Lamento pela Morte de um Ente Querido
*Algo estranho acontece lá fora, e eu aqui dentro não consigo dormir, não sei se é saudade o desamor, mas ambos me fazem pensar, e assim vou trocando de travesseiros e revirando na cama sem ter ao menos como sonhar.*
(Saul Beleza)
Sei que você é uma mulher forte, e que o teu chão sumiu muitas vezes, sei também o quão é difícil.
Existe até o medo de amar e ficar dependente.
(Saul Beleza)
Assim é ela:
Hilária, divertida, moleca, alegre, maçã com limão, mãe, irmã, amiga, avó, tia, sogra, cunhada, brigona, original, Skol, chopp, quibe, chá, café, café, café sem açúcar, patrola, dorminhoca, fogosa, bandida, descarada, sincera, honesta, meia boca inteira, e eu fico maravilhado com ela.
(Saul Beleza)
Me disseram que sou medíocre ao fazer minhas postagens e escrever meus versos, gostei de saber disso, mas te falo com toda minha mediocridade, não escrevo para te agradar, escrevo por ter vida.
(Saul Beleza)
*Não existe milagre tipo transformar água em vinho, existem sorrisos, pessoas gentis, crianças correndo pelas praças, amantes se entregando na madrugada, amores nascendo de um encontro, mães chorando de alegria no parto e pais entendendo a partida do filho.*
(Saul Beleza)
A separação:
Ficaram as crianças/levei a recordação,
Ficaram as roupas/levei a pele,
Ficaram as almofadas/levei o cansaço,
Ficaram os lençóis/levei o sonho,
Ficaram as prateleiras/levei o bornal,
Ficaram as mesas/levei a fome,
Ficaram os fogões/levei a chama,
Ficaram os cômodos/levei o vazio,
Ficaram as plantas/levei a semente,
Ficaram os amores/levei a saudade,
Ficaram os dias/levei a alba,
Ficaram!/levei...
(Saul Beleza)
As palavras fluem, como águas do corrego Campo Alegre, que deságua no rio São Tomaz, e assim segue teu curso, puro, repleto de emoções, que transborda em versos, até chegar ao mar.
O poesia é um canal, o poeta um condutor de alma
Que transforma dor em beleza, e tristeza em canção
Um alquimista das expressões, que cria e recria o mundo ao seu redor, com a força do pensamento
A poesia é um dom, uma dádiva do céu,
um sussurro do divino, que ecoa nos ouvidos.
Um sopro à vida, um convite à paixão.
Um poeta é um amante, da alma, do amor e das tentações.
(Saul Beleza)
Nem imagina o estrondo que saudade faz
Ecoa no peito, sem parar
Eu aqui com meus madorno, sonhos repentinos
Vendo tua imagem, sem te encontrar
A distância é um abismo, que não se cruza
Só resta a memória, e a vontade de voltar
Mas por agora, só resta sonhar
Com o reencontro, e o abraço que vai durar.
(Saul Beleza)
Eu não acredito no que vejo,
Nem no que os olhos mostram, nem no que o mundo diz.
Eu creio no que me faz feliz,
E assim te aceito, distante, mas perto no meu riso.
Te aceito assim, longe, mas presente
Naquilo que me faz sorrir, no que me faz viver.
A distância é um espaço, mas o coração não tem fronteiras
E no que me faz feliz, você é o que eu quero ter.
(Saul Beleza)
Mesmo sendo discreto, tentei esconder
O amor que sentia, quis manter em segredo
Mas não consegui te amar secretamente
E agora o que resta é esse amor, tão exposto e verdadeiro.
(Saul Beleza)
Sustentei teus sonhos, fui cúmplice da tua paixão,
Criei raízes num amor que era só ilusão.
Mas não fui infeliz, não, não me arrependo.
Porque amar você, mesmo em vão, foi o que me fez viver, e ser.
(Saul Beleza)
Sou uma hospedaria de quartos vazios
Onde a saudade é a única hóspede
Enche o vazio com lembranças, suspiros
E o silêncio é o único som que ecoa
Os quartos, antes cheios de vida e amor
Agora são túmulos de sonhos e promessas
A espera é a única companhia
E a saudade, a única que nunca vai embora.
(Saul Beleza)
Não sei se te aceito ou se vou sofrer
Volta e vem me machucar, é o que você quer?
O coração dividido, dúvida cruel
Se abrir ou se fechar, qual é o papel?
Medo de sofrer, medo de amar
Mas o desejo de ter você é maior
Vai que é linda a dor de amar
Ou vai que é só mais uma forma de se perder.
(Saul Beleza)
O amor me ensinou a lição
que a felicidade é só uma estação.
Pensava que era só alegria.
Mas a verdade é outra, a dor também é dia.
Aprendi a suportar o que não vem no cardápio.
A espera, a saudade, o coração vazio,
amar de verdade é aprender a lidar
com as dores que o amor pode causar.
(Saul Beleza)
Quando os olhos do mundo chorarem.
A dor será uma só, a união será real.
Povos unidos na tristeza e na dor
Pararão a guerra, e a paz será o sinal
A lágrima é um rio que transborda.
A compaixão é a força que sobra.
Quando a dor for compartilhada.
A união será a arma contra essa guerra insana
(Saul Beleza)
A noite se estende, insônia cruel
A chuva cai mansa, única fiel
Companhia silenciosa, som de paz
Enquanto o mundo dorme, eu sinto a solidão
Gotas no telhado, ritmo lento,
Pensamentos que não cessam.
A escuridão abraça, a chuva sussurra
"Está tudo bem", mas a alma ainda não sacia.
{Saul Beleza)
Palavras que dançam, jogam e brincam
Dúbias intenções, significados que se escondem
Pensadores astutos, letras que seduzem
Leitores atentos, mentes que se abrem
O jogo das palavras, um tabuleiro de xadrez
Movimentos sutis, estratégias que se cruzam
O que se diz, o que se cala
Um jogo de palavras, um duelo de mentes.
(Saul Beleza)
Te penso, e imediatamente te vejo, e ao vê-la, eu sonho, e sonhando eu à quero, e te querendo! Te penso...
(Saul Beleza)
Assim caminhava João, estrada a fora, sol escaldante, botina apertada, calça larga, e imbira era o curião, camisa remendada com retalhos de um tecido cortado de um velho colchão de capim, na gibeira, algumas palhas para o cigarro, no bornal, uma banda de rapadura e uma lesga de carne seca, o cantil já pelo meio, água por perto não existia, o córrego estava a oito léguas a frente, João pensando na dificulidade da vida que levava, mas no fundo era feliz, pois estava longe dessa guerra que assusta o mundo.
Então, João continuou sua jornada, o sol a pique, a botina apertada, mas o coração leve. Ele sabia que a vida era dura, mas também sabia que a liberdade valia a pena. Ao longe, viu uma sombra, um oásis no deserto. Era uma velha árvore, com um córrego murmurante ao lado. João se aproximou, sentou-se à sombra, e começou a mastigar a rapadura, sentindo a vida simples, mas plena.
(Saul Beleza)
*Amor que não cobra*
Te quero perto do jeito adulto,
que divide a cia debaixo do cobertor,
sem promessa de filme da Disney,
só de café passado e louça lavada.
Se vier pra junto de mim
traz teu mau humor de segunda sem ter tomado um café amargo,
que eu respeito seu ronco nas madrugadas
e a gente negocia o lado do sofá.
Amor não é fogos de artifício,
é saber calar quando o outro tá cansado
é lembrar de comprar o pão
e não transformar celos em uma guerra.
Não precisa ser pra sempre
só precisa ser honesto hoje,
e amanhã a gente conversa de novo
com os dois pés no mesmo chão.
Se azedar, a gente adoça com respeito
se apertar, a gente afrouxa com conversa
se acabar, acaba sem dívida
mas enquanto durar, que seja inteiro e verdadeiro.
(Saul Beleza)
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