Lao Tzu
"Observe seus pensamentos, eles se transformaram em palavras.Observe suas palavras, elas se transformaram em ações.Observe suas ações elas se transformaram em hábitos.Observe seus hábitos, pois eles se transformaram em caráter.Observe seu caráter pois ele se torna o seu destino."
Um soberano não deve empreender uma guerra num ataque de ira; nem deve enviar suas tropas num momento de indignação. Quando a situação lhe for favorável, entre em ação; quando for desfavorável, não aja. Deve ser entendido que, um homem que está enfurecido voltará a ser feliz, e aquele que está indignado voltará a ser honrado, mas um Estado que pereceu nunca poderá ser reavivado, nem um homem que morreu poderá ser ressuscitado.
Com numerosos cálculos, pode-se obter a vitória. Teme quando os
cálculos forem escassos. E quão poucas chances de vencer tem aquele que nunca calcula!
O general que avança sem desejar fama e recua sem temer o descrédito, cujo único pensamento é proteger seu país e prestar um bom serviço ao soberano, é a jóia do reino.
A espada embainhada: a mais perfeita forma de vencer é impedir os planos do inimigo; depois, evitar a junção de suas forças; e por fim, ataca-lo no seu próprio campo.
“Para vencer, deve conhecer perfeitamente a terra (a geografia, o terreno) e os homens (tanto a si mesmo quanto o inimigo). O resto é uma questão de cálculo. Eis a arte da guerra.”
Simplicidade, paciência e compaixão. Estes são os três maiores tesouros que você pode ter. Com simplicidade em suas ações e pensamentos, você retorna ao núcleo de sua essência. Com paciência, tanto com os amigos quanto com os inimigos, você vive em harmonia com o universo. Com compaixão a si mesmo, você reconcilia todos os seres do mundo.
Um hábil empregador de homens usará o prudente, o bravo, o cobiçoso e o burro. O prudente terá prazer em aplicar seu mérito, o bravo sua coragem em ação, o cobiçoso é rápido em tirar vantagens, e o burro não teme a morte.
O amor é de todas as paixões a mais forte, pois ataca simultaneamente a cabeça, o coração e os sentidos.
Conta-se que o jovem Tzu-Chang dirigiu-se um dia ao grande Confúcio e perguntou-lhe:
Quantas vezes deve um juiz refletir antes de sentenciar?
Respondeu Confúcio:
Uma vez hoje; dez vezes amanhã.
Assombrou-se o príncipe Tzu-Chang ao ouvir as palavras do sábio. O conceito era obscuro e enigmático.
Uma vez será suficiente, elucidou com paciência o Mestre, quando o juiz, pelo exame da causa, concluir pelo perdão. Dez vezes porém, deverá o magistrado pensar, sempre que se sentir inclinado a lavrar a sentença condenatória.
E concluiu, com sua incomparável sabedoria:
Erra, por certo, gravemente, aquele que hesita em perdoar; erra, entretanto, muito mais ainda aos olhos de Deus, aquele que condena sem hesitar.
Hui Tzu caminhava com Chuang Tzu pela beira do rio, e Chuang comentou: “veja como os peixes estão alegres no riacho!”
“Um momento”, disse Hui Tzu. “Já que você não é um peixe, como sabe que eles estão alegres?”
“E já que você não sou eu, como sabe que eu não sei que os peixes estão alegres?”, disse Chuang Tzu.
Hui contra-atacou: “se eu, não sendo você, não posso saber o que você sabe, imagine você, que não é peixe, saber o que eles sabem!”
“Deixemos de discussões inúteis”, replicou Chuang Tzu. “Voltemos a pergunta original: como eu sei que os peixes são felizes?”
“Exato”, disse Hui.
“Porque me fazem feliz”, concluiu Chuang. “A felicidade contagia”.
Glorioso tipo 2pac
Engenhoso tipo Da Vinci
Estrategista tipo Sun Tzu
Veja a morte tipo Prince
Déjà vus como Chico Science
Rigidez calejando a pele
A cabeça mais ou menos ice
Que esse mundo me congele
Tô enxergando a escuridão, mas nós somos luzes
Carregamos cruzes, somos luzes negras
Engolimos todos, superamos tudo
Tamo nesse jogo, focado nas regras
Fadado ao menino destino
Que nem os Deuses escaparam
"A superação ideal, segundo a filosofia da Arte da Guerra de Sun Tzu, é aquela que ocorre de forma tão estratégica que o problema deixa de existir antes mesmo de se tornar uma luta exaustiva."
Todos podem ver a tática que emprego para conquistar, mas o que ninguém pode ver é a estratégia da qual decorre a vitória.
("A Arte da Guerra")
Porque acredita em si mesmo,
ele não tenta convencer os outros.
Porque está contente consigo mesmo,
ele não precisa da aprovação dos outros.
Porque ele aceita a si mesmo,
o mundo inteiro o aceita.
