Jeito de Falar

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"Respeito não se pede, se constrói na coerência entre falar e agir."

“Se ele não liga nem manda mensagem, é porque não quer falar. Duro? Sim. Mas amor não se força.”

"Falar dói, pensar assusta… Mas calar por medo é servir de tapete pro erro."

“Falar menos. Agir com precisão. Controlar sem parecer que está no controle.”

“Hoje em dia, o homem não precisa de máscara pra ter medo de falar — só de uma frase mal interpretada.”

“Black Noir (The Boys) entendeu a lição: falar é crime, respirar é suspeito.”

"A eternidade escolheu a humildade como sotaque para falar ao coração do homem."

"Não é sobre falar bonito, é sobre falar com fundamento."

“Quem realmente entende, seleciona quando falar — e, principalmente, quando não.”

Saudades dói demais, aperta o peito, embarga a voz quando a gente menos espera, ao falar de quem partiu para além do pôr do sol. A gente se consola dizendo que é apenas um até breve, mas quando a gente pensa no abraço que não pode dar, no alô que não vai ouvir, nos olhos que não brilham mais ao te ver, a serenidade dá lugar à ansiedade, e é aí que grita forte a saudade.

Na linguagem do amor todos desejam falar o mesmo idioma

Esse é o perigo de falar. Você fala, fala, fala toda a baboseira e logo, logo não sabe mais o que está dizendo... eu não sei... é por isso que me sinto muito melhor quando estou principalmente calado.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

Eu prefiro certamente falar com um gari, um encanador ou um chapeiro a falar com um poeta. Eles sabem mais dos problemas comuns e das alegrias comuns de se estar vivo.

Charles Bukowski
Sobre a escrita. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2023.

Você foi como segurar na mão do diabo,
Que logo me soltou,
Quando comecei a falar em língua de anjos.

E por falar em ação e reação,
Abelhas não picam flores.

E Por falar em pau que nasce torto,
alguns galhos também nascem,
e deles brotam flores.

Aprendi a falar pouco sobre dor, falo mais sobre resultado, minhas mãos contam o resto.⁠

As dores me ensinaram a falar mais baixo e sentir mais fundo. A dor afinou os sentidos, ouvir, tocar, sentir, tudo ficou mais verdadeiro e profundo.

Falar de amor virou ato de contrabando entre a dureza do mundo. Levo-o escondido no peito como quem leva pérolas em bolsos rasgados. Quando entrego, minhas mãos tremem, não por medo de perder, mas por saber que a dádiva pode curar lugares onde o sol não entrou.

O silêncio é uma cidade onde aprendo a falar devagar. Lá as frases caminham com sapatos macios. Não há pressa de entender, só desejo de existir. E nesse lugar, até o pensamento encontra abrigo. Volto diferente de cada visita.