Lagrimas de uma Mulher

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Doce meia noite doce madrugada...
Sendo sensatez a garoa derrama suas lágrimas...


Gotas de orvalho sao sementes dos deuses místicos
No refúgio da terra o enigma da vida se alastra numa cachoeira.

No dilúvio....
Seu sepulcro a pura ilusão,
Medo alucina sem tantos desejos
Apenas as lágrimas que caem do ceus.
O ambiente tem formas frias e escuras...
A dor não trás respostas diante ao abismo sendo sensatez ganha sombras.
O frio da contraste da garoa...
Suas mortalha da realce a fria noite.
As velas são luzes mortas no gosto de salgado de lábios frios.
Ninguém espera o final apenas joga terra num silêncio cruel,
Veu tampa sua face imaculada para asas da morte...
O sussurros do ventos são lamentos no coração.

Em todo absurdo acontece aplausos são expostos argumentos para os quais acredita em lágrimas....

Somos ilhas para os quais acreditamos nas lágrimas que derramou seja a verdadeira esperança que vive em nossos corações...

A terra chora lágrimas de sangue...
A terra sangrar é suas vísceras estão exposta..
O homem aquece o mundo grita...
Suas lágrimas inundam o mundo...
O homem tira todos recursos naturais depedra cada cantinho da terra...
Sera terra prometida seria o deserto de nossas almas...
A frieza cortamos a floresta envenenado as águas destruindo as nascentes...
A terra pega fogo pois a desculpa o mato está seco pega fogo....
Espécies são extintas pela ganância e suas experiências de transformação...
A terra sonha em um dia ser adorada pois é único instante que a dor tolerável.

Nossas lágrimas queimam a alma
Nosso espírito condenado por amar...
Somos o destino que abraço o fim..
Nos laços eternos o abraço te significado ligados para sempre.
O sempre amar a verdadeira verdade que sempre nos amamos.
Seria simplório de alegrias a lágrimas...
Revelamos o sentimentos observamos a eternidade como a poeira de nossos ossos tem mesmo sentimentos.
Os pássaros fazem ninhos sobre sonho que tivemos na vida foi nosso destino.

Lertagido ser as grades são lágrimas veladas em balelas que arrasta multidões...
Somos objeto de observação.
Somos alienígenas e máquinas servis de um sistema feudalismo digital.
As grades do intelectual consome o ser eu ate que não sobre mais nada...
Nas colisões de realidade somos servos ate que acordamos num deserto de opiniões...

Os olhos que sangrar lágrimas de sangue... nos espaços vazios da mente...
Bolsões de realidade são expostos pelos insites...
Devorando meu ego sendo luz que me cala...
Vozes na minha mente pensamentos que me fazem expor o sentimento derradeira flor da consciência...
Ser inerte atônito todavia sendo horizonte frio da minha vida.
Longe da desconexão da Internet vejo seres conectados seres sem emoções.
Na próxima estação vou descer parecem animais animados pela alienação intelectual tudo esta ligado.
As escadas rolantes cheias de contradições o fenômeno do capitalismo sendo ultrapassado pela feudalismo digital...
O amor foi substituído pelo astros das bigs tecs...
Ratos estão distantes do racionalidade do ser racional.

" As lágrimas são a linguagem mais antiga da verdade humana. Não pertencem à fraqueza, mas à lucidez. São o transbordamento de um conteúdo que não cabe mais na razão. "

"Certas lágrimas não nascem dos olhos, mas das ruínas silenciosas da alma."

"Há dores que endurecem o homem, mas há lágrimas que o devolvem à sua própria humanidade."

" As lágrimas não representam apenas sofrimento. Elas revelam consciência, compaixão, arrependimento, amor e transformação. São a linguagem silenciosa da alma diante dos mistérios que a razão, sozinha, não consegue explicar. "

"As lágrimas são como a chuva sobre a terra cansada: depois delas, algo invisível começa a florescer."

"O triunfo da renúncia floresce nas lágrimas abençoadas que o nosso esforço transforma em esperança."

LÁGRIMAS ESCURAS ESTRANHAS.
“Camille Marie Monfort caminhava como quem carregava um inverno dentro do peito. Não eram lágrimas comuns. Eram precipícios líquidos escorrendo silenciosamente pela face de alguém que compreendeu cedo demais o peso das despedidas.”
Ela não chorava apenas por um amor perdido. Chorava pelas múltiplas mortes invisíveis que a existência impõe lentamente à alma humana. Chorava pela infância que lhe arrancaram antes da hora. Pelos corredores vazios das antigas casas aristocráticas onde o silêncio parecia observar cada passo. Pelos retratos antigos que conservavam sorrisos de pessoas já devoradas pelo tempo.
Camille descobriu algo terrível. Algumas pessoas não enlouquecem por excesso de dor. Enlouquecem por excesso de lucidez.
As tristezas escuras nasceram quando ela percebeu que muitos afetos humanos são frágeis demais para sobreviver ao desgaste do egoísmo, da vaidade e das conveniências sociais. Desde então, seus olhos passaram a carregar aquela melancolia semelhante às catedrais abandonadas após a chuva.
Existia também outra ferida. Mais profunda. Mais metafísica.
Camille sentia-se deslocada do próprio século. Como se sua alma pertencesse a algum salão antigo iluminado por velas mortiças, música fúnebre e cartas jamais enviadas. O mundo moderno lhe parecia excessivamente rápido para compreender sentimentos profundos. Via pessoas sorrindo enquanto apodreciam emocionalmente por dentro. Via corpos vivos habitados por espíritos fatigados.
Por isso suas lágrimas eram escuras.
Não porque amasse a escuridão. Mas porque a escuridão havia aprendido a morar nela.
Ainda assim, havia beleza em sua tragédia. Uma beleza austera. Quase litúrgica. Camille transformava sofrimento em contemplação filosófica. Enquanto muitos endureciam diante das perdas, ela tornava-se mais sensível, mais introspectiva, mais perigosa para si mesma. Certas almas possuem esse destino. Não nasceram para atravessar a vida superficialmente. Vieram para sentir tudo até o último abismo.
E quando a noite caía, Camille permanecia diante da janela observando o mundo como quem esperava algo impossível retornar das sombras. Talvez um amor. Talvez uma vida que nunca viveu. Talvez apenas a parte de si mesma que morreu silenciosamente sem que ninguém percebesse.”

Um patife não ri da mesma maneira que um homem honesto, um hipócrita não chora as mesmas lágrimas que um homem de boa-fé. Toda falsidade é uma máscara, e por mais bem-feita tal máscara, sempre conseguimos, com um pouco de atenção, diferenciá-la do semblante verdadeiro.

Alexandre Dumas
Os três mosqueteiros. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

Salmos 126: 5,6

Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria.
Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos.

Ainda que eu chore ao lançar a semente, que eu nunca deixe de ser um semeador; que a Tua Palavra caia em corações sedentos e feridos, e que o Teu poder produza colheita de cura, restauração e vida

_Quando a falta de oração, de Palavra e de lágrimas não dói mais,
é porque o coração não só esfriou… morreu.__

O violino é o instrumento que não canta, chora!
Suas lágrimas em turvo de dor, desespero e melancolia transcorrem entre notas e melodias que emocionam quem o toca e mais ainda quem escuta tal pranto, do suave e feroz violino..

É duro o saber




Através das minhas lágrimas eu vi o que você fez, eu senti o peso dos teus atos, eu briguei com o espelho por não ter me avisado,


eu não consigo mais abrir os olhos e enxergar nós dois no mesmo mundo,


perdi a sensibilidade de como agir, agora graças a você eu só penso em fugir,


è irônico saber que meus ouvidos estão amedrontados,


é duro perceber que o meu corpo anda quieto e revoltado,


é trágico acreditar que as lágrimas anteriores a estas sabiam que isso iria acontecer e mesmo assim permitiram.