Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Às vezes me sinto como um trem com dezenas de vagões vazio, caminhando sempre em linha reta sem destino algum, ou como uma folha em branco que não dá para escrever, ou como um copo vazio sem fundo.
Mas se eu for parar pra pensar, sou apenas uma massa formada por átomos neste universo criado sem propósito, sem destino. Apenas por acaso.
Fico procurando a razão da minha existência nos sentimentos. Mas quando vc apela para os sentimentos, vc tem que dar algo em troca... Como por exemplo, o amor... Pra você amar, tem que estar sujeito a sofrer. E sofrer faz parte de outro sentimento... A tristeza.
Não, talvez eu não queira isso pra mim... Acho melhor não ser dependente disso parar viver. Acho que o único jeito mesmo é me conformar. Afinal, a vida é assim... Você nasce, cresce, se reproduz e no fim morre e, com um tempo, ninguém mais saberá que vc viveu aqui na Terra, e toda a sua realidade junto com todas as coisas que existiam somente na sua mente, morrerá junto com você.
Qual o propósito da vida? Não sei... Talvez não tenha propósito algum, ou talvez a gente crie a nossa própria razão para viver. Não sei vocês, mas eu ainda não achei a razão da minha.

Durante um discurso na Inglaterra, Winston Churchill participava de um entrevista, sempre com seu jeito retórico e detalhista, até um jovem repórter inconformado com as longas respostas diz:

- Será que o Senhor poderia apenas responder sim ou não às perguntas?
Com um sorriso sarcástico Churchill responde:

- Sim, claro. Assim que você me responder se sua mulher grita quando bate nela, sim ou não.

Um rosto lindo e um sorriso encantador, e um jeitinho de falar que me pirou.

O Surto

Nota: Trecho da canção A cera.

É sempre hora de mudar, de virar a página e se reinventar (mesmo que doa, aprender não é um processo à toa).

O problema não é perdoar, é confiar de novo!
A confiança é como um cristal, uma vez quebrado,
nunca mais volta a ser o mesmo. Você pode juntar
os cacos e tentar colar, mas as marcas serão evidentes.

você está muito sensata
acho bom
você consultar um psicopata

Lute pelos sonhos, busque seus objetivos; batalhe pelos seus ideais e mostre que você é um guerreiro.

Quebrar a confiança de alguém é como amassar um pedaço perfeito de papel. Você pode alisá-lo de novo, mas ele nunca voltará a ser igual.

Pegadas na Areia

Uma noite eu tive um sonho...
Sonhei que estava andando na
praia com o Senhor,e através do
Céu, passavam cenas de minha vida.
Para cada cena que passava,percebi
que eram deixadas dois pares de
pegadas na areia;um era o meu e o
outro do Senhor.
Quando a última cena de minha vida
passou diante de nós,olhei para trás,
para as pegadas na areia,e notei que
muitas vezes no caminho da minha vida
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos
momentos mais difícies e angustiosos
da minha vida. Isso aborreceu-me deveras,
e perguntei então ao Senhor:
"Senhor, Tu me disseste que,uma vez que
eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre
comigo, todo o caminho, mas notei que
durante as maiores atribulações do meu
viver havia na areia dos caminhos da
vida, apenas um par de pegadas.
Não compreendo porque nas horas
em que eu mais necessitava de Ti, Tu
me deixastes".
O Senhor respondeu:
Meu precioso irmão, Eu te amo e jamais
te deixaria nas horas da tua prova e
do teu sofrimento.
Quando vistes na areia apenas um par
de pegadas, foi exatamente aí que
EU TE CARREGUEI EM MEUS BRAÇOS

Desconhecido

Nota: A autoria do texto costuma ser atribuída a Margaret Powers, Carolyn Carty e Mary Stevenson, mas não se sabe de fato quem o escreveu.

...Mais

Eu sou a música insistente de toda manhã.
Os ensaios diários, vespertinos e noturnos.
Eu sou uma vontade inquieta de aprender.
Eu sou o sono que não vem na madrugada.
Eu sempre fui rock, pop e agora também sou gospel.
Eu sou a preguiça de comer
E a alucinação por escrever.
Eu sou a mente fértil e as dúvidas inquietantes.
Eu sou as perguntas retóricas.
Eu sou a necessidade de aprender violão
E a mania de falar o tempo todo.
Eu sou a alegria intermitente em sorrisos sem fim.
Eu sou o impulso, a precipitação e o exagero.
Eu sou a crença quando tudo parece perdido
E a esperança até a última tentativa.
Eu sou a menina tímida desconhecida
E a tagarela conhecida por todos.
Eu sou a tremedeira ininterrupta das pernas.
Eu sou a apaixonada por crianças
E por brincadeira de crianças.
Eu sou o inconformismo e a persistência.
Eu sou a sensibilidade à flor da pele
E a fortaleza oculta.
Eu sou a inquietação com Pluc,
O cachorro mais lindo do MEU mundo.
Eu sou aquela que ama dar abraços e beijos
E que ama igualmente receber beijos e abraços.
Eu sou a boneca da titia,
A manoca de mainha
E a manequim de painho.
Eu sou a que sabe tudo para a irmã mais nova,
A palhaça eterna da irmã mais velha
E a admiradora da irmã do meio.
Eu sou suspiros de alegria e de tristeza.
Eu sou a inconstância da TPM.
Eu sou a criatividade ambulante
E a eterna mania de contar histórias.
Eu sou a menina que sonhava em cantar no colégio
E que hoje, finalmente canta, apenas para JESUS.
Eu sou o que a vida me fez e que eu permiti.
Eu sou a ânsia de estudar e de passar num concurso.
Eu sou a cabeça que nunca pára
E a comilona compulsiva das tardes.
Eu sou a filha brincalhona e sonhadora
E a maluca que a todos diverte.
Eu sou a amiga que ri o tempo todo,
Mas que não enche a cara.
Eu sou uma eterna aprendiz
Que aprendeu a ser feliz quando bateu de frente com JESUS.
Ainda sou a insistência de abraçar e beijar o tempo todo as pessoas que amo
E, a obcecada por informática que sonha em estudar Letras.
Eu sou a romântica incorrigível,
E a que é sempre fiel mesmo depois de traída pelo mundo.
Eu sou a espera pelo amor da minha vida,
A transparência dos meus sentimentos que me deixam vulnerável,
E a entrega completa a esses sentimentos.
Eu sou o carinho e a carência.
A insegurança notória e a força invisível.
Eu sou o olhar no futuro e a prisioneira do presente.
Eu sou a vontade de entender tudo
E a certeza de nunca vou entender nada do que quero.
Eu sou uma lágrima perdida entre tantos sorrisos
E a felicidade por finalmente não me sentir mais sozinha.
Eu sou a leitura alta de textos e mais textos meus ou de outros
E agora também da Bíblia para minhas irmãs e para quem mais estiver por perto.
Eu sou de Jesus, eu sou feliz!
Eu sou a descoberta aliviada de que sozinha eu não posso nada,
Mas com JESUS eu posso o mundo.

-Eu tenho. Tenho um milhão de medos presos aqui nessa linha. Se você desligar, sua vida vai seguir. A minha vai ficar contida nesse aparelho eletrônico. Eu já sou contida de tantas maneiras... Na verdade eu só queria te dizer que por mais que o tempo passe, não consigo preencher meus buracos. Eu olho em volta e não procuro nada. Só porque eu sei que não há nada. Só porque eu sei que o nada que eu quero tá longe de mim. É tudo um enorme, frio e presente nada. Um vazio do tamanho da minha quase existência. Eu quase existo, sabia? Afinal, quem existe por inteiro? Eu não. Eu sou metade amada (porque ninguém me assume por inteiro); metade interessante (porque assusto quem eu quero aproximar e frustro os que ignoram minha muralha); metade culpada (porque ninguém tem obrigação de me amar de verdade quando eu crio bloqueios tristes e vazios). Se você quiser desligar, tudo bem. Eu só tava fazendo drama. Claro que eu vou sobreviver, né? Nunca precisei de uma ligação pra me manter inteira. Mas me diz, e você, tá bem?

Real maravilhoso!

Nossa vida flutuando em dois espaços,
um real – outro fantástico imaginário,
e nesse encontro do real maravilhoso
ficamos presos, partidos aos pedaços
estando em um, desejando o outro.
Vivemos então o momento majestoso,
onde tudo é possível na fantasia criada,
e no equilíbrio dessa realidade virtual,
encontramos a felicidade imaginada
para amenizar a solidão do ser
esmagado na realidade do viver
buscando no fantástico irreal
as ilusões passadas e perdidas.

O passado é história, o futuro é um mistério e o presente é uma dádiva.

Bella, eu não posso existir em um mundo onde você não exista.

História da Carroça Vazia

Num certo dia, um pai convidou o filho para irem de Maratona a Atenas a pé. O filho aceitou com entusiasmo, e disse:

– Que bom! Meu querido pai, quem sabe se não vejo os ilustres sábios a discursarem na ágora de Atenas.

E foram caminhando, depois de um certo tempo, pararam para descansar debaixo de frondosas árvores a beira de um riacho. Se fartaram de beber água e descansaram sob as sombras ouvindo as melodias dos pássaros. Nesse ínterim, também se ouvia um barulho.

O menino apurou os ouvidos e disse:

– Esse barulho deve ser de uma carroça.
– Isso mesmo, disse o pai do menino. É uma carroça vazia...
O filho perguntou ao pai:
– Papai, como o senhor pode saber se a carroça está vazia se ainda não a vimos?
Então disse o pai:
– Ora, é muito fácil saber se uma carroça está vazia por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que ela faz.

O menino virou adulto, e quando ele via uma pessoa falando demais, inoportuna, se intrometendo nas conversas dos outros, tinha a impressão de ouvir a voz do pai dizendo:

– Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

MORAL DA HISTÓRIA

Muitas vezes as pessoas que falam muito não têm muito a dizer, enquanto as pessoas mais inteligentes e sábias geralmente falam menos e ouvem mais.

Isso significa que, quando alguém fala demais, pode ser porque essa pessoa não tem muitas coisas interessantes para compartilhar ou porque quer chamar atenção para si mesma. Por outro lado, quando alguém é mais reservado, pode ser porque essa pessoa tem muitas coisas interessantes para compartilhar e está mais preocupada em ouvir os outros.

É importante prestar atenção na qualidade do que se diz e escolher as palavras com cuidado, em vez de simplesmente falar muito para chamar a atenção.

O homem que não faz nem um pouco além daquilo para o qual é pago, não merece o que ganha.

Não há maior sinal de loucura do que fazer uma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente.

Ilusões, mentiras e decepções. A dor de um coração partido, seus pedaços caem sobre o chão de lágrimas de um amor perdido, um amor que não merece ser sentido.

-Que tal um beijo, Saumensch?
Ficou parado mais alguns instantes, com água pela cintura, antes de sair do rio e lhe entregar o livro. Tinha as calças grudadas no corpo e não parou de andar. Na verdade, acho que ele sentiu medo. Rudy Steiner ficou com medo do beijo da menina que roubava livros. Devia ter ansiado muito por ele. Devia amá-la com uma intensidade incrível. Tanto que nunca mais tornaria a lhe pedir seus lábios, e iria para sua sepultura sem eles.

A pergunta é: e quando o outro é muito mais do que um?