Lamento pela Morte de um Ente Querido
A estabilidade social de um País, não está na elaboração de um programas político bem concebido, está antes, na capacidade dos gestoras públicos tornarem eficazes e concretas as suas ações, que visam resolver na prática os problemas reais que afligem o povo, que vive em extrema pobreza.
O dinheiro posto à disposição dos Estados para incorporarem no orçamento de um País, não provém do nada, é sim dinheiro colocado nos cofres do Estado pelo povo, por intermédio do pagamento das suas obrigações ficais, por isso, o povo não tem de agradecer, quando o Estado cria programas que os satisfaçam.
Fiz um balanço do tempo que um dia se foi embora, sobre a nostalgia do suor que embalou o teu corpo no sono do meu amor, dooei parte do meu coração ao teu profundo suspiro.
Ofereço um terço do meu corpo, para servir de terapia para o teu coração desejoso de prazer, quando em momentos de sede pela docura mágica dos beijos que nos enfeitiçam, meus lábios aí não estiverem para compensar o prazer que em ti se impõe.
Um resto de mim, existe pensando no que seria viver sem a minha alma, mas, uma parte do ser que habita dentro do meu ser carnal, coexiste precionado e ambicionando ter um castelo de amor, que compense o meu desejo, emanado do prazer celestial
Ao sabor do vento que me alicia a ter um desejo valioso de amar, corro em busca da fiel presença do anjo do prazer, para que o meu espírito se acomode em torno do desejo de entregar-me incondicionalmente aos suspiros noturnos que me acalenta.
A vida no corpo de um humano sofrido e julgado pelo bem que se vai propondo fazer, nos leva a sufocar a cada dia que passa, deixando-nos cada vez mais exaustos e flagelados pela escuridão que vai asfixiando a nossa mente.
Não temos certeza que o amanhã chegará, mas, realizamos actos que tendem a nos levar para um futuro incerto, mesmo quando os motivos para traçarmos o novo tempo não são tão óbvios, nem concretos quanto podiam ser.
Temos um compromisso com a sociedade e com a Nação, infelizmente, quando somos adultos já pertencemos apenas ao seio da nossa família, somos o reflexo de um Estado e tudo o nosso comportamento é deveras censurado pelo povo.
Os bons ofícios de um funcionário público, reflete a boa ou má educação recebida no seio dos seus progenitores, pois, somos relativamente resultado daqueles que nos deram as primeiras orientações para seguirmos pelo mundo.
Gerir a máquina pública, não é gerir um bem privado, por isso, a nossa gestão tem de ser feita, tendo em conta a satisfação dos anseios da coletividade, pois, o povo é a base e o fundamento da gestão de um gestor público HONESTO.
O povo choro e clame por um prato de comida a mesa, a insensibilidade dos Governos no mundo, levam-lhes a simular a busca de solução por intermédio de realização de galas de doações, mas, estas doações satisfazem os interesses dos seus promotores.
A prosperidade de um povo não se revela nos programas políticos, pois, o povo é o caminho e a chegada firme que garante o progresso social e econômico de um Estado.
Um povo que não sabe o valor real da sua força de trabalho, não percebe o que ganha, nem reclama pelo mau pagamento que lhe atribuem.
Quando um povo não trabalha para atingir a prosperidade, não reclama, nem se opõe perante aos sistemáticos aumentos fiscais absurdos de que os seus governos lhe impõem, pois, um IRT colocado sobre o salário desgraçado do povo, é claramente um insulto à dignidade e a miséria das famílias.
Devemos temer por um futuro triste economicamente, pela pressão e pelas austeridades que o credor do nosso Estado tem nos imposto, pois, todas as medidas até agora impostas pelo FMI a Angola, colocam cada vez mais o povo abaixo da LINHA DA POBREZA EXTREMA.
Fornecer energia e água ao povo é um dever básico dos governos pelo mundo, porém, se estes bens elementares não chegam a população em tempos normais, que garantia tem o povo, que agora com a pandemia e sob pressão do reinício das aulas a água jorrará em abundância nas escolas?!
O realismo sobrepõe ao ideal, por isso, não podemos atinar na ideia de vivermos um novo normal, quando a realidade do nosso País, não expira sequer confiança para expormos os nossos filhos ao risco eminente de serem contaminados pela COVID-19, circulante nas salas de aulas.
Há um ruído na fala dos beligerantes da nossa vida, que em meio a inquietude não conseguem perceber porque razão não falamos da vida dos outros, mas, ainda assim, nos consideram arrogantes e convencidos por apenas sabermos falar de nós.
Em pequenas coisas, encontramos a esperança de um futuro risonho, sobre um presente mal concebido, estão talhadas vivências de um passado jamais construído.
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