Lagrimas de uma Mulher
Todos nós temos uma história pra contar,eu, você. tu sabes qual é a tua história?procure entender o teu passado ,so assim entenderá o teu presente e desenvolverá o teu futuro.
" Os tolos desdenham até do eloquente silêncio, pois tudo, além do adaptável ermite uma mensagem. "
" Ninguém é louco. É apenas uma pessoa com uma ideologia que realmente o distingui daqueles que se dizem normais."
" Decepcionar um tolo é uma covardia sem resultado algum,porque você o entende enquanto ele ignora. "
A ansiedade é como uma tempestade que não dá trégua. É aquele nó na garganta, a mente acelerada, e o coração batendo forte sem motivo aparente. Você se sente perdido, como se estivesse em um barco no meio de um mar agitado, sem saber qual direção tomar. Cada pensamento parece um trovão, e tudo ao seu redor fica confuso e agitado. Às vezes, o simples ato de respirar já parece um desafio. É difícil encontrar a calma quando a tormenta está dentro de você.
Qualquer lugar que seus pés tocarem se torna uma passarela. E vc? Tão bela, há pouco te observava em meio a uma platéia. Não possuo ingresso pra contemplar embora gostaria muito, poder comprar? Quaisquer distância, tempo, direito, de assim cm essas multidões de rostos a te cercar, poder finalmente mostrar, estou aqui, por ti, sempre, a te esperar?
extenuar...
"A dor da alma é uma ferida que não cicatriza facilmente. É um peso que carregamos conosco, um eco que não silencia. Mesmo quando parece que estamos melhorando, uma simples lembrança pode reacender a dor e nos fazer sangrar novamente. É uma batalha silenciosa, que ninguém vê, mas que nos destrói por dentro. E mesmo assim, continuamos em frente, tentando encontrar um jeito de viver com essa dor, de aprender a lidar com ela, de encontrar um pouco de paz em meio ao sofrimento."
Hoje despertei enferma. Disse que era gripe — a desculpa habitual, uma justificativa pronta para quem pergunta apenas por educação. Mas, entre nós, foi mais que isso. A doença física era só a casca, o sintoma mais visível de algo que me envenena mais fundo. Não entrei em detalhes, é claro. Porque, no fundo, não há criatura viva que realmente deseje saber como estou. Eles escutam, mas não ouvem; dizem que se importam, mas é o silêncio que realmente diz a verdade. Quem ama de verdade adoece junto. Por isso calei-me — foi um gesto de amor-próprio. Ou de resignação.
Fiquei deitada de barriga para cima até as dez da manhã, imóvel, como um cadáver temporário, tossindo tanto que a própria garganta parecia se desfazer em fiapos. Um rasgo interno, uma agonia que vinha de dentro para fora. Permaneci assim até reunir coragem para me arrastar até a pia: havia pratos a lavar. E então os sequei, como quem seca também a si mesma — tentando dar um mínimo de ordem ao caos que me habita.
No café da manhã, preparei uma papa de Mucilon. Um gesto infantil, quase um consolo. Foi bom. Mas também foi tudo que pude fazer. Retornei à cama — meu pequeno túmulo provisório — e apenas consegui erguer-me por breves instantes às duas da tarde. Comi, quase por obrigação, e engoli o ibuprofeno como quem engole o cansaço acumulado dos dias.
Já marcava quatro horas quando, num gesto quase heroico, reuni minhas últimas forças para me levantar outra vez. Enfim tomaria banho. Mas o inesperado me golpeou: não consegui fechar a porta. A chave, antes leve como uma pétala, agora era chumbo em meus dedos.
E então compreendi — não pela razão, mas por um suspiro da alma — que fazemos diariamente coisas que não notamos, e que talvez por isso mesmo nunca agradecemos. Trancar uma porta. Lavar um prato. Respirar. Tudo isso era fácil — até deixar de ser. E só quando a capacidade nos abandona, é que percebemos o quanto aquilo nos pertencia. Ou pensávamos que pertencia.
Agora, estou deitada novamente. Tossindo.
Como quem fala com Deus em código morse.
Como quem espera um milagre no silêncio.
Como quem compreende, tardiamente, que o corpo adoece quando a alma já está exausta.
Queria entender o que me consome quando tudo está no seu devido lugar, sinto uma imensa vontade de sair dos trilhos, mas as vezes sinto que é o que me revigora.
"A noite cai e eu fico com a cabeça a mil. Cada pensamento vira uma montanha e eu não sei por onde começar. A ansiedade não me deixa dormir, é como se eu estivesse preso em um loop sem fim. Mas, quando o sol começa a nascer, talvez eu encontre um jeito de respirar fundo e começar de novo."
Tranquila buscava atravessar uma campina seca e extensa e sentia apenas a serenidade de um vento morno e de mato seco...
E assim, desavisada, me bateu um vento forte, o coração estremeceu com toda a possibilidade de tempestade e aquele vento tocou música em meu coração, mas recuei...
Recuei diante de toda possibilidade e vontade porque bem sei que tempestades deixam suas marcas, deixam destroços e saí da campina que por um instante já não era mais seca e fui embora deixando os ventos fortes que me balançaram tão vigorosamente...
E ainda agora, fechando os olhos posso sentir uma leve brisa que aquele vento impetuoso deixou...
Pensarmos na eternidade, na qualidade de sermos eternos neste plano, é uma utopia necessária para não nos abatermos pela tristeza do incerto, portanto, graças pela esperança gerada pela fé, de que não tenhamos enfim, um fim eterno... 🌿
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