Lamento pela Morte de um Ente Querido

Cerca de 448837 frases e pensamentos: Lamento pela Morte de um Ente Querido

⁠Nós somos tão livres que podemos acreditar que somos escravos.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠⁠O ser humano criou "a razão" para se defender, mas acabou virando escravo dela.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A vida fica mais bela quando escolhemos florir em vez de ferir.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A estrada nunca é firme, a firmeza está no caminhante.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Só o amor não basta, é necessário confiança, respeito e admiração.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Quer ser amado por todos? Seja medíocre.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Nos ensinaram que os extrovertidos são mais maduros e equilibrados. Não é verdade, muitos são sociáveis porque não suportam ficar sozinhos.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Não romantize o que não é para ser romance, nem toda lagarta vira borboleta.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A expectativa é o primeiro passo para a decepção.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Não há tirania pior do que aquela cuja desculpa é o bem do oprimido.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠A vida é como uma grande festa, onde você conhece bastante gente, e sempre chegam novas pessoas, mas em algum momento essas pessoas irão embora, e você também irá, e o mais triste de tudo isso é lembrar que essa festa continuará sem você.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠⁠A pessoa certa não vai aparecer enquanto a errada estiver ocupando vaga.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Sou a multiplicidade do eu
A incansável busca por mim mesmo
Sou a poesia que nunca acaba
A expressão da alma, que é infinita.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠⁠Falar e escrever seriam inúteis? Efêmero falar, que nada exprime. Embalo-me na angústia da comunicação. Palavras são como cascas que se desfazem, nada mais que vãos rastros da emoção. Prisioneiras do sentido, as palavras se perdem no mar da insuficiência, a trama da linguagem é sempre tecida em ilusões, aprisiona a verdade em suas limitações.
A boca que se abre, a caneta que desliza, são meros instrumentos de uma busca indecisa, entre o dizer e o calar. O silêncio, em sua vastidão indomável, transcende a palavra e o ego. Não se prende a conceitos, não se aprisiona, é a pausa significante, a verdade que sussurra além do verso e do grito.
Encontro a liberdade de ser, de simplesmente ser, no silêncio, no vácuo, na ausência do dizer. Apenas existir, além do verbo, é o meu querer.
Escrever é apenas um exorcismo das ideias que perpetuam aqui dentro. O papel, meu confessionário mudo, testemunha fria, onde vou destilando mágoas, desvendando traumas. As letras que emergem são pedaços da minha solidão, uma ponte entre o caos e o desejo de renascer, e, ao revelá-la, sinto-me mais perto do amor. Encontro-me em cada verso, escrever é libertar-me também, é o alimento da alma em turbulência.
Contudo, és tu, ó silêncio, a língua que mais compreendo, no vazio de tuas pausas, meu ser se estende. Palavras são fumaça, que se dissipam no ar, enquanto o silêncio, no âmago, faz-se morar.
Ah, inútil é falar, inútil é escrever, quando a verdade se oculta no não dizer. A eloquência dos gestos, a dança do olhar, a palavra que se cala, é o que há de mais raro habitar.
Nas sombras do silêncio, encontro meu personagem. Em cada pausa, um mundo vasto se revela, onde o ser e o nada se fundem.
No abismo das reflexões, o pensamento vagueia, sutilmente capturado pelo desespero. Entre a razão e o caos, a alma se incendeia.

Inserida por xALVESFELIPE

⁠Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido;
Porque, quanto mais tenho delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto pecado,
A abrandar-vos sobeja um só gemido:
Que a mesma culpa, que vos há ofendido,
Vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma ovelha perdida e já cobrada
Glória tal e prazer tão repentino
Vos deu, como afirmais na sacra história,
Eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
Cobrai-a; e não queirais, pastor divino,
Perder na vossa ovelha a vossa glória.
A JESUS CRISTO NOSSO SENHOR, GREGÓRIO DE MATOS

Inserida por laurenmatta

⁠Buscando a Cristo
A vós correndo vou, braços sagrados,
Nessa cruz sacrossanta descobertos,
Que, para receber-me, estais abertos,
E, por não castigar-me, estais cravados.
A vós, divinos olhos, eclipsados
De tanto sangue e lágrimas abertos,
Pois, para perdoar-me, estais despertos,
E, por não condenar-me, estais fechados.
A vós, pregados pés, por não deixar-me,
A vós, sangue vertido, para ungir-me,
A vós, cabeça baixa pra chamar-me.
A vós, lado patente, quero unir-me,
A vós, cravos preciosos, quero atar-me,
Para ficar unido, atado e firme

Inserida por laurenmatta

⁠⁠Solidários, seremos união. Separados uns dos outros, seremos pontos de vista.

Inserida por ericfbarros

⁠Nunca voltarei.
Nunca voltarei porque nunca se volta.
O lugar a que se volta é sempre outro.

Álvaro de Campos
Pessoa, Fernando. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática. 1944.

Nota: Trecho do poema "Là-bas, Je Ne Sais Où...", de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa.

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Inserida por ericfbarros

Quem Tem Razão, Não Precisa Dar ExplicaÇão.

Inserida por JRabellodeCarvalho

Vale Muito Mais Ter Pena Dos Vivos Do Que Respeito Pelos Mortos.

Inserida por JRabellodeCarvalho