Jornada
Jamie salvou a minha vida. Ela me ensinou tudo... sobre a vida, esperança, e a longa jornada adiante. Sempre terei saudade dela. Mas o nosso amor é como o vento, não posso ver, mas posso sentir.
Mas o paraíso está trancado e enclausurado...
Precisamos fazer uma jornada ao redor do mundo para ver se talvez alguma porta dos fundos esteja aberta.
A jornada é feita de dádivas e alegrias, mas também de imprevistos, embaraços, inabilidades, lições de toda espécie. De vez em quando tropeçamos nos trechos mais acidentados. Depois, levantamos e prosseguimos: o chamado do amor é irrecusável para a alma. Desistir dele, para ela, é como desistir de respirar.
"Resiliência e Fé: Uma Jornada de Sobrevivência e Esperança"
Flertar com a morte por mais de dois mil dias não é uma experiência que qualquer alma suporte sem cicatrizes profundas. Cada dia vivido, cada fôlego tomado, é uma vitória silenciosa, embora nem sempre celebrada. Em alguns momentos, a morte parece uma amante tentadora, sussurrando promessas de descanso e alívio. Ainda assim, não me deixei seduzir por ela.
Tenho um relacionamento regado pela fé com o Eterno, que, mesmo nos dias mais sombrios, não deixou de me embalar com promessas de dias melhores. Confesso que, em meio a esse caminho tortuoso, minha alma já se sentiu frágil, minha voz trêmula diante das tempestades internas. Mas fraqueza não é sinônimo de desistência.
Por mais que parecesse uma mulher fraca aos olhos de quem não conhece minhas batalhas, sou forte. Fui forte por mais de 48 mil horas. Tenho enfrentado um processo que parece infinito, mas sigo aqui — de pé, mesmo que com os joelhos trêmulos. Porque há algo em mim que se recusa a ceder, algo que insiste em acreditar que o amanhã pode ser melhor.
E assim sigo, um dia de cada vez, carregando cicatrizes que contam histórias, mas com a fé de que, ao final, a luz há de prevalecer sobre todas as sombras.
E fortalecidos seguiremos nossa jornada, conscientes de que Jesus prossegue a nos guiar e a nos mostrar que a morte significa chegar ao fim e descobrir que o fim, em verdade, é apenas um novo recomeço.
Oração da Gratidão
Senhor Jesus,
neste dia que se abre para uma nova jornada,
peço a sua benção, escudo contra o mal,
peço a sua paz, fonte de serenidade,
peço a sua bondade, que iguala os seres humanos,
peço a sua renúncia, que nos sustenta diante das provas,
peço a sua resignação, para aceitar o que não compreendo,
peço a sua dedicação, para servir sem olhar a quem,
peço a sua certeza, para ir além das minhas dúvidas,
peço a sua serenidade, para pensar antes de agir,
e peço a sua compreensão para os meus pedidos,
pois ainda não sei oferecer mais de mim.
Ainda não sei agradecer como deveria.
Então, ensina-me a te adorar,
a devolver amor em toda e qualquer circunstância,
e ainda que eu ande em meio a escuridão do desamor,
ainda que me perca na raiva ou no ódio da incompreensão,
eu lhe peço,
tem compaixão das minhas fraquezas,
e quando todos me acusarem,
que eu possa encontrar os teus olhos,
eles serão meus faróis.
E se ainda assim, eu não tiver forças para seguir,
que eu possa estender as mãos,
pois sei que as tuas estarão esperando as minhas,
pois de tudo que há em Ti,
nada supera o Teu Amor.
Limites Essenciais: A Jornada do Auto-respeito
A vida me ensinou que havia limites para tudo e que eu não podia ultrapassá-los.
Assim segui, extremamente cautelosa e obediente.
Mas nunca me disseram que meus próprios limites também precisavam ser respeitados.
Que dizer “não” ao outro seria, na verdade, honrar o limite mais importante de todos: o meu.
Que meu limite de tolerância precisava existir.
E que ser permissiva demais seria permitir que me invadissem constantemente.
Desrespeitar meus limites me custou um acúmulo de exaustão emocional, ressentimento e ansiedade,
além de uma perda gradual da minha identidade.
Ao ignorar minhas próprias necessidades, acabei me diluindo e perdendo o equilíbrio que tanto precisava para cuidar de mim.
Aprendi tarde, mas aprendi: meu limite não é um convite para ser testado.
O anoitecer que se aproxima na coxilha não marca o fim de uma jornada, mas sim o início de uma caminhada na escuridão, e só os fortes verão o novo amanhecer.
Não entre nessa nuvem negra da poeira negativa...
Não entre nessa jornada de lembranças tristes
Não se amargue com pessoas que querem te ver caindo!
Não tenha medo de sorrir e acreditar que as coisas mudam,
para melhor
e que dias melhores virão,
que o Sol nasce brindando com seus raios dourados
todos os dias...
apagando todas as sombras que o pessimismo deixou do dia anterior,
Então faça como o sol ao entardecer...
se esconda, brilhando para que ninguém perceba sua felicidade
e celebre com a lua...
e as estrelas...
no seu silêncio,
e aos quatro cantos da tua vida
a vitória que está por vir!
Entre Luzes e Sombras: Minha Jornada Fotográfica
Desde o primeiro clique, aprendi que fotografar vai além de registrar imagens – é eternizar sentimentos e momentos que me definem. Cada fotografia guarda uma memória, uma emoção, um capítulo da minha história. Em meio a desafios e pausas forçadas, encontrei na arte de capturar o mundo um refúgio e um caminho para me reencontrar.
Minha trajetória se desenrola em contrastes intensos: as luzes que iluminam os instantes de beleza e as sombras que, mesmo dolorosas, me ensinaram a valorizar cada recomeço. Em cada rua, cada rosto, e sobretudo em cada canto de Indiaroba, vejo a riqueza de uma cultura que me inspira e me molda. Essa conexão com minhas raízes transforma o ato de fotografar em uma celebração da vida – uma homenagem às tradições, à memória e à identidade que carrego.
Mesmo quando a exaustão e a insegurança ameaçaram silenciar minha voz, eu me recusei a deixar o sonho morrer. Em meio ao silêncio e à luta interna, minhas palavras e imagens se tornaram a prova viva de que, mesmo na solidão, há uma força que me impulsiona a continuar. Cada página deste portfólio é um testemunho do meu esforço, da minha resiliência e da vontade de deixar minha marca no tempo.
Aqui, reúno não apenas fotografias, mas a essência de cada momento vivido – um registro que, espero, fale por mim mesmo quando eu não estiver mais aqui. Este é o meu legado, a narrativa de uma jornada feita de luzes, sombras e, sobretudo, de autenticidade.
A Persistência do Silêncio
Há momentos em que, apesar do peso da jornada, sigo em frente, empurrando as palavras para fora, tentando encontrar sentido naquilo que muitas vezes parece sem eco. E sigo criando, mesmo que não haja aplausos, mesmo que o retorno seja tão distante quanto a última estrela da noite. Porque eu sei que algo se constrói nesse movimento silencioso, nesse esforço que não exige reconhecimento imediato, mas sim confiança no propósito de continuar.
A minha criação não depende dos olhos dos outros, mas de algo muito mais profundo. É um ato íntimo, que pulsa dentro de mim, e que se torna mais importante que qualquer aplauso ou retribuição. Às vezes, me vejo como uma semente lançada ao vento, sem saber onde cairá, mas acreditando que, ao menos, já começou a sua jornada.
Talvez o sentido não seja a visibilidade, mas a própria criação. E se no final, os frutos que plantei ao longo desse caminho silencioso se manifestarem de forma diferente do que imaginei, estarei pronta para acolher.
Porque a criação, como a vida, é um processo contínuo. Mesmo sem saber quando, ou como, algo começará a florescer, sigo sem desistir. E esse é o verdadeiro sentido do que faço. A cada palavra, a cada imagem, a cada gesto, estou, na verdade, me deixando ir, me permitindo ser, mesmo quando tudo ao redor parece pedir para parar. Continuo porque sou movida por algo que vai além do retorno. Sou movida pelo processo de estar aqui, agora.
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"Impossível"? Fizemos muitas coisas impossíveis nesta jornada. Estou cansado de ouvir que as coisas são impossíveis ou inúteis. Essas palavras não significam nada para nós.
Em sua jornada
leve apenas o necessário,
o que traz leveza e não
pese o seu caminhar, deixe
pra trás as mágos, tristezas,
decepções, e carregue dentro
de si o perdão, pois este sim
te fortalecerá e fará com que
cada passo seu tenha a benção
de Deus.
Hoje cheguei ao começo do fim da minha jornada.
Aprendi que estava aprendendo a aprender que não havia ainda aprendido nada!!
A longa e solitária jornada do autoconhecimento...
Nem sempre nos parece fácil...
Às vezes nos faz quase desistir...
Pois precisamos cavar fundo em nossa alma...
E isso pode reabrir feridas...
Ainda não cicatrizadas...
Mas devemos continuar cavando...
Ainda mais profundamente...
Perscrutando abismos insondáveis...
Perseguindo o objetivo maior...
O encontro com nosso verdadeiro eu...
"Ler é como sair para uma jornada. Pode-se viajar para o leste ou para o oeste, para o norte ou para o sul, e conhecer novas pessoas e novos lugares.
Ler transcende o tempo. Ler dá a oportunidade de participar de uma expedição com Alexandre, o Grande, ou de se tornar amigos de pessoas como Sócrates e Victor Hugo e de dialogar com eles."
A única jornada que na verdade importa é aquela
para dentro do lugar de quietude
na profundeza de cada um.
Chegar a esse lugar
é estar em Casa.
O melhor companheiro da sua jornada é o Espírito Santo, que lhe convence dos caminhos falsos, ardilosos e traiçoeiros.
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