Lamento pela Morte de um Ente Querido
realidade
Eu fico pensando a noite
planejando um futuro a dois
sozinho aqui no canto do meu quarto
imaginado como seria o depois
Por que voce me deixa tão louco
já que voce ja faz parte de mim
voce tem um sorriso tão lindo
será que estou presente em seus sonhos
por que a realidade já não tem
o passado ja teve alguns danos
diretos...
so voce me faz feliz e mais ninguém
por que a saudade me consome?
sinto falta de voce e de mais ninguem
voce tem seus segredos e façanhas
um jeito que faz ir mais além.
As vezes ter tudo é um tudo muito nada, que ocupa o espaço e adormece o seu sentir. Nos arredores o seu "tudo", atrai pessoas interessadas, que em troca lhe dão a falsidade que te faz sorrir. E a sua alma esmola, e pra você pedi uma vaga, na sua mala ostentada de bijouterias. Livrar-se dela, é fazer uma nova bagagem, com amor, sabedoria e humildade, o ouro que a sua alma quer, pra você ser feliz.
Todos falavam demais, gritavam demais, bebiam demais. Procuravam demonstrar seus estereótipos de um modo forçado, quase que empurrado goela abaixo. Enquanto nós, sentados um de frente pro outro, apenas nos sentíamos. Reparávamos no modo como o outro respirava, no piscar frenético dos olhos e até mesmo, no volume escondido pelas roupas. Você percebia que aquela taça que eu erguia a boca não era propriamente uma taça, e sim você. Pelo jeito como eu a tocava, como a degustava em minha boca ao mesmo tempo em que olhava no fundo dos seus olhos, ou quando balançava em frente à face para aspirar todo aquele perfume já decantado, como quem cheirasse até o canto mais obscuro do teu corpo. Na minha mão, naquele momento, era você e não uma taça. E você sabia bem.
Sabia porque, enquanto sentia o teu cheiro de forma indireta, tombava sutilmente o pescoço, o deixando à mostra, e fechava os olhos. Podia me sentir no seu corpo, enquanto a sua mão percorria a haste da sua taça subindo e descendo, com calma e confiança, com leveza e intensidade. A sua perna, mais precisamente a parte interna das suas coxas recostavam-se quase que instintivamente, como uma bateria movida a fricção, que fazia percorrer pelo seu corpo todo uma leve descarga de algo tão sufocante e revigorante, que ainda não tem nome. Mas te fazia querer estar exatamente ali, concentrada.
Talvez para outras pessoas, em meio àquela multidão, fosse difícil não deixar o foco se dispersar. Mas pra nós isso nunca foi problema. Pra quem passava, achava que a gente nem se notava, e nós adorávamos isso. Tínhamos o nosso próprio universo, onde falávamos sem dizer, sabíamos sem precisar demonstrar e nos amávamos através do sentir.
Eu achava que tudo era um sonho, parecia tão real, tão mágico,nosso amor era tão perfeito, como a lua e o sol, você foi embora como uma nuvem que parti sem dizer adeus.
Você é um vencedor mesmo que você não tenha ganhando, há dias de lutas e dias ruins, você não deve desistir na primeira tentativa, você tem o deve de mostrar que você também é capaz de ser forte.
Além do arco-iris há um lugar de fantasia, de amor e esperança, além dos nossos olhos há coisas que vão além do infinito, além da vida há coisas que ninguém é capaz de imaginar.
Admiro essas mulheres que escolhem um caminho solitário e não são levadas por um punhado de bravatas que são lançadas em suas respectivas mesas por algumas raposas que abanam a calda e tentam ceifá-las para suas tocas. O que não consigo entender é como algumas delas conseguem seguir regrinhas (gibis) que foram impostas por nossa sociedade e que dizem que o casamento é algo obrigatório e primordial para uma moça se completar, de preferência na velocidade da luz, ora, esse é o paradigma dos paradigmas, haja vista, que tudo aquilo que é forçadamente imposto é de origem ditatorial e, portanto, digna de total desprezo. Evidentemente, o matrimônio é uma das maiores maravilhas terrenas e um sonho presente no coração da maioria das moças que aqui se encontram, todavia, ele não é um passaporte para a realização plena de uma vida feliz, absolutamente.
Na velha cidade onde não se via mais alegria, pode-se notar uma luz, a esperança diante de um ser, seu espírito lhe dava destaque diante de todos. Sem se importar com os problemas, ele sorriu, sabendo que toda a dor que ele sentiria um dia iria passar.
" Em momentos de crise não ceda! Os sofrimentos duram só um instante, mas o que ficará de experiência durará uma eternidade."
Existem várias maneiras de saber se estamos no caminho certo. Uma delas é notando a aparição de um enxame de inimigos que inexistiam antes de nossa referida glória.
Ser autêntico em um mundo onde ninguém valoriza a ética e a dignidade humana, é como receber uma estrela de xerife no velho oeste, bem no dia em que o bandido mais perigoso da região adentrou a cidade.
Uma das peculiaridades de um idiota é a de que ele vive para observar mais os outros do que a si mesmo.
Se sua mente é um poço de convicções e incontáveis evidências, fazendo com que as dúvidas insistam em não aparecer e, principalmente, a incomodá-lo, com absoluta certeza tu és um completo ignorante. Me arrisco ainda a dizer que nunca foi independente, e pior ainda do que isso: sequer decifrou o que é a liberdade e a confirmação disso é a de que não entenderá nada do que acabastes de ler.
Dezembro é um mês que chega sorrindo,
traz na bagagem muitas expectativas,
ânimo tão esperado…
Dezembro distribui perspectivas de novos rumos,
de promessas, de encontros, de aconchegos.
Perspectivas de amor!
Dezembro transborda o incansável,
as batalhas dos meses que passaram,
as lutas, os desafios, as fugas…
Oferece a lembrança dos prazeres, das realizações,
dos ridículos da vida, das ternuras,
da maciez do carinho, das gentes como a gente.
Dezembro é o senhor do ano!
Tem a capacidade de acordar o menino que dorme
durante onze meses no coração da humanidade e que,
de vez em quando, espreita pela fresta da alma,
o tempo que passa…
Ah! O tempo! E ele passa…
E dezembro chega e incendeia os momentos de alegria,
os lábios de sorrisos, um céu de novas luzes.
Missão cumprida? Talvez.
E dezembro, sem questionar, recarrega a vida de cada
um com energias e forças para a travessia de mais um ano.
Há uma sensação de exagero em dezembro,
pressa não se sabe para quê,
inconstante sentimento de renascer,
um delírio contido que explode na alegria que ensurdece,
vitrine que fita os olhos de quem a vê.
Há mais poesia em dezembro…
Nele cabe o beijo, o abraço demorado,
a lembrança, o perdão.
Nele cabe todo o futuro.
As pessoas ficam mais leves, as músicas contagiam,
há mais ternura que cabe em qualquer lugar…
No dezembro cabe um homem inteiro!
Não importa que surjam obstáculos nas novas caminhadas.
Não importa que venham as dores,
as incertezas, as surpresas alegres ou tristes.
Importa mesmo é que a vida acontece no inesperado e
vivê-la é o melhor presente…
Até quando um novo dezembro chegar.
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