Lamento pela Morte de um Ente Querido

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Às vezes, pequenas atitudes geram grandes resultados na nossa vida. Um gesto de bondade, uma decisão simples, um hábito diário... essas pequenas coisas podem transformar nosso caminho, criar conexões profundas e levar-nos a lugares incríveis. Não subestime o impacto do que parece pequeno!

A vingança não é um passe garantido porque você também pode sair a perder. É como um jogo de xadrez, cada movimento pode levar a um resultado inesperado. Às vezes, o melhor é deixar ir e seguir em frente.

O espaço que parece vazio

Quando um vínculo termina, quando um ciclo se rompe ou quando uma estrutura que nos acompanhou por anos se desfaz, a primeira sensação que surge quase sempre é a de ausência.
Um silêncio estranho.
Um espaço que antes estava ocupado e agora parece vazio.

Chamamos isso de solidão.
Mas, na maioria das vezes, não é.

Durante muito tempo, esse espaço não era ocupado por amor, paz ou leveza. Ele era ocupado por conflito, por inconformidade, por tensões silenciosas que exigiam energia constante para serem sustentadas.
Mesmo quando tudo parecia “funcionar”, havia um custo interno. Um esforço invisível para se adaptar, tolerar, justificar, suportar.

O ser humano se acostuma até ao que dói.
O corpo, a mente e o sistema emocional aprendem a conviver com o desconforto como se ele fosse parte da paisagem. Com o tempo, o conflito deixa de ser percebido como algo estranho e passa a ser apenas “o normal”.

Quando esse conflito é retirado — quando há um rompimento, uma decisão firme, um limite respeitado — o espaço que ele ocupava se esvazia de repente.
E esse vazio assusta.

Não porque algo bom foi perdido, mas porque algo pesado foi retirado.

A mente, ainda habituada ao ruído, interpreta o silêncio como falta.
O corpo, acostumado à tensão, estranha a ausência dela.
E o coração, desacostumado à calma, pergunta: “o que está faltando?”

Na verdade, nada está faltando.
O que está acontecendo é uma reorganização interna.

Esse espaço aberto não é um buraco.
É um território em limpeza.

É o novo eu se acomodando, recalibrando, reaprendendo a existir sem precisar se defender o tempo todo. É o sistema emocional entendendo que já não precisa permanecer em alerta. É a vida interna se ajustando a um estado mais coerente com quem a pessoa se tornou.

Por isso, esse momento não pede pressa.
Não pede substituições rápidas.
Não pede preenchimentos artificiais.

Ele pede presença.

Com o tempo, aquilo que parecia vazio começa a revelar sua verdadeira natureza: espaço fértil.
Espaço para vínculos mais saudáveis.
Para experiências mais alinhadas.
Para uma paz que não depende de comparação, validação ou resistência.

O silêncio deixa de incomodar.
A ausência deixa de doer.
E o espaço passa a ser percebido como aquilo que sempre foi:
um lugar limpo, pronto para receber apenas o que soma.

Não é solidão.
É libertação em fase de acomodação.

E isso, embora desconcerte no início, é um dos sinais mais claros de crescimento emocional real.

O Aprendizado do Espelho
O que é o amor, senão um enigma que mudo de face?
Primeiro, ele teve o rosto daquela que me gerou:
Pálida como a neve, fria como um iceberg em alto-mar.
A mesma mão que me amamentou e me deu a vida,
Trazia o gelo e a distância da imensidão do espaço.
Aprendi, ali, que o sangue nem sempre aquece.
Depois, o amor teve olhos de um azul pálido,
Um céu onde mergulhei para deixar de ser menino.
Descobri que o peito bate forte por quem não é do nosso ninho,
E, entre encantos e maturações, a pele enfim engrossou:
Saí da infância e me tornei homem nos braços de outra.
Houve também o amor que nasceu do que era rotina,
Uma amizade que, entre segredos e confidências, floresceu.
Um afeto inesperado que provou que o amor dá frutos,
E transformou o "nós" no milagre de uma nova vida.
E quando o mundo parecia um eterno tom de cinza,
Surgiu quem me trouxe as cores e o respeito.
Ensinou-me que o sentimento não precisa ser turbulência,
Que a durabilidade é filha da calma, não do medo,
E que a paixão só vira amor quando o chão é seguro.
Mas houve ainda quem me roubasse o chão de vez,
Quem me arrancou da zona de conforto e queimou os meus mapas.
Ali, aprendi que eu não controlo o vento nem o tempo,
E que a intensidade é um incêndio que a gente nem sempre domina.
Certa vez eu amei... e todas as vezes eu aprendi.
Pois, no fim de cada partida, de cada dor e de cada abraço,
Encontrei a verdade que as outras faces escondiam:
Só quando amei a mim, com minhas falhas e cicatrizes,
É que entendi o que significa, de verdade, amar o próximo.

A Carta do Lado Vazio
"Acordar e não te encontrar é sentir que falta um pedaço de mim. Sua ausência não é apenas uma saudade; ela se tornou uma dor física, algo que lateja e me rouba o foco das coisas mais simples do dia.
Dói a alma caminhar sem o seu peso ao meu lado, como se eu tivesse perdido o equilíbrio ou uma parte do meu próprio corpo. Mas, mesmo assim, eu me levanto.
Vou seguindo cada hora na esperança de que o relógio esteja trabalhando a nosso favor. Me mantenho de pé pela certeza do nosso reencontro — o dia em que o meu lado vazio deixará de ser dor para voltar a ser você. Estou te esperando, em cada batida do meu coração."

“O cinema pode contar histórias, mas um projeto sólido pode mudar destinos.”

Hoje em dia, não precisa ter talento artístico para ser um sucesso. Basta ter seguidores.

"Ser diferente não é um problema, o problema é se considerar o primeiro e único padrão de 'normalidade'."

"A ganância já matou muita gente, e ainda hoje continua enforcando e crucificando um grande número de pessoas, inclusive mais do que antes."

"Existe um tipo de gente no mundo que, quando entra dentro de um carro, acha que tem o rei na barriga, e até hoje não consigo entender por quê. "

"Chega um momento em nossa vida que paramos de dar tantas explicações. Chega um certo momento em que o que o outro pensa, não nos importa mais. Chega uma hora em que, simplesmente, trocamos o 'não foi isso que eu quis te dizer' por 'entenda como você quiser'."

Tente encontrar umponto de equilíbrio entreo Namastê e oVaisefudê.

🇧🇷⚽🎭

Ponham uma camisa argentina num brasileiro, dêem-lhe um nome argentino, e, ainda assim, de longe, o reconhecerão. Por quê? Porque há, no brasileiro, um gingado inconfundível.

🐐 🐩 🐕 🐾

De que adianta ter um animalzinho de estimação em casa, se você nunca tem tempo pra nada, se quem cuida, e até passeia com ele, é a sua empregada? É só pra ter mesmo, né? É só pra chamar de "seeeuuu", né?!😏

🏀

Se o amor é um jogo de basquete, eu não dei uma dentro. 😜

Ω

O sujeito é tão rude, mas tão rude, que se ele fosse um Transformers, seria uma carroça.

Um político deve antes de tudo e em primeiro lugar priorizar programas que atendam às necessidades básicas da população, como renda, moradia, alimentação, SAÚDE e educação; do contrário, NÃO VOTE NELE.

Outro dia ví, na TV, uma vítima das enchentes de Minas Gerais dizer a um repórter que "eles tinham que aceitar o que Deus envia pra eles, que não podiam fazer nada, a não ser recomeçar"; se não me engano, ele disse isso enquanto limpava a lama causada pela inundação, não me lembro ao certo se era isso mesmo que ele fazia naquele momento. Só sei que na hora eu fiquei sem saber se eu sentia pena dele pela situação ou pelo o que ele disse. Mas em seguida tive a certeza de que é justamente por isso que certos políticos deeeitam e rooolam. É porque ainda existe gente de boa fé, simplesmente, sem malicia.
O que as pessoas precisam entender é que nem tudo o que acontece é Deus quem manda, as enchentes nas cidades, por exemplo, não são "puramente" naturais, tem dedo do homem. Os rios sempre aumentam seu volume de água na época das chuvas, mas eles precisam de espaço para correrem livremente. No entanto, muitas cidades se desenvolveram bem próximas dos rios, e muita gente construiu suas casas às margens desses rios, invadindo suas áreas naturais de inundações, e o nosso governo nem tchum, finge que não é com ele. Isso sem falar nas impermeabilizações das superfícies e nas canalizações dos rios, realizadas pelos políticos, e tooome merda. Ooora, a natureza tem o seu comportamento natural, e seus limites também. Não é a natureza que tem que se adaptar ao nosso modo de vida, muito pelo contrário, é a gente que tem que se adaptar a ela, até mesmo por uma questão de respeito.

Nós próprios somos a causa e o efeito é isso aí que todos estamos vendo.
Todo ano é a mesma coisa. E cada ano é pior. E ninguém tá nem aí, temos dinheiro público à vontade para gastarmos repetidamente com as mesmas coisas, "não sai do nosso bolso", não é verdade?
Esses dias mesmo fiquei sabendo que a região Sudeste vai receber quase R$ 900 milhões para os municípios afetados por enchentes. E não sabemos se esses Estados vão precisar de mais dinheiro para recuperar as suas cidades. Sem nos esquecermos dos milhões gastos em 2010, em 2011... em 2019, e tooome dinheiro público. Fora os prejuízos pessoais de cada cidadão sacrificado social e economicamente. Porque além das pessoas sofrerem com a destruição das suas localidades, também têm suas vidas viradas de pernas pro alto, e o pior é que nem tudo dá pra fazer ou refazer, porque algumas coisas o dinheiro não faz e nem refaz. E isso tudo afeta todo o nosso país e todos nós e não apenas as regiões e seus cidadãos vitimados. Mas agora eu pergunto a vocês: Quantas vezes isso vai se repetir até os políticos se conscientizarem e investirem em planejamento e drenagem urbanos? Será que eles estão esperando a enxurrada levar um dos seus familiares para depois tomarem atitude, heim, será? Ou vão deixar tudo ao deus-dará?

Eu não ganho sequer um centavo pelos meus pensamentos. Mas continuo pensando assim mesmo. 😭

Sempre observe como é que a sua vida vai ficando depois de um determinado alguém entrar nela. Se você começar a ir ladeira abaixo, saia fora da pessoa o mais rápido possível. Pegue as rédeas da sua vida, do contrário, você vai parar no fundo do poço.