Lamento pela Morte de um Ente Querido
Você tem um grande poder nas mãos! O sapinho mochileiro Gabiróba aprendeu que todos nós temos nas mãos o maior de todos os poderes que é o poder espiritual, e que só precisamos aprender a usá-los. O poder do fogo por exemplo, pode ser usado para aquecer o frio ou para causar grandes desastres e incêndios. Assim também ocorre com o nosso poder espiritual, você usá-lo para o bem o para mal, canalize seus poderes positivamente e venha viajar feliz com esse sapinho...
Misturado como omeletes! O sapinho mochileiro Gabiroba aprendeu que é assim que um relacionamento amoroso deve ser, e não dá para fazer omeletes sem quebrar a casca do ovo. Então quebre esse casca e seja feliz no seu relacionamento, e outra dica...o sapinho mochileiro evita ficar colocando outros ingredientes na omelete para não perder o sabor. Faça sua omelete com muito carinho e aproveite o paladar...saboroso da paixão...todos os dias o dia todo. Curta a simplicidade do relacionamento.
Enquanto menino sou um náufrago do destino que roçando os caminhos do coração encontrou seu amor divino
Infância
as primeiras lembranças que tenho
é de arrancar os cílios um a um,
soprar e ditar um desejo…
Alguém tinha me dito que Deus atende
se fizer uma oração
e oferecer sacrifícios.
Era pequena demais pra entender
repetia o mesmo pedido,um eco
de socorro a solidão.
.
Pedir pra minha mãe voltar
e me buscar.
Vivia agarrada às grades do internato
com a esperança na mão.
Um dia,ela voltou com um senhor.
Eu já estava sem cílios e com uma sensação ruim
de abandono que nunca se curou.
Mas ele me adotou e chamou de filha.
Eu só precisava de um "sim"
Era tudo que eu precisa aquela madrugada
para fazer dar certo.
Um aceno, um aperto de mão, sei lá.
Eu só queria que você confirmasse que
Me queria como eu lhe queria.
Mas o aceno, o aparto de mão e o sim não vieram.
Estou aqui agora com mais vontade ainda de você.
Essa vontade
Esse desejo de ter
Só aumenta com cada bom dia.
Será que se supera um date?
Será que essa vontade passa?
O meu desejo por você só aumenta.
(autor: Vnove)
E certo estava o poeta:
Castelo de areia.
Um litro de água, um punhado de poeira.
Desenfreio insensato, cadência do ato.
Pó de Hypnos é paz, é fato.
Reflexão do lago,
O fim do cigarro, o último trago.
Momento qualquer, riso de criança,
Calor tropical, todo o afã.
A incessante insônia,
O advento da manhã.
A dor da chaga aperta o peito,
O corpo são, a veste pálida.
O estrondo do trovão, a persona gélida,
A solidão brindando à sua volta —
Das fotos, o responsável pela recolta.
O marasmo.
O silêncio que brota em meio à conversa,
O amarelo que envelhece a camisa, tinge o sorriso
E lhe ocupa as folhas do livro,
É o mesmo que te acorda por entre a cortina,
Que te chama do sonho de volta à rotina.
Se cessa e se inicia a noite, menina.
A leitura de Pessoa te pôs fios brancos no cabelo,
Raciocínio não é bom na juventude, espia.
Faz parte dela, sim, a sua estúpida alegria.
A dura vida doura as molduras dos olhos,
A longa melodia da surpresa no fim,
A duradoura ginga de você fugindo de mim.
Eu sinto, e isso machuca. Eu só queria... estar um pouco mais perto.
Sempre me fere pela ausência tão presente.
Sempre me fere essa presença incessante na ausência.
- Marcela Lobato
O Preço da Travessia
O amor é um convite ao abismo,
um passo no escuro onde o chão não se vê.
O medo é o muro, o cinza mecanismo,
a trava na porta que impede o "você".
É o risco de ser, por inteiro, espelho,
de dar ao outro a chave do que guardei no fundo.
É ver o castelo, por mais que ele seja belo,
correr o perigo de se tornar pó, num segundo.
Quem teme a entrega, prefere a margem,
onde a água é mansa e o sol sempre brilha.
Mas a vida se perde em tanta paisagem,
se a gente não entra na própria trilha.
Amar é ceder o controle da maré,
deixar que o outro navegue o que é meu.
E o medo que sinto, de pé, quase em fé,
é o preço que pago por ser quem sou eu.
É o medo de, enfim, ser compreendido,
e, no fim da viagem, não ser mais um perdido
O Equívoco do Olhar
Em meu peito reside o desalento,
De um querer que se perde no vazio;
É como o sopro incerto de um momento,
Que traz o fogo e logo após o frio.
Pergunto ao tempo o que o destino traz,
Se este laço é de seda ou de corrente;
Pois busco o porto e a minha própria paz,
Mas sinto o abismo à frente, de repente.
Não sei se é alma que em silêncio chama,
Ou se é o medo de se dar à sorte;
Pois quem muito se entrega, muito inflama,
E faz da dúvida um castelo forte.
Se o amor é mestre de tamanha ciência,
Que me ensine a ler o que o coração diz;
Pois viver na penumbra da indecisão,
É querer ser maré e ser apenas infeliz.
Sempre que começa um novo dia, algumas dúvidas invadem nosso coração. O futuro é sempre uma incerteza e na vida nada é garantido, mas isso não nos pode impedir de sermos positivos e de mantermos a motivação em alta para tudo que fazemos.
*bom diaaaaaa!!!!!!!*
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