela sabedoria a casa é edificada...”
(Provérbios 24:3 NKJV)

Construir um bom relacionamento em
casa é como construir uma parede:
É necessário colocar tijolo por tijolo.
E o cimento que une esses mesmos tijolos é o amor incondicional, sem condenação e sem egoísmo.
A única maneira de você saber se o trabalho que fez foi
bom é quando ele é testado pelas tempestades da vida.
Uma das chaves mais importantes para se ter
vitória no lar é - comunicação.

Portanto:

1) Torne-se criativo.
Passem tempo juntos como família.
Chame seu cônjuge durante o dia e tente
encontrar-se com ele para almoçar.
Leve seus filhos á escola ou ao treino de futebol
para ter tempo para falar com eles.
A comunicação pode acontecer em qualquer lugar, mas ela não acontecerá a não ser que você a torne uma prioridade.

2) Identifique os ladrões da comunicação.
A Internet, os telefones celulares
e a TV são os principais culpados.
Um casal normal passa menos de uma hora por semana envolvida em uma atividade de comunicação expressiva.
Ele passa diariamente cinco vezes mais vendo televisão.
Este é um teste pelo qual você deve passar
se quiser ter vitória em seu lar.

3) Incentive cada membro da família a dizer o que sente.
E quando eles o fizerem, não critique nem revide. As diferenças de opinião são saudáveis.
Se forem tratadas da forma correta,
podem fazer as coisas melhorarem.

4) Tenha consciência da forma como
você interage com sua família.
Você pode ter adotado não intencionalmente
um estilo que sufoca a comunicação.

Pare e reflita.

Você:
a) Revida? - isto gera depreciação
b) Domina? - isto gera intimidação;
c) Isola? - isto gera frustração;
d) Coopera? - isto gera encorajamento.

Se você tem o habito de usar qualquer estilo de
comunicação que não seja o cooperativo, comece
a trabalhar imediatamente para mudar isso.
Se você quer construir ¬um bom relacionamento
com a sua família, você precisa fazer isto.

Mas tem uma coisa que eu nunca poderei te dar; meu coração nunca poderá ser o seu lar.

Itália, berço e lar de meus amores...



Paleta das mãos de Deus...

Tanto amor, tanta beleza,

Preenchendo os olhos meus...

Não desespere porque vou te buscar,
não me esqueça, porque meu coração é seu lar.
Não permita que haja outro em meu lugar.

O lar é a oficina onde forjamos o nosso caráter.

Hoje eu tou sozinha e não aceito conselho
Vou pintar minhas unhas e meu cabelo de vermelho
Vou largar meus planos
Vou encontrar novos enganos

Hoje eu tô sozinha
Não sei se me levo ou se me acompanho
Vou aonde quero ir
Nada mais vai me conduzir

Hoje eu tô sozinha
ontem eu estava tbm
Nada mais caótico
do que a solidão ao lado de alguém

Hoje eu tô sozinha
Vivo tranquila
e é a liberdade quem me faz carinho

Hoje eu tô sozinha
não tô nessa rejeitada
caçando paixão
Chega de Noite Enluarada

Hoje tô sozinha
Mas é que se eu perder, eu perco sozinha
Mas é que se eu ganhar
Aí é só eu que ganho

Pra mim já deu
Agora é Jamé

Ajude-me

Estou perdido no mundo.
Sem rumo nenhum.
Sem casa.
Sem lar.
Sem medo de amar.

Quero te encontrar.
Nos escombros da minha solidão.
Quero você.
Quero uma paixão.
Quero suas migalhas.
Mas você não me oferece nem o pão.
Quero um pedacinho.
Do teu coração.

Leva-me para sua casa.
Chame-me de paixão.
Beije-me com emoção.
Aperte a minha mão.
Cante pra mim aquela canção.
Que tocou quando te conheci.
Em uma tarde de verão.

Encha-me de beijinhos.
Mas não me iluda.
Com a compaixão.
Ajude-me a encontrar a luz.
Que brilha no meu escuro coração.

Amo você mais que a mim.
Bem mais que a mim.

Quero você assim.
Sem maquiagem.
Sentada no jardim.
Regando aquela roseira.
Que tu plantaste para mim.

Jesus,
Entra na minha casa e faça do meu lar a tua morada,
Assim não haverá conflitos por que teu reino é de paz.
Não haverá ódio porque és amor.
Não haverá orgulho por que és humildade.
Não haverá egoísmo por que és caridade.
Não haverá ressentimento por que és misericordioso.
Não haverá abandono por que és onipresente.
Não haverá fraqueza por que és onipotente.
Não haverá dúvida por que és onisciente.
Não haverá intriga por que és conciliação.
Não haverá enfermidade por que és cura.
Não haverá aflição por que tu és consolação.
Não haverá trevas por que tu és luz.
Não haverá desencontro por que tu és o único caminho.
Não haverá mentira por que tu és verdade.
Não haverá morte por que tu és vida.
Por isso continuarei firme sem temer os desafios que virão.
Eu sei que os sacrifícios serão dolorosos, mas não recuarei.
Perseverei em minha fé e buscarei a misericórdia do perdão.
Pra quando a morte do meu corpo físico chegar
O meu espírito esteja santificado em tuas mãos.
QUE ASSIM SEJA.

⁠Ir para um novo lar é um processo involuntário de mudança. É deixar um pouco de nós para trás na esperança de construir algo novo, algo melhor.

Um lar

Não conto mais segredos
nem me distraio mais não.

Eu ouço a minha vida.
Escrevo uma cantiga.
Tento ouvir o coração.

Procuro um abrigo quente,
aonde eu possa repousar.

Um lugar que me alimente
de amor, alegria e mar.

Um lar.

Todos podem ter uma casa, mas nem todos podem ter um lar.

Meu coração é lar, onde o amor reside e o ódio não faz morada.

O homem pode construir sozinho a casa física, mas cabe a família a construção do lar! Se não entenderem isso, tudo vai desmoronar.

CORREÇÃO TARDIA

Demétrio Sena, Magé - RJ.

Não há presídio que acerte onde o lar errou.

Máscaras pessoais, máscaras que nos aproximam do desconhecido, disfarçadas de lar e aconchego. Transmite inúmeras e surpreendentes qualidades, num espaço curto de tempo, tão curto que nem dá tempo de percebermos quando essa mascara caiu

⁠Quero morar no seu olhar, no seu abraço, no seu beijo.
Quero chama-lo de lar, de paz, de felicidade e tranquilidade.
Quero sentir sua pele entre a minha, o seu toque, as suas mãos grandes.
Quero sentir aquela química de vontade de beija-lo loucamente.

Só quero sentir a felicidade ao seu lado de novo.
Só quero que me escolha e me chame de lar.
Só quero ser seu único amor.
Só queria que ficasse quando te pus na minha vida,
para ser minha única felicidade.

Me pergunto se sente a minha falta.
Me pergunto se lembra de nós, dos nossos momentos juntos.
Me pergunto se ainda me ama como me amava.
Me pergunto o por que te ter me deixado, mesmo sabendo da resposta.

Te amaria em todas as vidas.
Te escolheria em todas elas.
Te chamaria de lar em todas elas.
Seria minha princesa em todas elas.

⁠Um rato é um animal que quando aparece causa pânico, asco. Não trás nenhum benefício ao lar onde frequenta. Pelo contrário rouba seu alimento agindo na surdina, no apagar das luzes. Sem falar que pode transmitir doenças e por fim causar sua morte. Não é como um cachorro ou um gato que atraí a simpatia dos moradores e o desejo de cuidar e de se ter por perto. Não encontramos no petshop itens especializados para criação de rato. É uma coisa natural, o rato aparece e você o mata e junto com ele se vão todos os problemas. Quer resolver a situação com um rato? Não deixe um rato viver em sua casa. Não se constrói uma cela para o rato viver esperando que um dia ele tenha um bom comportamento. No dia que ele sair ou fugir vai fazer o que mais gosta. Será um rato.

Independentemente dos densos
laços de sangue, a amizade
pode e deve florescer no seio
do lar.

A PACIÊNCIA NO SANTUÁRIO DO LAR.
O Evangelho Segundo o Espiritismo, especialmente no Capítulo IX, onde a paciência é elevada à condição de virtude ativa, não como mera resignação passiva, mas como disciplina consciente da alma diante das provas.
A afirmação “a paciência também é uma caridade” estabelece um princípio teológico e moral de elevada densidade. Segundo a ótica espírita, a caridade não se restringe à exterioridade da esmola material, mas atinge sua culminância no domínio íntimo, onde o espírito é convocado a perdoar, suportar e compreender. Esta forma de caridade é mais meritória porque exige autotransformação, implicando esforço volitivo e renúncia do orgulho. Conforme a tradição doutrinária consolidada por Allan Kardec, trata-se da caridade moral, superior à material.
Quando o texto declara que “a vida é difícil” e a compara a “mil picadas de alfinetes”, há uma leitura profundamente psicológica da existência. Não são apenas os grandes infortúnios que provam o espírito, mas sobretudo as pequenas contrariedades reiteradas, que desgastam silenciosamente a estrutura emocional. Aqui se encontra uma convergência com a análise moral presente na Revista Espírita de 1860, onde se afirma que o tempo mal empregado e as reações impensadas constituem perdas espirituais irreparáveis.
No âmbito doméstico, o texto atinge seu ápice ético ao definir: “a paciência, no lar, é o fruto do amor”. Esta proposição revela uma lei relacional. O lar, entendido como oficina espiritual, não é espaço de repouso absoluto, mas campo de lapidação recíproca entre espíritos vinculados por débitos pretéritos e compromissos evolutivos. A paciência, portanto, não é acessória, mas estrutural. Ela sustenta o convívio, impede a dissolução dos laços afetivos e transforma conflitos em oportunidades de elevação.
A expressão “tolerância esclarecida” merece especial atenção. Não se trata de permissividade moral, mas de discernimento ético. O indivíduo paciente não se omite diante do erro, mas corrige com serenidade, sem violência interior. Tal postura remete à máxima evangélica do “sim, sim, não, não”, isto é, a clareza moral sem agressividade, a firmeza sem aspereza.
Outro ponto de elevada profundidade é a rejeição da postura vitimista. Ao afirmar que “todas as nossas limitações pessoais são frutos de nós mesmos”, o texto reafirma a lei de causa e efeito, pilar da filosofia espírita. Não há acaso no sofrimento. Há consequência, aprendizado e oportunidade de reajuste. Essa compreensão dissolve a revolta e inaugura a responsabilidade espiritual.
A disciplina dos impulsos, mencionada como exercício contínuo, configura verdadeira ascese interior. Dominar-se é mais difícil do que dominar circunstâncias externas. O lar, nesse sentido, converte-se em laboratório ético, onde cada reação revela o grau de adiantamento moral do espírito.
Por fim, a imagem daquele que “repete mil vezes os mesmos conselhos, de mil modos diferentes” sintetiza a pedagogia do amor perseverante. Educar, amar e transformar exigem constância. A paciência, longe de ser fraqueza, é força silenciosa que edifica destinos.
A moral que se extrai é inequívoca. A paciência no lar não é virtude ornamental, mas fundamento da evolução espiritual. Quem a cultiva converte o ambiente doméstico em escola de luz e a própria existência em obra consciente de elevação. E é nesse exercício contínuo, discreto e firme, que o espírito se dignifica diante da eternidade.

O Natal é sobre passar tempo com a família. Mesmo que tudo que eles façam te deixe ansioso, furioso e louco. Porque esse é o significado do Natal.