Jogral sobre o Meio Ambiente

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Meu corpo na alcova se distende
Meus braços são garças no ar,
Há no ambiente um perfume
Vindo do cio feminino.


Náufrago no mar do meu ventre
Elevas parte da tua anatomia,
Deslizando pelas minhas pernas
Ouço os uivos do teu corpo.


No pescoço, arrepiado e quente,
Sinto a faca dos teus dentes
E dos meus lábios saem palavras
Que são nanos sondas cibernéticas


Enviando mensagens de fora para dentro
Em forma de energia que gera vida
Que faz pulsar forte o teu coração
Marionete que minha mão controla


Com os finíssimos fios do prazer
Ao ondular as ancas e os seios
Num êxtase que só acontece
Quando dois se fazem um.

Chamas

Quatro velas estavam queimando calmamente.

O ambiente estava tão silencioso que podia-se

ouvir o diálogo entre elas.


A primeira disse:

-Eu sou a PAZ ! Apesar da minha luz as pessoas não conseguem manter-me acesa.
E diminuindo sua chama devargarzinho apagou-se
totalmente.


A segunda disse:

-Eu me chamo FÉ.
Infelizmente sou supérflua para as pessoas. Como elas não querem saber de Deus, não faz sentido eu continuar queimando.
Ao terminar sua fala, um vento bateu levemente sobre ela, e esta se apagou.

Baixinho e triste a terceira vela se manifestou:

- Eu sou o AMOR! Não tenho mais forças para queimar.
As pessoas me deixam de lado, porque só conseguem enxergar elas mesmas,
esquecem até daqueles que estão à sua volta.
E também se apagou.

De repente!!! entrou uma criança e viu as três velas apagadas...

-Que é isto? Vocês devem ficar acesas até o fim...

Então a quarta vela falou:

-Não tenhas medo criança, enquanto eu estiver acesa podemos acender as outras velas. Então a criança pegou a vela da ESPERANÇA e
acendeu novamente as que estavam apagadas.

"QUE A VELA DA ESPERANÇA

NUNCA SE APAGUE DENTRO

DE VOCÊ".

Há momentos que precisamos reciclar o ambiente, as amizades e até mesmo a forma com que encaramos a vida.

Se você estabelece um ambiente de comunicação e confiança, isso vira tradição.

O medo, a desesperança, o fracasso e a descrença deveriam ser aniquilados do ambiente humano, pois sob nenhum aspecto faria falta ao ser humano.

No meio de tanta tristeza, um simples olhar agradável e sorriso caloroso, faz o ambiente o melhor lugar.

Há homens que, no ambiente doméstico, são animais selvagens.

Imagine um programador de software com idéias pré-estabelecidas... Ele Cria o ambiente, as personagens e a estória, já está com tudo imaginado e pronto, e insere você nisso como um de seus personagens curiosos........

Ela descontrai o ambiente só com um sorriso no olhar.

Não deixe que o ambiente mude o alvo dos seus sonhos,
Mas faça com que os seus sonhos mudem o ambiente, sem desviar o alvo!

Nada será criado sem que preparemos um ambiente apropriado.

Só poderemos ser verdadeiramente felizes, em um ambiente que nos proporcione a deliciosa experiencia de ser exatamente o que somos, sem maiores ou menores pretensões... apenas ser

“ Sem meio não á ambiente.”
Sem meio sem ambiente semeiam a catástrofe camuflada, ouvidos tapados, olhos fechados, então respire fundo...inspire o que resta do resto do mundo, homem muda o mundo, mundo muda o homem instintivo mundo mudo, poluição em movimento, destruição conseqüência da desenfreada evolução, gravidade, pressão, ar, flutuar, sacadas mentes brilhantes, descobertas criações paralelas há dimensões eis o começo do fim, evolução na contra mão e assim estáticos, enquanto em ação também estão as cegas serras elétricas, na instigação prol progresso, sucesso, ao bem estar integralizado, então muda-se, move-se, descongela-se, desmata-se, e mata-se...
MATA...
MORTA
É
MORTE
CERTA !!!

AMIGOS
Amigos são como flores:
alegram o ambiente
e afastam as dores.

Quando inserimos beleza em meio ao caos, a beleza transforma o ambiente em arte.

Não importa a época ou a temperatura ambiente. Tomar açaí é sempre bom.

Aromas diversos nos colocam em sintonia com o ambiente em que nos encontramos...

mel - ((*_*))

⁠Somos mais que aparência, somos essência, vivências que se submetem ao ambiente e momento histórico. Somos aves sem asas, o fogo que vive da desgraça. Somos vidas, seres que vivem em uma realidade inserida. Vivida, meticulosa e perfeccionista. A vida é uma corrida maluca onde os concorrentes te jogam pra fora da pista. Cada vitória é uma derrota vivida. Toda disputa tem a divida do fracasso. Se eu fosse uma corda formaria um laço, mas não para o fim, para o início, o nascimento do sentimento que nos contamina. É como uma mina e seus tesouros; abelhas e besouros. Realidades e sonhos. Só sou eu quando me ouço. Quantas vezes fui meu próprio prisioneiro dentro do calabouço? Eu sei, ninguém tem nada com isso, ou será mesmo que não? Viver em sociedade é a arte de ver tudo e ficar calado. Observar o mundo sentado ou viver observado pelo próximo ato. Revivi momentos que eu tenho guardado, procurei em argumentos o que tem faltado. Gritei quanto eu pude enquanto é possível e o inimigo não tem me tentado. Mas como é possível reconhecer a traição antes que aconteça? Tentar prever o futuro ou me angustiar com o passado é a prisão que existe dentro da minha cabeça. “Apenas escute e obedeça “. Quantos de nós já perdeu sua essência? É tudo uma questão de tempo. Inteligência ou sentimento. Livre de dogmas, mas como viver sem nenhuma certeza? Nem, são apenas questionamentos da minha cabeça. Aonde Deus reside dentro dessa existência? Sou natureza, frieza e clareza. O alimento na mesa. Frases que deixei escrito no meu testamento. Sou testado o tempo inteiro pelo meu desejo. Fazer o que se quando perdemos a razão nos tornamos animais. Agora, tudo que resta é esse momento. Vou aproveitar o máximo de tudo que vivo, enquanto vivo entre o céu e o cimento.

⁠Somos mais que aparência, somos essência: vivências que se submetem ao ambiente e momento histórico. Somos aves sem asas, o fogo que vive da desgraça. Somos vidas, seres que vivem em uma realidade inserida, vívida, meticulosa e perfeccionista. A vida é uma corrida maluca onde os concorrentes te jogam pra fora da pista. Cada vitória é uma derrota vivida. Toda disputa tem a divida do fracasso. Se eu fosse uma corda formaria um laço, mas não para o fim, para o início do nascimento do sentimento que nos contamina. É como uma mina e seus tesouros; abelhas e besouros. Realidades e sonhos. Só sou eu quando me ouço. Quantas vezes fui meu próprio prisioneiro dentro do calabouço? Eu sei, ninguém tem nada com isso, será mesmo que não? E quantos possuíam a chave e mesmo assim não me ajudaram? Quantos podiam ter me libertado, mas preferiram me ver lá dentro, fechado. Não posso, por isso, ficar me lamentando. Mas posso, com isso, ir me aperfeiçoando. Me aplicando sempre no próximo ato deste mesmo instante. É um segundo que vem e passa, somos manifestações do eterno dentro de um corpo que vira carcaça. Dentro do tempo que nos resta, deveríamos transcender a razão da nossa existência.

⁠Somos a soma do que vivemos dentro e fora do ambiente profissional, e não há a possibilidade de erguer um muro delimitador para um lado não interferir no outro.