Lamento pela Morte de um Ente Querido
A noite veste o luto do meu erro,
E em cada estrela, vejo o teu adeus.
Um silêncio pesado, cruel desterro,
Onde a culpa reside e jaz nos meus.
O meu peito é um vazio que te implora,
Por um instante apenas de atenção.
A alma, em prantos, clama e a mente chora
O peso esmagador deste perdão.
Se a dor que causei pudesse ser medida,
Eu a beberia em um só gole, infeliz.
Devolve-me o sol desta vida
Que só em teu olhar encontra a raiz.
Perdoa, meu amor, este caminho errado,
Sou apenas um fragmento sem o teu calor.
Sem ti, sou um poema inacabado,
Um grito mudo de eterno e triste amor.
A distância, meu amor, é só um nome frio,
Um mapa inútil, um cruel vazio.
Entre o meu corpo e o teu, um mar imenso existe,
E a saudade, em meu peito, teimosamente insiste.
Cada noite que cai, é um punhal de pranto,
Sinto a falta do teu cheiro, do teu doce encanto.
Mas juro, com a dor que me rasga a alma inteira,
Que este amor é chama, e a distância é só a fogueira.
Não há léguas que quebrem este nosso laço,
Pois te carrego na pele, no sonho, no abraço
Que só a lembrança permite. Não te aflijas, meu bem,
A distância só prova o tamanho que o amor tem.
Nunca duvide de um coração partido, pois é ele quem aprendeu a amar sem medo, e é em seus cacos que reside o brilho mais raro da superação.
Se um dia eu não estiver mais presente, quero que leia este desabafo e sinta o quanto você foi importante. Você foi a melhor coisa que a vida me deu; com você, desbravei novos horizontes.
Seu sorriso é o meu amanhecer particular. Sua pele tem a leveza de uma pluma e seu beijo... ah, seu beijo é como doce, envolvente e viciante.
Minha gratidão por tudo o que vivemos é infinita. Mesmo que o destino nos separe fisicamente, saiba que você foi o meu melhor mundo. Obrigado por existir.
A diferença entre o sábio e o maluco é simples: um domina o conhecimento, o outro domina a surpresa.
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.
Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.
Não fossem as Lembranças Coloridas que eternizastes, jamais suportaríamos a Tristeza de um dia tão Cinzento.
O passado é um museu empoeirado,
onde nada existe além do que já foi.
Sabemos disso,
mas, como bons amantes e hipócritas,
sempre retornamos
ao início do fim.
Caminhamos por corredores antigos,
dançamos com memórias,
brincamos com dores e conquistas
como se ainda fossem nossas.
Tentamos entender
em que curva da vida
nossas escolhas mudaram de rumo,
em que sala ficou o que perdemos.
E assim, presos às lembranças,
às vezes esquecemos
que a vida não mora no ontem,
mas respira — silenciosa —
no agora.
O semáforo da Vida:
“A vida é como um semáforo. O sinal vermelho é o passado: aquele lugar onde ficamos estacionados, somos obrigados a parar e, muitas vezes, acabamos voltando para ele. Já o sinal verde é a direção, o futuro que devemos seguir.”
Brincar de ser cristão também é um direito — acreditar que o encardido faça o mesmo é só outra tolice.
Se os presídios se tornaram poderosas incubadoras de facções, talvez a prisão domiciliar seja só um jeito torto de afastar criminosos da pós-graduação.
Você começa a perceber que a leitura é um caminho sem volta, quando mal desvia os olhos de um texto e se vê lendo e interpretando pessoas.
Quando, sem notar, ela começa a moldar a forma como você enxerga o mundo.
No início, os livros parecem apenas histórias, informações, curiosidades.
Mas, com o tempo, algo muda: cada página lida amplia sua lente interna.
Você já não se contenta em apenas decifrar palavras — passa a querer decifrar gestos, silêncios, intenções…
Aquilo que antes parecia simples ganha camadas, nuances, contextos.
Ler é, aos poucos, aprender a interpretar o humano.
É perceber que as pessoas, assim como os livros, carregam prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Que as entrelinhas não estão apenas nos textos, mas nas conversas, nos olhares, nos desvios de assunto…
Os que cultivam o hábito da leitura acabam desenvolvendo um tipo raro de sensibilidade: não conseguem mais caminhar pelo mundo sem tentar enxergar as histórias escritas em cada rosto, enredos escondidos em cada atitude…
Por isso, a leitura não transforma apenas o leitor; transforma também a forma como ele se relaciona com tudo e todos.
E, depois disso, não há retorno.
Porque, uma vez que aprendemos a ler as páginas da vida, descobrimos que elas nunca acabam.
Aprendemos que cada indivíduo é uma obra aberta, cheia de prefácios ocultos e capítulos inacabados.
Fomos tão seduzidos pelo universo digital, ao ponto de romantizar um mundo onde políticos influencers — eleitos por nós — brincam de governá-lo.
Essa constatação medonha é um convite a pensar sobre a profunda transformação que a política sofreu na era digital.
Hoje, a figura do político tradicional se mistura com a do influencer, aquele que domina a arte da comunicação rápida, do espetáculo e da conexão emocional imediata.
Mas, ao transferirmos nossa confiança e votos para essas figuras, muitas vezes mais preocupadas com a imagem do que com o conteúdo, acabamos por trivializar o exercício do poder.
Quando políticos se tornam influencers, a política vira palco para likes e compartilhamentos, onde o debate se perde para a viralização.
A “brincadeira de governar” — expressão que revela a leveza e a superficialidade com que algumas lideranças assumem responsabilidades sérias — coloca em risco a qualidade da democracia e o futuro da sociedade.
Nós, eleitores e cidadãos, também somos parte desse processo: somos os que elegem, os que curtem, os que compartilham.
Cabe exercitarmos um olhar crítico, exigir transparência, responsabilidade e compromisso real.
Sem isso, continuaremos reféns de uma política de aparência, onde a profundidade das ideias e a seriedade das ações ficam em segundo plano, diante do espetáculo digital.
O desafio está lançado: usar o poder do universo digital para fortalecer a democracia, não para reduzi-la a um jogo de imagens e seguidores.
Enquanto muitos vivem como se a vida de primeiro mundo fosse um drama, muitos brasileiros tropeçam no drama e fazem comédia.
Talvez um dos maiores riscos da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem que o fazem.
Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.
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