Lamento pela Morte de um Ente Querido
Fazer e ser diferente não é um mal de todo, mas, não ser e nada fazer é pura e simplesmente decepcionante.
O continente africano é tido como um reservatório gigante de cobaias, onde as conhecidas melhores investigações científicas são feitas, mas, nenhuma delas é usada para o progresso deste belo e miserável continente.
Um guerrilheiro será sempre um guerrilheiro, ainda que não haja guerra bélica para enfrentar, será sempre a reserva moral e colectiva de um País independente, cuja nova guerra a travar agora, resulta da moralização da juventude sobre a importância de preservar a paz e a reconciliação nacional.
A maior divisa de um povo, está no reconhecimento pontual aos muitos guerrilheiros da Pátria, que sacrificaram as suas vidas em nome da salvaguarda da integridade da Nação e da sua Autonomia.
O dever de cada um dos angolanos face a Independência é preservar o sonho daqueles que tombaram para ver esta terra em paz e em glória.
Existe um canto da nossa alma que pertence ao mundo árabe, mesmo que a ilusão da crença nos leve a pensar que somos seres da terra em que nos encontramos, apenas somos seres existentes num pequeno universo destinto e indeterminado.
A frustração da juventude improdutiva de um Estado, denota tão-somente incoerência na forma de pensar e de ser de um povo, pois, uma Nação sem jovens visionários é apenas uma parcela de terra existente no universo, que serve de economia neutra do cenário mundial.
A política não é uma escapatória para os desterrados economicamente, é antes demais, um meio eficaz, usado para se estabilizar a vida do povo.
A vida é como um relato de um jogo, as nossas falhas são penalizadas pelos árbitros do tempo e, os nossos bons feitos apenas aplaudidos em silêncio.
Um País que não conhece o desenvolvimento, não se pode qualificar como sendo uma Nação, pois, uma Nação é o sinônimo de união e capacidade que o povo deve conservar, para juntamente com os seus mandatários dinamizarem a economia do seu Estado e gerarem o bem-estar social e político da sua Pátria.
Quando um político começa a esforçar o povo a acreditar que a sua convicção é a convicção da maioria é altura ideal para avaliar a sua sanidade mental.
A melhor terapia de um político deve refletir-se na satisfação do bem que faz para o seu povo e, não na desilusão de governar sobre a desgraça dos seus eleitores.
Fecham-se as cortinas de mais um ciclo político anual, a população esperançosa entoa o hino de miséria, fazendo fé que o próximo ano será melhor do que este que agora termina.
A miséria quando faz parte da vida de um povo, o convívio com ela todos os dias, ainda se afigura uma novidade para os seus consumidores.
Quando um povo sonha com o desenvolvimento e, nada faz para que o País avance, este povo está condenado a viver sobre o sudário pesado da sua inação e falta de comprometimento político e social.
O paradoxo universal é que a África é conhecida como um continente vulgarmente pobre, mas, a verdade mesmo é que tem sido a África desde os descobrimentos quem sempre sustentou e sustenta o mundo com as suas riquezas.
Um terço do meu coração já não existe, pois, o tempo e a maldade das pessoas no mundo dilaceram a minha alma todos os dias em que vivo.
A vida é um retrato falado da nossa existência, onde somos procurados continuamente pelas circunstâncias, acusados de fazermos o bom ou o mau uso do nosso destino.
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