Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Não adianta eu falar do meu amor pras estrelas
Você que me leva aos céus, e depois acaba comigo
E eu em pedaços continuo te amando

- Ah, meu Deus! - eu disse.
- O que foi, Charlie?
- Amanhã eu tenho aula!
Acho que eu não teria conseguido fazê-los rir mais.

A bicicleta da vida não tem rodinhas de apoio. Se parar de pedalar, é queda na certa.

E Sam olhou o papel, e olhou para mim.
- Charlie, você já beijou uma garota?
Sacudi minha cabeça em negativa. Tudo estava muito silencioso.
- Nem mesmo quando você era menor?
Sacudi a cabeça novamente. E ela pareceu meio triste.
Ela me falou da primeira vez que beijou. Me contou que foi com um dos amigos do pai dela. Sam tinha sete anos. E ela não contou a ninguém, exceto a Mary Elizabeth e pois Patrick, há um ano. E ela começou a chorar. E disse uma coisa que eu nunca vou esquecer:
- Eu sei que você sabe que eu gosto do Craig. E sei que te disse para não pensar em mim daquele jeito. E sei que podemos ficar juntas assim. Mas quero que você esqueça todas essas coisas por um minuto, tá bom?
- Tá.
- Quero se a primeira pessoa a beijar você. Tudo bem?
- Tudo.

Noturno nº2

Estás no pensamento,
fixa, presa,
como a estrela no céu,
como a nudez da beleza
sob um véu...
...
...
...
...
...
Estás no meu pensamento
como o som
na corda distendida
como, na bússola, o norte,
como a esperança, na vida,
como na vida,
a Morte...

...a sombra só existe quando brilha alguma luz!

Há melhor coisa da vida é ter uma pessoa que te faz sentir feliz ao seu lado . ⁠

Eu tenho percebido, Dr. Rhodes, que quando recebem responsabilidades, as pessoas normalmente estão à altura da ocasião.

⁠A ansiedade é uma emoção poderosa.

⁠Nada prepara você para a guerra.

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

O mundo virou de cabeça para baixo.

Parte 1
Sementes do Invisível — de encontro à Voz que Mora no Silêncio
(É a origem, o plantio, o despertar silencioso.)


Na estrada misteriosa da existência, cada passo é uma semente. A gente planta no silêncio, rega na luta e colhe no tempo certo — porque a vida não falha, só trabalha no ritmo dela.
E quando o desânimo tenta apagar a chama, basta lembrar que dentro de nós existe um fio de luz que nunca se apaga: a vontade inquieta de crescer, aprender e recomeçar, mesmo quando tudo parece curto demais.

A comunidade O Pensador nasce desse espírito. Um lugar onde cada reflexão vira raiz, cada palavra vira adubo, e cada troca acende novas direções.
Aqui, a esperança não é fantasia — é ferramenta. A motivação não é discurso — é movimento.
E a colheita? Essa chega para quem não desiste da própria semeadura.

Que cada um continue caminhando com coragem, porque quem pensa, transforma.
Quem sente, floresce.
E quem planta com verdade, colhe futuro.

⁠Você disse que queria ter certeza de que tudo estaria perfeito para o seu bebê. Isso significa garantir que ele vai crescer com uma mãe.

Ás vezes acho que Deus está querendo me testar, agora e no futuro.

Imagino se ele pensa em mim, e o que estará sentindo.

Se você usar a sua mente, você pode fazer qualquer coisa.

(Marty McFly)

Somente podemos conhecer o que podemos experimentar.

Felizmente já faz tempo. Pensei que ia contar com raiva no reviver das coisas, mas errei. Doer se gasta. E raiva também, e até ódio. Aliás também se gasta a alegria, eu já não disse?
[...], nada volta mais, nem sequer as ondas do mar voltam; a água é outra em cada onda, a água da maré alta se embebe na areia onde se filtra, e a outra onda que vem é água nova, caída das nuvens da chuva. E as folhas do ano passado amarelaram, se esfarinharam, viraram terra, e estas folhas de hoje também são novas, feitas de uma seiva nova, chupada do chão molhado por chuvas novas. E os passarinhos são outros também, filhos e netos daqueles que faziam ninho e cantavam no ano passado, e assim também os peixes e os ratos da dispensa, e os pintos... tudo. Sem falar nas moscas, grilos e mosquitos. Tudo.

E, no fim das contas, de que adiantava ficar reexaminando nossa tristeza o tempo todo? Era como cutucar uma ferida e se recusar a deixá-la sarar. Eu sabia o que tinha vivido. Sabia qual tinha sido meu papel. De que adiantava repassar isso?