Lamento pela Morte de um Ente Querido
Na vida, assim como a própria vida tudo é passageiro.
Nem sempre você será um vitorioso.
Nem sempre você será um derrotado.
Portanto, não queira demais e não queira tão pouco.
Tente manter o equilíbrio na medida do possível.
Um amigo deve tratar o outro amigo como um Rei. Pois você será visto como o amigo de um Rei.
Isso não serve só para com amigos.
Nossa, esse dia sim representa demais todos os seres humanos.
Todos são crianças em um corpo de uma pessoa adulta.
Uma criança muito especial, dedicada, estudiosa, focada...e muito brincalhona.
Nos divertimos e fazemos os outros se divertirem.
Feliz dia das crianças para vocês também!
🤗🥰
Na vida, se você tiver de ser extra de alguém, que seja por um pequeno período.
Pois você deve ser oficial em Tudo, não aceite ser seguanda opção.
Muitas vezes eu comparo a vida a um download.
Às vezes tudo está indo muito bem mas no último segundo há uma falha.
O passado é uma lição.
O presente é exatamente um presente.
O futuro é aquilo que sobrará do presente.
Então, trate com carinho o seu presente.
A importância de se viver bem o hoje... o amanhã será um reflexo do hoje.
Por tanto, aproveite bem o hoje, pois amanhã você colherá os frutos do que semeou.
Hoje estais chorando ou sorrindo, devido o ontem.
Se você têm certeza que não vale apena se arriscar apenas por um momento, então não arrisque.
Se você têm certeza de que vale apena esperar, então espere o tempo que for necessário.
Muitas vezes esquecemos do que temos e pensamos muito naquilo que não temos.
Esqueça um pouco aquilo que você não tem e seja mais grato pelo o que tem.
As Inquietações de um Peregrino pelo Brasil
Há momentos em que olhar para o passado é inevitável, principalmente quando o futuro desperta tantas inquietações. Aproxima-se mais uma eleição presidencial, e confesso que, ao recordar os caminhos percorridos pelo Brasil, sinto uma mistura de esperança, preocupação e incerteza.
Já vi presidentes chegarem ao poder cercados de promessas, governos começarem sob aplausos e terminarem em meio a críticas. Testemunhei conquistas, crises, mudanças e decepções. E, depois de tantos anos acompanhando a história política do nosso país, uma pergunta insiste em ocupar meus pensamentos: afinal, para onde estamos levando o Brasil?
Ao longo de tantas eleições, aprendi que nenhum governante resolve todos os problemas, mas todos devem responder por suas escolhas e ações.
Agora, diante de um novo ciclo eleitoral, preocupa-me ver um país tão dividido, onde o diálogo muitas vezes cede lugar ao ódio e os interesses políticos se sobrepõem aos interesses da população.
Como peregrino, aprendi que caminhos difíceis exigem coragem, respeito e perseverança. Desejo um Brasil que saiba dialogar, respeite suas instituições, combata a corrupção e coloque a dignidade do povo acima das disputas pelo poder.
O futuro do país não depende apenas de quem ocupa a Presidência, mas também da consciência de cada cidadão.
Carrego comigo uma preocupação que vai além das próximas eleições: que Brasil deixaremos aos nossos filhos e netos?
Já percorri milhares de quilômetros e aprendi que nenhum caminho se constrói apenas com promessas. É preciso dar passos firmes, reconhecer os erros e jamais perder de vista o destino.
Não desejo um Brasil dividido entre vencedores e vencidos, mas uma nação onde as diferenças sejam respeitadas, a justiça alcance a todos e a esperança não seja apenas um discurso.
Porque, ao final de todas as eleições, presidentes passam, governos terminam, partidos se alternam no poder, mas o Brasil permanece. E é por ele, por seu povo e pelas gerações que ainda virão, que não podemos deixar de nos preocupar.
Peregrino Nino Carneiro
O sol da promessa era quente e tão breve,
Um mapa de sorrisos que a vida nos deve.
Acreditamos na dança, na mão a segurar,
Que o amor seria um porto, o doce lugar.
Mas o porto virou farol, a luz é um espinho,
E a mão que me guiava desfez o caminho.
Não há conto de fadas, não há doce canção,
A não ser a memória de uma falsa paixão.
Eu não sou mais criança, já vi a verdade,
A alma está marcada pela tempestade.
E a dor que prometem que cura com o tempo,
É a mesma que pulsa em cada mau momento.
O amor é como o vidro: lindo até quebrar,
E cada fragmento só serve para sangrar.
Não há cura ou abrigo, é um veneno lento,
O amor não é bom, é só sofrimento.
E agora, a lição na voz rouca da razão:
É melhor estar só que dar o coração.
Nascidos fomos, sob um céu de cinza e bruma,
Com a exata medida para a dor sem fim.
Duas metades buscando a mesma espuma,
Um laço trágico tecido em linho carmim.
Desde o primeiro olhar, a alma reconheceu
O espelho partido, a sua parte ausente.
Mas o destino, em escárnio, interveio,
Deixando a chama acesa, mas fria e renitente.
És meu avesso, a chave que a dor contém,
A prova viva de um amor que não se finda,
Mas entre nós, a sombra, o que convém,
O grito mudo de uma estrada que se cinda.
Melancolia em cada suspiro teu que ouço,
Tristeza funda em cada passo meu que dou.
Somos a tragédia do mais puro poço,
Onde a água clara nunca se encontrou.
Ah, esta união de almas, dramática e amarga,
Que nos condena ao longe, ao eterno anseio.
Uma febre que arde e que a vida embarga,
Um abraço negado, morrendo em meio ao meio.
E assim seguimos, dois espectros em conflito,
Ligados pela dor, não pelo doce intento.
Um poema de pranto que jamais foi dito,
O eco que restou de um amor sem sustento.
Antes de você, eu era apenas um mapa esperando por um destino. Você chegou e me trouxe a alegria de quem finalmente encontra o lar.
Você me completa na alma, e cada dia ao seu lado é um verso lindo que Deus escreveu.
Seja qual for o tempo que nos espera, saiba: minha promessa é te amar com a mesma alegria de hoje, por toda a nossa eternidade.
Juro que não vou mais chorar,
Embora a dor ainda seja um mar.
Guardo o que foi no peito apertado,
Um amor lindo, hoje, passado.
Teu nome é um espinho a ferir,
No silêncio que escolhi para seguir.
Mas cada lágrima que agora seco,
É um adeus que à saudade ofereço.
O palco da vida precisa de sol,
Não desta peça fria, sem farol.
Juro, de novo, que não vou mais ceder,
Vou aprender a ser, sem você.
O galo não é despertador, é poesia,
Cantando o início de mais um lindo dia.
E o cheiro... ah, o cheiro! Café em brasa,
Se misturando ao perfume que mora na casa.
O bolo de milho, de receita guardada,
Era a ponte doce da vida adoçada.
Mas nada, nada superava o calor
Do abraço da Vó, feito de puro amor.
No colo macio, o tempo parava,
Tudo de ruim ali se apagava.
Saudade que pulsa, lembrança que fica,
Daquele tempo onde a vida era rica.
Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.
Ó meu ex-amor, a sombra que já não me alcança,
Hoje a brisa que sopra é de um novo amanhã.
Houve dor, sim, mas nela encontrei a esperança,
A força que brotou de uma antiga manhã vã.
Fui teu espelho quebrado, tua voz que silenciou,
Mas a poeira baixou, e a vista ficou clara.
Obrigado por ter me transformado, o que restou
Não é mágoa, é a coragem que em mim se declarou.
Nesta pessoa que eu sou agora, não há vestígio
Daquelas amarras que um dia me prenderam.
O medo se foi, e cada antigo vestígio
De um tempo de trevas, meus olhos já não viram.
Fui casulo em choro, hoje borboleta em voo,
Cruzando horizontes que jamais sonhei tocar.
A tua ausência, enfim, foi o vento que me impulsionou,
E o passado distante não mais me pode assombrar.
Que a vida te siga e que o teu caminho seja,
Eu sigo o meu, com um brilho que só se acendeu.
Agradeço a lição que o teu adeus me legou e teja
A paz em meu peito, um amor que me renasceu.
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