Lamento pela Morte de um Ente Querido

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O meu computador é um porto aonde eu me abrigo.


@MicroTec

A família dividida.




Um desconforto sem conta,

no mundo em ebulição;

com a divisão das pessoas,

por razão de opinião;

jovens sem respeito aos pais,

numa prática contumaz,

só gera desunião.




Opinião divergente,

é bastante salutar;

mas, se parte com insultos,

enterramos o verbo amar;

por não sabermos ouvir,

muito menos discutir,

no ambiente do lar.




A sabedoria nos mostra,

o caminho a seguir;

evitando a todo custo,

o que pode dividir;

por sermos todos irmãos,

e na condição de cristãos,

precisamos nos unir.







A vida já não é fácil,

nos dias que atravessamos;

guerras, fome e miséria,

com o que já acostumamos;

a família separada,

não pode esperar por nada,

a não ser os desenganos.




Para quem tem referência,

sobre a vida em harmonia;

é bem mais fácil que outros,

que não ver no dia a dia;

ambiente de união,

muita paz no coração,

pensamento em sintonia.




Peçamos por todos esses

presos, na escuridão;

suplicando ao Pai Eterno,

que lhes dê sua bênção;

de amor paz e bondade,

vida em fraternidade,

e um Sagrado Coração.




Natal, 18/09/2025

valano

Sou a existência por um breve instante nesse ciclo natural, minha consciência projeta imagens que me satisfazem ou às vezes me gera um mal-estar, mas é assim que funciona a existência da consciência enquanto estamos caminhando por esse plano universal.

Hoje eu vejo claramente. Quarenta e cinco anos de derrotas. Sou um sobrevivente solitário. Não posso confiar em ninguém.

A maior decepção em um relacionamento é perceber que todo o amor, carinho e atenção que você ofereceu nunca foram correspondidos da mesma forma.

Pra hoje? Um poema!

Eu amei

Em mim não existe arrependimento, eu amei, mas, não tive tempo e nem condições de amar, eu amei na adversidade.

No contrário das ondas, no andar contra o vento, no desespero da dor.

Na insônia de minhas noites, na solidão das minhas dores, eu amei na inutilidade que meu ser devora, na ausência de saúde em mim.

No pensar de uma canção de outrora, no pesar de quem não fui bastante, na incerteza do meu choro em pranto.

Amei sem poder amar, mas, amei!

Obs. Esse é um trecho do meu livro: O último dia, do último mês.

Uma frase ou um poema… Parte 1

Lápide

Fiz tudo que o tempo me permitiu fazer, mas, ainda que tivesse tempo, seria tarde pra fazer o que não fiz!

A troca de ideias com amigos, tanto os de longa data, quanto os recém-chegados, é um dos combustíveis mais poderosos para a evolução pessoal. E essa minha fome de conhecimento, longe de ser arrogância, é uma expressão nobre de quem quer florescer, não apenas para si, mas para compartilhar com os outros.

Escrevi um livro sobre você. Mas ele nunca sairá do manuscrito.

Talvez um dia agente se encontre de novo no mesmo lugar que nos conhecemos.

Se a vida me desse um pedido eu escolheria você.

Se alguém te chamar de estrelinhas, lembre-se, você será sempre um astro.

Acredite na sua intuição. Tudo que fugir ao seu sentimento é um ato de afronta ao seu espírito.

A resignação pode ser entendida como um estado psicológico em que o indivíduo, ao confrontar situações adversas e inalteráveis, opta por aceitar a realidade sem lutar contra ela, refletindo uma postura de conformidade que, embora possa ser vista como passiva, também pode proporcionar uma forma de alívio emocional e redução do sofrimento.
_____ Geziel Moreira Jordão (Dedy Dú Alecrim)

Colibri Dourado

Colibri Dourado




Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.




Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.

Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,

Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.




Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,

Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.

Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,

Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.




Não fugiste. Não te encolheste.

Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,

E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,

Num pacto ancestral com o temporal.




Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,

A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,

A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.




Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,

Mas aquele que se torna um com ela,

Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,

E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.




Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,

Tu és filha do sol e da nuvem pesada.

Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.

Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.

Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...




E assim, sempre que a chuva descer,

Eu me lembrarei de ti.

E em vez de buscar um teto,

Estenderei meus braços para o céu,

E simplesmente dançarei.

Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.

Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.

Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.

Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.

Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.

Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.

Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...

E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.

Nos tempos de hoje, o homem de verdadeiro caráter é muitas vezes confundido com um tirano, porque sustentar princípios inegociáveis parece, aos olhos frágeis, uma ameaça maior do que a própria decadência moral.

Nem todo mundo precisa ser um 'Nietzsche' para saber que a solidão pode ser uma escolha.
Se vier encher o saco prefiro ficar sozinho . . .

Esquecimento


Estrada singular
Busca um lugar
Um estado para contemplar
Intensidade movimento empolgante
Navegar tecendo horizonte
Esquecendo o mundo.

Eu vejo um mundo em agonia, onde muitos correm para uma direção onde não tem salvação, se dirigindo inconscientementeao um próximo abismo.

"Ainda tô falhando. Mas tô falhando em um nível que você nem tentou alcançar."