Juntos o Amor Supera Tudo
Filho,
Vejo que as vezes você se pergunta onde estou. Vim lhe dizer que eu estou aqui. Eu sempre estive aqui. Eu vejo tudo o que se passa em sua vida. Eu vi quando você chorou, vi quando mesmo destruído por dentro você ajudou seu próximo e acredite, nunca fiquei tão orgulhoso de você. Sei que as vezes os meus planos podem parecer confusos, mas não duvide nem por um minuto do quanto eu te amo.
Jamais se esqueça que dei a minha vida por você. Onde mais você já viu um amor assim?
Todas as provas que já passou e ainda passa são necessárias para te fortalecer e te fazer evoluir como ser humano e espírito. Já reparou como a cada obstáculo você está mais forte?
Filho, lembra quando você me procurou em oração e chorando disse que não aguentava mais? Eu sofri com você. E lembra do alívio que veio depois do seu desabafo? Eu te cobri com meu manto e com o meu amor te ajudei a levantar.
A vida é assim meu filho… alguns dias bons, outros nem tanto, mas em todos eles eu estarei com você.
Você não imagina o quanto fico feliz quando vejo seu sorriso. Você fica radiante sorrindo filho… sorria sempre!
Peço que nunca perca sua fé, lembre-se de mim e presente eu me farei. Não se afaste, não pense que te esqueci, pois eu jamais esqueço de nenhum dos meus filhos.
Te enviei alguns dos meus anjos para te abraçar fisicamente enquanto está aí, seus pais, seus filhos, seus amigos… Confie neles. Ame-os. Você não imagina o quanto eles também amam você.
Quero pedir também para que nunca se sinta mal pelas atitudes e palavras alheias. Você, meu filho, é importante e especial, não importa o que os outros digam ou façam.
Se quiser chorar, chore. Eu secarei as suas lágrimas.
Se algum dia, por qualquer motivo se sentir sozinho, lembre-se que NUNCA estará. Eu estou aqui por você e sempre vou estar. Me procure e me encontrará.
Com amor,
Seu Pai,
Deus.
*O Sonho Perdido do Rei*
"Temos sido irônicos uns com os outros, só pelo único fato de termos sonhos que divergem-se, e jamais se encontrarão em nenhum aspecto. Nossos desejos se distinguem a partir de que as sinfonias que saíam da sua boca, não eram compreendidas pela orquestra do meu coração. Dos gritos roucos aos sussurros, nossos pesadelos — vontades? O que aconteceu?
Pelo ódio e as perspectivas, entrelaçam-se fazendo necessário cativar a incoerência de termos estado juntos.... Era amor ou razão de lutarmos batalhas perdidas?
Defeitos sobrepostos em risos. Memórias. Dos prantos longos submergia conforto para tua alma. Não se sabe o valor da dor para aprendermos a conjugar o verbo da valorização.
Mesmo assim: pobre, poeta e ludibriado pelo amor.... Desliga-se das sensações semelhante às manhãs frias. Não há motivos, nem mais há perspectivas de mudança. Ele está enjoado e fatigado de perder inspirações poéticas. Em certo ponto, adimiro a beleza do coração partido do Rei. Não há mais nada para ser dito."
Pode não ser da sua natureza, mas lhe é um direito assegurado pela natureza, defender-se como puder.
Mudar é subir degraus na penumbra. Estamos munidos apenas de fé, sem enxergarmos toda a escada da transformação, dando um passo a cada vez.
Nunca estive, mas obrigada por isso pq me ajudou a tirar algo do meu coração, algo que me prendia e me fazia te escolher e te amar sempre...o tal amor,que arrebata os meus sentidos e consome meus pensamentos.
Eu precisava de conserto e de tempo. A dor em minha alma era insuportável. Todavia, o discernimento da fé ecoava em meus ouvidos, dizendo: - coloque uma vírgula em sua história.
Não esperem muito de mim, eu sempre farei exatamente o que quero fazer. Às vezes muito intensa, às vezes calada, nunca terei meio-termos. Eu já morri muitas vezes por dentro, esperando algo de extraordinário, mas agora eu mesma decidi pegar o lápis e escrever minhas próprias histórias. Essas são minhas essências: amar e viver.
Perfeito! O tempo nos consome de uma maneira tão insaciável, que quando paramos e percebemos, as páginas e folhas estão borradas e esmagadas, sem folhas limpas pra escrever uma nova história, até apagar, renovar e procurar uma folha pra retratar um novo capítulo terás esforço e perseverança...
Pode demorar hoje, amanhã, um ano ou até a eternidade..
A solitude, muitas vezes confundida com solidão, é na verdade um estado de autossuficiência emocional que pode proporcionar grande prazer e crescimento pessoal, especialmente após uma perda amorosa. Quando se passa por uma separação ou um término de relacionamento, o vazio inicial pode ser avassalador, mas, com o tempo, a solitude revela-se uma oportunidade valiosa para se reconectar consigo mesmo e alcançar uma nova forma de paz interior.
No contexto de superação de uma perda amorosa, a convivência com o silêncio e a introspecção pode ser libertadora. O silêncio, antes temido como um lembrete da ausência do outro, transforma-se em um espaço para refletir e reorganizar a vida. Ele permite que emoções não resolvidas sejam processadas e que feridas sejam curadas. A paz que emerge dessa jornada não é imediata, mas surge lentamente, conforme a pessoa aprende a desfrutar de sua própria companhia e a se redescobrir fora da relação que a definia.
Essa fase de solitude é fundamental para o amadurecimento estrutural do amor-próprio. Ao estar sozinho, o indivíduo passa a perceber que sua felicidade e bem-estar não estão vinculados à presença de outra pessoa, mas sim à sua própria capacidade de cuidar de si. O tempo consigo mesmo ensina que o amor-próprio é o alicerce de qualquer relacionamento saudável. Sem essa base sólida, a dependência emocional pode gerar um ciclo de relacionamentos desequilibrados e codependentes. A solitude, por sua vez, é o antídoto contra esse ciclo, pois ela reforça a ideia de que a verdadeira força vem de dentro.
O processo de superação da perda também envolve a transformação do medo da solidão. Inicialmente, a ausência de companhia pode ser vista como uma ameaça, uma fonte de angústia e insegurança. No entanto, à medida que o indivíduo se aprofunda em sua própria solitude, ele descobre que estar só não é o mesmo que estar solitário. Pelo contrário, a solidão se dissolve quando a pessoa encontra satisfação em seus próprios pensamentos, hobbies e crescimento pessoal. Esse aprendizado transforma a percepção da solidão, que deixa de ser um estado de sofrimento e passa a ser uma escolha consciente de paz e harmonia interior.
Superar uma perda amorosa por meio da solitude permite que a pessoa renasça emocionalmente mais forte e consciente de seu valor. O silêncio se torna uma ferramenta de autoconhecimento, e a paz interior se consolida como um porto seguro. Ao perder o medo da solidão, o indivíduo finalmente se liberta da necessidade constante de aprovação externa e se abre para futuros relacionamentos com uma nova perspectiva — não mais movido pela carência ou pelo medo, mas por um amor-próprio que o sustenta e o guia.
Essa jornada de solitude é, acima de tudo, uma redescoberta do próprio ser, uma renovação que transforma a dor em força e o isolamento em oportunidade de crescimento. A solitude, quando abraçada com serenidade, deixa de ser um vazio a ser preenchido e se torna uma fonte profunda de liberdade e autossuficiência.
Tu és a rosa mais bela que eu já vi,
Uma flor encantada, um brilho que eu nunca esqueci.
Tua presença trouxe dor e desilusão,
Mas também a esperança de transformação.
Minha amada Bela, em prisão eu vivi,
Neste castelo sombrio, por maldição, aqui.
A rosa, como um farol na noite escura,
Foi minha única luz, minha única cura.
Bela, tão rara quanto a rosa em flor,
Teus espinhos e tua beleza são meu conforto e amor.
Você me amou na forma mais cruel,
Teu amor é a estrela que brilha no céu.
Teu amor é um céu repleto de luz e calor,
Cada estrela reflete o brilho do nosso amor.
É um amor profundo, sem limites ou fim,
Um vínculo eterno, como a primavera, assim.
Bom dia amores, que até o inverno traz flores. Rosas negras, cotovias, vida cheia de sabores. Vento leve esfria a face às rapinas tão selvagens. Sopro raso de rebojo a que a água cobre as margens. Outro dia, cotovia, outro dia, alegria. Sê-de inverno, sê-de mundo, horizonte, céu ao fundo. Eu respiro, eu existo, não me rendo, eu insisto. Que onde há luz também há sombra e onde há inverno faço ronda.
Depois que aprendi que, nesta vida, não se morre apenas uma vez, perdi o medo da morte. Entendi que, da mesma forma que o corpo físico, quando morre e se deteriora, transforma-se em parte da terra e dá vida a outros organismos, a morte de ciclos, escolhas, verdades, personalidades ou de posturas perante a própria vida, inevitavelmente faz nascer um novo capítulo e novas possibilidades. E também que, com a superação dos apegos emocionais, o fim de algo em nós que não mais nos serve amplia a gama de realidades possíveis dentro da breve passagem pela existência.
Assim como uma simples palavra é capaz de construir uma frase, também pode ser suficiente para destruir um ser humano.
O passado deixa marcas, mas a vida segue. É normal sentir saudade, mas não podemos deixar que ela nos prenda. Novas experiências e novas alegrias estão por vir. Mas se o passado me chamar... Aaaah, aí eu vou correndo! 😉
