Jogral de Natal: textos para celebrar em comunidade

⁠Quantidade enorme de pessoas aguardando o Natal para receber algo útil ou comestível.

Quantidade expressiva de pessoas aguardando o Natal para doar algo útil ou matar a fome de alguém.
NATAl: dia de religiosidade, caridade bondade, respeito a todos e amor ao próximo.
Quanto aos outros dias é só aguardar novamente o NATAL.

FELIZ NATAL!




⁠Quantidade expressiva de pessoas aguardando o Natal para presentear, doar algo útil ou matar a fome de alguém.
NATAl: dia de empatia, religiosidade, caridade, bondade, respeito a todos e amor ao próximo.
Quanto aos outros dias
é só aguardar novamente o

FELIZ NATAL!

... e é Natal... mesmo sem você aqui.
Há uma alegria... triste,
há uma paz... inventada,
há uma dor... mascarada,
desmascarada,
escancarada.
Feliz Natal, meu presente de natal!

Feliz Natal, meus amigos,
com esperança e muita luz,
alegria em nossos abrigos,
sem esquecer o Menino Jesus.


Benê e Elba (2025)
⁠

Me preocupei tanto em enfeitar a mesa para a ceia de Natal, que acabei esquecendo de celebrar o Deus que nasceu Menino.


Benê Morais
⁠

Brasil Fiado!


Comprei fiados no Natal,
Ano Novo dobrei os fiados,
no bloco dos endividados,
pularei feliz meu Carnaval.


Benê Morais
⁠

Noite feliz


Entre a luz dos fogos de natal e as estrelas, um cometa passou e nada disso ficou despercebido pelos teus olhares molhados, a lua emocionada vendo o teu sofrer não aguentou e chorou,


Curiosa e fofoqueira veio até mim e contou o que se passava, tenso e apreensivo, corri apressado para levar até você o que mais precisava naquele momento,


_ Oi, te trouxe um cobertor do amor, um olhar de admiração, um pacote de abraços e uma chuva de sorrisos para passarmos essa noite juntos conversando e olhando para a lua,


Você topa?

Natal difícil

É noite de Natal. Por onde eu passo o clima no ar é de felicidades, as pessoas estão sorrindo, as famílias estão reunidas; a ceia ta na mesa é hora de confraternizar; agora faltam poucos minutos para abrir o champanhe.
Comprei o perfume que você gosta que eu use, só para te agradar;
Estou usando aquele tênis que você me deu no meu aniversário;
A camisa pólo, comprei na cor que você pediu á duas semanas atrás;
O boné que estou usando é o que deixa o meu rosto perfeito, segundo palavras ditas por ti!
Pena que você não está aqui para vê o quanto eu me produzi pra você;
Tomei um gole de champanhe com o gosto mais amargo da minha vida, estou sendo abraçado e bem acolhido por todos os meus queridos familiares, mas é no seu abraço que eu queria está!
Espero que no dia de ano novo, a saudade, a solidão e a tristeza sejam superados pela esperança, a alegria e o amor!

''Vamos fingir que a minha perna esquerda e natal e a dirita ano novo ,ai você me visita entre os feriados''

⁠comemore🤞✅🍷
Hoje é um dia especial.
Mesmo não sendo Natal.
É um dia comum, natural

O natal está chegando e eu ainda me sinto em meio ao carnaval, como o relâmpago invadindo o verão....⚡🎄💡

Para esse Natal, eu não vou pedir.
Vou agradecer os livramentos. 🤚
Principalmente agradecer as bênçãos 🙏
Os novos integrantes que chegaram à família 🚼
Fazer muita oração pelos nossos doentes.
Comprar um panetone de frutas ao invés de roupa nova, ir ver a árvore em Botafogo com minhas visitas e se possível fazer um luau num dia de noite perfeita, Se a lua brilhar, eu irei vibrar
Esse será o momento incrível desse Natal.
Que o Espírito Santo me invada e eu consiga transformar essa data não num momento de comercialização, e sim de união e amor.
Amor, a minha áurea e que ela irradie luz a todos à minha volta.
E que tudo tenha sentido, em forma de sentimentos verdadeiros que só a presença traz.
Não os presentes 💝
2026 vem com calma que eu tô bem tranquila...

Amanheceu
Mas a noite ainda é visível.
São quatro horas e tal
Mal nos despedimos do Natal.
Um novo ano adentrou.
A vida se renovou.
O dia está nascendo tão belo.
Como amo esse céu azul com o sol amarelo.
O cheiro do café desperta os meus sentimentos.
E faz eu agradecer por esses breves momentos....
Bom dia, novo dia ☕ 🌺

Cesta de Natal Amaral

Houve uma época em que o grande charme de Santa Mariana, no final do ano, era comemorar o Natal se deliciando com os produtos que vinham dentro das famosas Cestas de Natal Amaral.

Naquele tempo, eu tinha nove anos e ela era o meu grande sonho de consumo. Sonhava com aquela maravilha.

Havia propaganda nas emissoras de rádio, no alto-falante do Bacarim e nos carros de som que percorriam as ruas da cidade anunciando a bendita cesta. Você podia comprá-la no início do ano e ir pagando mês a mês, até chegar o Natal.

Perto da nossa casa morava uma família de classe alta que havia comprado uma daquelas cestas. E não era qualquer uma: era a maior, a número cinco. Quanto maior o número, maior o tamanho da cesta.

Passei o ano inteiro esperando a chegada do caminhão que faria a entrega.

Meu grande desejo era descobrir se era verdade tudo aquilo que aparecia nas propagandas. Será que dentro daquela cesta havia mesmo todas aquelas maravilhas? Claro, eu precisava primeiro contar com a boa vontade do meu vizinho.

Até que, num belo dia, já no final do ano, eis que chegou o tão esperado caminhão.

Foi uma festa na nossa rua. Moleque para todo lado.

Eu, como morador vizinho, me sentia meio sócio daquele acontecimento. Afinal, tinha acompanhado a espera durante o ano inteiro e, por isso, achava que tinha até o direito de descrever alguns detalhes da famosa cesta.

Naquela noite, depois de uma espera angustiante, finalmente me permitiram olhar dentro daquela coisa linda.

Mas só olhar.

Sem tocar em nada.

Depois de aberta, pude ver enfeites de papel celofane vermelho. Por entre eles apareciam as pontas das garrafas: vinho, espumante, suco de uva...

Havia também castanhas.

Mais para o fundo, os donos começaram a remexer as coisas e, de repente, apareceu, debaixo daquele papel vermelho, uma maravilha. Uma verdadeira obra-prima.

Era uma lata redonda.

Na tampa havia desenhos daquilo que vinha dentro. Eram quatro figuras, em formato de triângulos com as bordas arredondadas.

Não teve jeito.

Pedi para segurá-la.

Relutaram um pouco, mas acabaram deixando. Por alguns segundos, aquela maravilha esteve nas minhas mãos.

E foi o suficiente.

Olhando para aquela lata mágica, deixei minha imaginação viajar. Naquele instante, pude saborear, um pedaço de cada vez, a goiabada, a marmelada, o figo e o marron-glacé — nome que descobri naquela noite e que, para mim, até então, era simplesmente batata-doce.

Alguns dias depois, fuçando pelo entorno da casa do vizinho, meus olhos se depararam com ela.

Ela mesma.

A lata.

Aquela obra-prima estava ali, jogada, vazia, como se fosse uma coisa qualquer.

Fiquei alguns segundos olhando para ela, meio consternado com o fim que tivera.

Para mim, aquela lata ainda carregava todo o encanto do Natal. Para os outros, era apenas uma lata vazia.

Muito tempo depois, alguém da minha família comprou uma lata igual àquela.

Finalmente pude conhecer o sabor daqueles doces.

Mas não era Natal.

E também não era da Cesta de Natal Amaral.

E talvez por isso nunca tenha tido o mesmo gosto.

O Presente de Natal

Num Natal, eu botei na cabeça que ia dar um presente para minha mãe.

Nessa época, eu era engraxate. Lembrei-me disso hoje porque aquele Natal também caiu num domingo.

Na rodoviária de Santa Mariana havia um bazar. Certa vez, eu tinha visto ali uma xícara com uma paisagem de neve. Era aquela xícara que eu queria dar para minha mãe.

Só havia uma.

E eu corria o risco de ela ser vendida.

Pedi ao dono do bazar que a reservasse para mim. Ele sorriu e respondeu:

— Quem chegar primeiro, leva.

Isso foi de manhã, por volta das nove horas. E eu não tinha um único centavo no bolso do calção. Meu calção tinha um bolso, mas naquele momento ele estava vazio.

O dia foi passando e nada de conseguir o dinheiro.

De repente, começaram a aparecer alguns dos meus fregueses tradicionais. Um aqui, outro ali, e algum dinheirinho começou a entrar. Mas ainda era pouco para comprar o presente.

Eu engraxava um par de sapatos e, assim que terminava, ia até o bazar para ver se a xícara ainda estava lá.

Nem fui almoçar naquele dia.

À tarde, eu já tinha conseguido boa parte do dinheiro, mas ainda não era suficiente. Continuava trabalhando e, de vez em quando, passava pelo bazar para pedir ao dono que, por favor, não vendesse a xícara.

No fim do dia, quase na hora de fechar o bazar, eu ainda não tinha conseguido juntar o valor necessário.

Então tomei coragem e pedi:

— O senhor não poderia deixar eu pagar o que falta na próxima semana? Eu engraxaria seus sapatos sem cobrar até completar o dinheiro.

Ele nem pensou.

— Nem pensar — respondeu. — E tem mais: já vendi a xícara.

Fiquei olhando para o chão, com os olhos cheios de lágrimas.

Naquele momento, pensei:

Como é difícil a vida de engraxate.

Se eu tivesse guardado o dinheiro dos outros dias...

Mas aquele dinheiro dos outros dias também fazia parte da receita da família. Vez ou outra, eu comprava carne ou alguma outra coisa para comer e levava para casa.

O que fazer?

Eu tinha chegado tão perto de conseguir comprar aquele presente.

Era para ser uma surpresa para minha mãe. Eu queria que ela ficasse feliz naquele dia de Natal.

Peguei minha caixa de engraxar, que havia deixado do lado de fora do bazar, e levantei-a para colocá-la no ombro.

Foi então que alguma coisa me chamou a atenção.

Havia dentro da caixa um embrulho de papel de presente.

E, pelo formato, parecia uma xícara.

Fiquei sem entender.

Hoje, penso que, enquanto eu estava ali, tentando negociar a compra da xícara, em algum momento aquele homem, Vitor, colocou o pacote dentro da minha caixa de engraxar.

Olhei para ele.

Ele me olhou de volta, com os olhos cheios de lágrimas.

Sorriu.

E me desejou:

— Feliz Natal.

Naquele dia, eu não consegui comprar a xícara.

Mas ganhei algo muito maior.

Ganhei a certeza de que, mesmo quando a vida parece dura demais, ainda existem pessoas capazes de enxergar o coração de um menino.

E aquele menino, que só queria fazer sua mãe feliz, voltou para casa carregando, no ombro, sua velha caixa de engraxate.

Dentro dela, além das escovas e da graxa, levava o mais bonito presente daquele Natal:

um gesto de amor.

O Natal, para muitos, é como ir ao aniversário de alguém querendo receber os parabéns e todos os presentes.

Sempre temos os feriados para desejar aos outros um feliz alguma coisa, é o Feliz Natal, Feliz Ano Novo, felizes dias de carnaval, feliz páscoa, feliz Dia das Mães, feliz Dia dos Pais, Feliz Dia da Crianças, mas no dia de hoje não desejamos um Feliz Finados...mas também não devemos pensar em tristezas, afinal devemos lembrar sim dos momentos felizes que vivenciamos ao lado das pessoas que amamos, mas que apenas mudaram de ambiente e por isso não estão mais ao nosso lado... vamos então dedicar esse dia aos momentos felizes, às alegrias enquanto juntos estiveram conosco... pois é isso que eles estão comemorando também já que hoje o feriado é DELES... então que seja um FELIZ FINADOS para todos !!!!

Feliz Natal, meu bem...
Pra vc que vai passar sem ninguém...
Quem mandou não dar valor...
Volta pra fila, amor...
Pega senha... Senta e espera...
Porque eu tô a todo vapor...
Livre, leve e solta...
Só lamento, bebê... Off pra vc...
Mas pra curtir eu tô on

"Então é NATAL, e o que você fez?
Você foi diferencia ou só foi volume na vida dos que estão no seu mundo? Reflita! Mentoria de relacionamentos Já!"

“No Natal, as pessoas abraçam o presépio com as mãos limpas e o coração sujo: celebram o nascimento do amor enquanto crucificam o próximo em silêncio, embrulhando a própria hipocrisia em papel dourado".