Lamento pela Morte de um Ente Querido
Eu paro ao reto,
Vejo um mar de memórias,
Memórias da minha vida,
Minha infância,
Minha existência,
Em num lugar só,
Esse mar me sufoca de nostalgia.
A luz solar pintar as paredes de ouro,
Pintar esse pequeno lar,
que és meu mundo.
O calor dessa pintura,
É o calor da minha infância.
Iluminado as paredes, os tetos e o chão,
Que é uma homenagem para minha infância.
"A tristeza é um rio que, embora possa parecer profundo e escuro, tem um fim. Não é o rio que nos define, mas sim a forma como navegamos por ele. Permita-se sentir a dor, mas não se esqueça de que a cada onda de tristeza, há uma margem de esperança esperando por você."
A humanidade vai chegar num ponto, que irão preferir eleger um androide (I.A) para governar sua cidade e o seu estado.
"Ser 'bom com pessoas' não é suficiente. Um líder precisa ser bom em tomar decisões difíceis também".
A felicidade é complicada. A depressão é fácil, confortável, te mantém em um carrossel de emoções que te distrai, porém não te leva a lugar algum. Se ser feliz fosse fácil, todo mundo seria.
A autocrítica é uma faca de dois gumes, um é mais afiado que o outro: por um lado, você melhora suas habilidades, ou, ao menos, tem a percepção que melhora, por outro, você percebe que tudo que você faz é um lixo sem sentido.
"Promover um puxa-saco, que não entrega bons resultados, é o jeito mais rápido de destruir a moral da equipe."
Uma Tragédia, um Milagre, uma Existência
Dor crônica não é apenas uma condição; é uma consequência que, lentamente, rouba a vitalidade. Ela não mata de imediato, não é um algoz que desfere um único golpe fatal. É, antes, uma tortura persistente, cruel e implacável. A dor crônica não apunhala, mas enfraquece. Não canse a vida, mas subjuga. Ela invade o corpo, retira a autonomia e, muitas vezes, transforma a existência em uma luta contra a impotência.
Essa dor torna a vida uma batalha constante. A racionalidade tenta resistir encontrada, refúgio em pensamentos lógicos e esperanças cuidadosamente cultivadas. Mas a dor é astuta: desafiar a mente, entrar em um jogo psicológico no qual o sofrimento parece sempre levar vantagem. Nesse campo de batalha desigual, a fé surge como última fortaleza — uma fé de que a dor, um dia, cessará; de que um Deus misericordioso aliviará o peso insuportável e oferecerá descanso à alma.
A dor não apenas habita o corpo; ela o domina como um inquilino indesejado que recusa partir. E, assim, uma pessoa se sente à deriva, como estrangeira em seu próprio ser. A espiritualidade é testada em limites inimagináveis. A cada dia, o sofrimento desafia a esperança, esgota as forças e tenta apagar a luz da resistência.
Nesse contexto, surgem os questionamentos: Qual é o propósito de tudo isso? Se a dor não existe, que caminhos seriam trilhados? E se, por graça divina, a cura chegar, haverá uma segunda chance para corrigir erros e redescobrir o significado da vida? O medo da morte paira como uma sombra constante, acompanhada pelo peso da permissão e pelo anseio por redenção.
Ainda assim, o final dessa história permanece aberto. Cada dia é uma batalha, e cada despertar é um ato de coragem. Em meio à tempestade, a fé serve como alicerce, sustentando o espírito e iluminando até os momentos mais sombrios. Apesar do peso, viver é um milagre, e cada pequeno triunfo — mesmo o mais discreto — é uma prova de que Deus é fonte de força e renovação.
A dor, embora tirânica, não tem a última palavra. O Deus que realiza milagres é também o Deus que dá sentido à existência. E é Nele que corpo e alma encontram sustento. Por isso, a luta continua. Porque, entre tragédias e milagres, cada ato de resistência é uma declaração de fé. E assim, sustentados pela esperança de dias mais leves, seguimos em frente, certos de que, ao final, a fé será recompensada com a paz.
Sinto brotar em mim um vazio imenso,
Não qualquer vazio, mas algo tão intenso.
Não sei explicar, mas não dá pra esquecer,
Desde cedo aprendi o que é não viver.
Sonhava em crescer e ter liberdade,
Acreditava que isso traria felicidade.
Mas hoje, cansado, só tento lembrar
Do brilho nos lábios que costumava me encantar.
Me esforço pra rir, mas tudo parece fugir,
Já não sei como é, de verdade, sorrir.
A vida segue, mas parece tão vazia,
Será que algum dia vivi essa alegria?
Ainda assim, sigo tentando buscar,
Alguma razão pra voltar a alegrar.
E percebo que a felicidade não se perdeu,
Só estava esquecida, e não desapareceu.
O vazio me cerca, insiste em ficar,
Mas não vou deixar minha vontade escapar.
Deixo aqui essa ideia pra refletir:
Somos tristes ou esquecemos como sorrir?
Evoluímos muito em tecnologia e tão pouco em moral. É uma pena, pois estamos pagando um preço muito alto por isso. E o planeta como um todo sofre as consequências.
Sentir a dor do próximo é um dom muito especial, que todos possuímos, muitos não sabem e poucos usam
Um objeto só poderia legitimamente ser considerado arte se fosse uma manifestação externa e não adulterada da psique do artista - dos seus pensamentos e sentimentos autênticos.
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