Lamento pela Morte de um Ente Querido
Entre o Real e o Fingido
Vivemos em um mundo de aparências, onde todos parecem felizes, atraentes, ocupados, e quem não acompanha esse ritmo, parece fora de lugar.
Nas redes sociais, escolhemos as melhores fotos, às vezes até as antigas para convencer a nós mesmos de que está tudo bem, de que é só uma fase ruim.
Mas por trás das imagens, há silêncio, há cansaço, há dor.
Somos julgados por tudo: pela beleza, pela ausência dela, pela presença, pela doença, pela forma como sentimos ou deixamos de sentir.
E quando resolvemos nos afastar, nos desintoxicar daquilo que nos faz mal, o mundo nos cobra.
Mas quando estamos presentes demais, quando mostramos nossa verdade, também incomodamos.
Ser verdadeiro se tornou quase um ato de resistência.
É complicado existir em um mundo que exige máscaras para aceitar rostos reais.
Complicado ser calmo em meio ao barulho.
Complicado ser essência em meio a tanto personagem.
Poucos percebem o que há nas entrelinhas, o bem maior que cada um carrega dentro de si.
O mundo está apressado, forjando personalidades para que todos pertençam a algo, mesmo que seja ao irreal.
Mas eu me recuso a pertencer ao fingimento.
Prefiro o silêncio verdadeiro a qualquer palavra ensaiada.
Prefiro a ausência sincera à presença mascarada.
Prefiro ser alma, ainda que doa, do que parecer inteira quando estou quebrada.
Se uma opinião contrária à sua própria faz você sentir raiva, isso é um sinal de que você está subconscientemente ciente de não ter nenhuma boa razão para pensar como pensa. Se alguém afirma que dois e dois são cinco, ou que a Islândia está na linha do equador, você sente pena ao invés de raiva. As controvérsias mais selvagens são aquelas onde nenhum dos dois lados possuem boas evidências. A perseguição é usada na teologia, não em aritmética, porque na aritmética há conhecimento, mas na teologia existe apenas opinião. Assim, sempre que você se ver ficando com raiva devido a uma diferença de opinião, esteja alerta; provavelmente você vai descobrir, em exame, que a sua crença está indo além do que a evidência garante.
Ela é tão dedicada
Ela me faz um bom dia.
Ela é encantadoramente desajeitada.
Ela é compreensiva.
Ela é meio louca.
Ela é ela.
Ela é singular
Ela é tão diferente,
Ela causa uma inveja.
.. e Ela é tão ela ..as outras,
bem as outras são iguais.
Amar não é só dizer ''Eu te amo'', é fazer uma conexão, em um outro, lugar onde você realmente pode mostrar o que você pode fazer por amor.
Um homem é mais homem pelas coisas que silencia do que pelas coisas que diz. Vou silenciar muitas. Sabendo que não há causas vitoriosas, gosto das causas perdidas: elas exigem uma alma inteira, tanto na derrota quanto nas vitórias passageiras. Criar é viver duas vezes... Todos tentam imitar, repetir e recriar sua própria realidade. Sempre acabamos adquirindo o rosto das nossas verdades.
Compreender a si mesmo requer paciência e tolerância. O “Eu” é um livro de muitos capítulos que não podem ser lidos em um único dia. No entanto, quando você começar a ler, deve ler cada palavra, cada frase e cada parágrafo, porque neles há indícios da totalidade. O princípio é, em si mesmo, o fim. Se souber ler, poderá encontrar a mais alta sabedoria.
MM... Um dia eu acordei e percebi que 40 anos haviam ficado pra trás. Tomei um susto, afinal, metade da minha vida havia virado passado. Depois de tanto pensar e lembrar de tudo que vivi, meu coração voltou a bater tranquilo. Quem viveu 40 anos mais felizes que eu? Poucos. Meus 40 são valiosos porque em tudo eu fiz questão de ser intenso. Um dia eu acordei e 40 anos haviam se passado. Que bom poder trazer comigo a certeza de que tudo valeu à pena e que não há nada do que eu deva me envergonhar!
Somos estimulados a fazer um brinde à sabedoria e a nunca desistir de nós mesmos, por piores que sejam nossos problemas e por mais amargos que sejam as nossas dificuldades.
Vamos, coragem, pobre homem! Foge um pouco de tuas ocupações. Esconde-te um instante do tumulto de teus pensamentos. Põe-te de parte dos cuidados que te absorvem e livra-te das preocupações que te afligem. Dá um pouco de tempo a Deus e repousa nele.
O narcisista não é aquele que se acha o máximo.
Ele sabe que é um pobre coitado, um frustrado,
um inseguro, o qual, precisa constantemente ser
apreciado e paparicado.
- O tempo é fluido por aqui – disse o demônio.
Ele soube que era um demônio no momento em que o viu. Assim como soube que ali era o inferno. Não havia nada mais que um ou outro pudessem ser.
A sala era comprida, e do outro lado o demônio o esperava ao lado de um braseiro fumegante. Uma grande variedade de objetos pendia das paredes cinzentas, cor de pedra, do tipo que não parecia sensato ou reconfortante inspecionar muito de perto. O pé-direito era baixo, e o chão, estranhamente diáfano.
– Chegue mais perto – ordenou o demônio, e ele se aproximou.
O demônio era magro como uma vara e estava nu. Ele tinha muitas cicatrizes, parecia ter sido esfolado em algum momento num passado distante. Não tinha orelhas nem genitais. Os seus lábios eram finos e ascéticos, e os olhos eram olhos de demônio: tinham visto demais e ido muito longe, e frente ao seu olhar ele se sentiu menor que uma mosca.
– O que acontece agora? – ele perguntou.
– Agora – disse o demônio com uma voz que não demonstrava sofrimento nem deleite, somente uma horripilante e neutra resignação – você será torturado.
– Por quanto tempo?
O demônio balançou a cabeça e não respondeu. Ele percorreu lentamente a parede, examinando um a um os instrumentos ali pendurados. Na outra extremidade, perto da porta fechada, havia um açoite feito de arame farpado. O demônio o apanhou com uma de suas mãos de três dedos e o carregou com reverência até o outro lado da sala. Pôs as pontas de arame sobre o braseiro e observou enquanto se aqueciam.
– Isso é desumano.
– Sim.
As pontas do açoite ganharam um baço brilho alaranjado.
– No futuro, você vai sentir saudade desse momento.
– Você é um mentiroso.
– Não – respondeu o demônio. – A próxima parte é ainda pior – explicou pouco antes de descer o açoite.
As pontas do açoite atingiram nas costas do homem com um estalo e um chiado, rasgando as roupas caras. Elas queimavam, cortavam e estraçalhavam tudo o que tocavam. Não pela última vez naquele lugar, ele gritou.
Havia duzentos e onze instrumentos nas paredes da sala, e com o tempo, ele iria experimentar cada um deles.
Por fim, a Filha do Lazareno, que ele acabou conhecendo intimamente, foi limpa e recolocada na parede na ducentésima décima primeira posição. Nesse momento, por entre os lábios rachados, ele soluçou:
– E agora?
– Agora começa a dor de verdade – informou o demônio.
E começou mesmo.
Cada coisa que ele fizera, que teria sido melhor não ter feito. Cada mentira que ele contara – a si mesmo ou aos outros. Cada pequena mágoa, e todas as grandes mágoas. Cada uma dessas coisas foi arrancada dele, detalhe por detalhe, centímetro por centímetro. O demônio descascava a crosta do esquecimento, tirava tudo até sobrar somente a verdade, e isso doía mais que qualquer outra coisa.
– Conte o que você pensou quando a viu indo embora – exigiu o demônio.
– Pensei que meu coração ia se partir.
– Não, não pensou – contestou o demônio, sem ódio. Dirigiu seu olhar sem expressão para o homem, que se viu forçado a desviar os olhos.
– Pensei: agora ela nunca vai ficar sabendo que eu dormia com a irmã dela.
O demônio desconstruiu a vida do homem, momento por momento, um instante medonho após o outro. Isso levou cem anos ou talvez mil – eles tinham todo o tempo do universo naquela sala cinzenta. Lá pelo final, ele percebeu que o demônio tinha razão. Aquilo era pior que a tortura física.
Mas acabou.
Só que, quando acabou, começou de novo. E com uma consciência de si mesmo que ele não tinha da primeira vez, o que de certa forma tornava tudo ainda pior.
Agora, enquanto falava, se odiava. Não havia mentiras nem evasivas, nem espaço para nada que não fosse dor e ressentimento.
Ele falava. Não chorava mais. E, quando terminou, mil anos depois, rezou para que o demônio fosse até a parede e pegasse a faca de escalpelar, ou o sufocador, ou a morsa.
– De novo – ordenou o demônio.
Ele começou a gritar. Gritou durante muito tempo.
– De novo – ordenou o demônio quando ele se calou, como se nada houvesse sido dito até então.
Era como descascar uma cebola. Dessa vez, ao repassar sua vida, ele aprendeu sobre as consequências. Percebeu os resultados das coisas que fizera; notou que estava cego quando tomou certas atitudes; tomou conhecimento das maneiras como infligira mágoas ao mundo; dos danos que causara a pessoas que mais conhecera, encontrara ou vira. Foi a lição mais difícil até aquele momento.
– De novo – ordenou o demônio, mil anos depois.
Ele agachou no chão, ao lado do braseiro, balançando o corpo de leve, com os olhos fechados, e contou a história de sua vida, revivendo-a enquanto contava, do nascimento até a morte, sem mudar nada, sem omitir nada, enfrentando tudo. Abriu seu coração.
Quando acabou, ficou sentado ali, de olhos fechados, esperando que a voz dissesse: “de novo”. Porém, nada foi dito. Ele abriu os olhos.
Lentamente, ficou de pé. Estava sozinho.
Na outra ponta da sala havia uma porta, que, enquanto ele olhava, se abriu.
Um homem entrou. Havia terror em seu rosto, e também arrogância e orgulho. O homem, que usava roupas caras, deu alguns passos hesitantes pela sala e parou.
Ao ver o homem, ele entendeu.
- O tempo é fluido por aqui – disse ao recém-chegado.
Diz Albert Einstein em “Idéias e Opiniões”...
"O Ser Humano é parte de um todo chamado por nós de 'universo', uma parte limitada no tempo e no espaço.
Ele experiencia a si mesmo, seus pensamentos e sentimentos, como alguma coisa separada do resto - uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência.
Essa ilusão é uma forma de prisão para nós, restringindo-nos a nossos desejos pessoais e à afeição por umas poucas pessoas próximas.
Nossa tarefa deve ser a de nos libertar dessa prisão alargando nossos círculos de compaixão para envolver todas as criaturas vivas e o todo da natureza em sua beleza."
Se um dia for necessário seja uma águia:
As águias, quando avistam a tempestade, não recuam.
Abrem suas asas corajosamente, rasgam as nuvens escuras, avançam contra os ventos e enfrentam os choques elétricos da tempestade!
Nesta luta terrível, perdem algumas penas, se ferem, mas não recuam! Elas vão em frente porque sabem que acima das nuvens negras, o Sol está brilhando!
Portanto, seja águia! Lute e ultrapasse os obstáculos, confiando sempre em Deus. Pois Deus está contigo em todas as tempestades.
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