Lamento pela Morte de um Ente Querido

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⁠Qualquer um que já tenha conquistado algo icônico na vida, teve que fazer coisas questionáveis para conseguir.

A consciência de um verdadeiro cristão não deveria se preocupar com ganhos terrenos e a opinião dos outros, mas especificamente com o julgamento de Deus. Muitas vezes nos preocupamos demais com uma sociedade que julga com base no egoísmo e acabamos esquecendo dos ensinamentos de Jesus Cristo, que nos chama a agir com generosidade e amor ao próximo.

A saudade é como um moinho que gira lentamente dentro do peito, movido pelo tempo que insiste em passar, enquanto a chuva fina lá fora derrama gotas serenas sobre as flores do jardim que antes vimos juntos. Cada instante agora é um suspiro, uma recordação suave e persistente, como o som cadenciado da água que bate nas pedras, chamando-me de volta para o silêncio dos dias em que sua presença preenchia o ar.No ritmado murmúrio do moinho, sinto o tempo corroer a distância, mas não o espaço que você ocupa em mim. A chuva, serena e constante, é o abraço frio que lembra a ausência e ao mesmo tempo rega as flores da memória, fazendo brotar esperança em meio à espera. Saudade não é só dor; é o perfume das flores que você deixou e que nunca deixarei de sentir.

Já passei por tudo nesta vida, amigo.
A mente, um turbilhão atribulado, ecos de tormentas que não calam.
O corpo, marcado por cicatrizes profundas feridas que nascem na alma ferida, serpenteiam pelo peito e se instalam nos ossos, como tatuagens de batalhas invisíveis. Sofrimento que começa no pensamento, devora o espírito e termina na essência mais pura de quem sou.
Noites em claro, dias de peso insuportável, mas aqui estou, de pé.
E mesmo assim, a esperança não nos abandona, teimosa chama que resiste ao vento. Virão dias melhores, eu sei.
Um dia, isso tudo findará, como nuvem que se dissipa ao sol.
Estaremos felizes, reunidos à família, aos filhos que são nossa luz eterna, rindo sob céus limpos, livres das sombras.
A vida, afinal, guarda essa promessa para os que persistem.

Sob o céu azul que se estendia como um véu esquecido, as laranjeiras sussurravam segredos ao vento, suas frutas maduras pingando sumo dourado sobre a terra seca. A tristeza pairava, invisível, entre os pinheiros altos e sombrios, cujas sombras alongadas devoravam o chão como dedos de um gigante adormecido. Eu carregava um cesto de trigo vazio, colhido de memórias que o tempo ceifou, e seguia vivo aonde ninguém mora e um ermo de silêncios eternos, onde o eco de risos antigos ainda tremia no ar. Ali, no coração desse nada povoado apenas por fantasmas de folhas, brotou uma planta que nasceu hoje, frágil e teimosa, suas raízes finas rompendo a crosta do solo. Sua semente, no entanto, será plantada amanhã um mistério cíclico, onde o fim precede o começo, e a vida dança no limiar do impossível.

No riacho cantarolante, um beija-flor gira no ar leve e fino como um suspiro. Ramsés projeta pirâmides de espuma, enquanto George Floyd murmura ao Curupira, pés virados no Oceano Pacífico. Ondas de concreto devoram gritos antigos; pele vira névoa, o rei ri com os dentes afiado, o guardião costura ruas sobre o peito ofegante, afinando o ar até pulsar vazio. Mas esse caos esconde um riacho real: do Nilo às ruas de Minneapolis, onde um joelho de um tirano ceifou a vida de Floyd no pescoço, sem ar, ecoando opressões antigas. Ramsés, construtor de impérios, reflete Floyd, vítima do poder que sufoca a dignidade. O Curupira inverte caminhos, guiando o beija-flor a polinizar justiça em dores coletivas. O Pacífico engole monumentos e protestos, mas o riacho persiste, fluxo de resistência que afina o ar dos opressores. Do faraó ao homem comum, mito e rua se unem no pulso vivo: beija-flor voa livre, Curupira ri nas matas, Ramsés cai em pó, Floyd inspira mudança, e o mar pulsa e o rarefeito só para tiranos.

O silêncio contém mais palavras que um dicionário.

A brisa e o vendaval
Um manso rio e a fúria de um temporal
Tudo tem o seu lado bom como também o mal.


Morte e vida se complementam, uns para viver dependem de outros a morrer.


É um ciclo fatal, como também algo tão natural.


Vida e morte faz parte do teatro existencial.

O feminicídio é uma das faces mais cruéis da violência no Brasil. Ele não é “apenas mais um crime”: é o assassinato de mulheres por serem mulheres, resultado de uma cultura de desrespeito, posse e desvalorização da vida feminina. Sentir repulsa diante disso é o mínimo; o necessário é transformar essa repulsa em consciência, postura e ação.
Cada mulher que sofre violência é filha de alguém, muitas vezes mãe, irmã, amiga, é uma vida inteira de histórias, sonhos e contribuições interrompidas. E há um ponto que deveria nos tocar profundamente como homens: todos nós nascemos de uma mulher. Foi uma mulher que nos gerou, que enfrentou dores para nos trazer ao mundo, que nos alimentou, amamentou, cuidou e sustentou nossa vida nos momentos mais frágeis. Nossa própria existência começa no cuidado de uma mulher.
Como, então, pode existir ódio, agressão ou indiferença contra quem representa a origem da nossa vida e da vida de toda a sociedade? Respeitar mulheres não é favor, não é gentileza é princípio básico de humanidade e justiça.
Repudiar o feminicídio é dever coletivo. Isso passa por não normalizar agressões, não rir de desrespeito, não silenciar diante de sinais de violência e educar meninos e homens para o respeito, a empatia e a igualdade. Uma sociedade que não protege suas mulheres está falhando consigo mesma.
Que a indignação não seja só discurso, mas mudança real de atitude. Porque toda mulher merece viver com dignidade, segurança e liberdade. E porque a vida de uma mulher nunca pode ser tratada como algo descartável.

Um dia... Não muito distante do presente, mas sempre perto do futuro.

Sonho de Voar
Carrego asas no pensamento
mesmo preso, sigo o vento
no peito, um céu a chamar
ninguém pode me impedir de sonhar

Nem tudo que brilha é ouro. A simplicidade de um rei é o seu maior tesouro.

⁠o amor não deve ser um segredo

⁠A intimidade excessiva tem um curioso efeito colateral: o da desvalorização. Quando alguém nos conhece desde a infância, tende a nos congelar na imagem do que fomos, e não consegue enxergar o que nos tornamos; ou, pior, o que poderíamos ser. Esse fenômeno é antigo e profundo, tão antigo que nem mesmo Jesus escapou dele. Segundo os Evangelhos, Jesus realizou milagres por onde passou, exceto na sua própria terra: Belém (local de nascimento), onde não realizou nenhum, e Nazaré (local de crescimento), onde, conforme as Escrituras, “não pôde fazer milagres”. Não que lhe faltasse poder, mas lhe faltava fé; fé dos que o cercavam, porque ali o enxergavam apenas como o filho do carpinteiro, aquele que aprendia ofícios com José. Eles o conheciam demais para crer que algo divino pudesse emergir dele. A familiaridade rouba o mistério. O costume abafa o potencial. Nem sempre prosperaremos no meio daqueles que nos viram começar. Muitas vezes, os olhos acostumados ao nosso “antes” são cegos para o nosso “agora”. As pessoas que te viram tropeçar terão dificuldade de ver você correr. Elas não enxergarão seus milagres, porque estão presas à sua origem. E isso não é culpa sua, é uma limitação da perspectiva delas. Profeta de casa tem menos valor, disse Jesus. Essa máxima ecoa nas vidas de todos que tentam crescer no mesmo solo em que germinaram. Por isso, não se espante se o reconhecimento vier de estranhos, se o apoio surgir de quem te conheceu há pouco. Muitas vezes, a validação mais sincera virá de quem não carrega contigo o peso do passado. Saber disso é libertador. Significa que você não precisa provar seu valor para todos, principalmente para aqueles que se recusam a vê-lo. Significa que talvez seja preciso sair de Nazaré para que seus milagres sejam reconhecidos. A semente que você é não foi feita para caber no mesmo vaso para sempre.

Porque quem um dia amou não precisa continuar presente, mas também não deveria transformar a ausência em ferida. Perder o amor dói. Perder a admiração dói diferente. É quando você entende que não perdeu alguém incrível, apenas alguém que não soube cuidar nem da despedida. O fim também mostra quem a pessoa é. Você não sofre mais por perder a pessoa, mas por perceber que a ideia que tinha dela não sobreviveria à realidade. Você passa a lamentar a imagem que construiu dela. Há um cuidado mínimo que permanece mesmo quando o amor acaba: o respeito pela história que existiu.

A pesquisa é um meio que permite um transformar social!

Sobre o direito, Spinoza afirma que existe no mundo um ordenamento essencial, e dele vem o direito natural que tem por origem Deus. O direito natural é para o filósofo as normas que dirigem a natureza. As regras através das quais a natureza se ordena estendem-se até o limite do seu poder. Se o homem seguir as leis da natureza, estará seguindo também as leis de Deus. Se os homens seguirem as regras e ensinamentos recomendados pela razão, o direito natural irá se expressar através dessa razão, que é a natureza do homem.

(da filosofia de Spinoza)

Às vezes eu me odeio por ter um bom coração.

Um dia você acordará e se arrependerá do que fez. Em outro, se arrependerá do que não fez. Até que um dia, simplesmente, você não acordará.

MINHA VERDADE

TRANCADO DIARIAMENTE IMPOSSIBILITADO DE SAIR DEVIDO A UM EVENTUAL ACIDENTE DE MOTO, O CORPO CLAMA POR LIBERDADE; A ENERGIA DE UM AVENTUREIRO CORRE NAS VEIAS, DESBRAVAR O MUNDO NÃO É UMA OPÇÃO É UMA REALIDADE; A NECESSIDADE DE CONHECER CULTURAS, PESSOAS DIFERENTES E ESTÁ EM NOVOS LUGARES NOS FAZ RESPIRAR COM UMA DOSE DE ADRENALINA ELEVADA O QUE NOS MOVE EM DIREÇÃO A UMA RECUPERAÇÃO RÁPIDA, RUMO A REALIZAÇÕES SEM PRECEDENTES; OS PRAZERES DA VIDA E AS VITÓRIAS QUE ESTÃO POR VIR DEIXAM MEU CORPO INQUIETO E COM SEDE DE GLÓRIAS! O PODER MENTAL, O SANGUE DO MEU CORPO AQUECIDO E A FORÇA DE VONTADE DE VENCER ALIMENTAM O MEU DESEJO DE VOLTAR A CAMINHAR; O MEU NORTE GLORIOSO ESTÁ VISÍVEL E FÁCIL DE CONQUISTAR!