Ja Vivi um grande Amor
Sei que a INVEJA é um sentimento pobre que ja causou muita desgraça Mais gosto de saber que tou sendo invejado...
Por que isso me da a certeza que estou tomando as atitudes certas...
Para Vinícius
Agora eu já posso morrer em paz
Eu tenho um milhão de contas a pagar
Mas agora tanto faz
Seu cabelo é o sol
Seus olhos, cor de anis
Dos dedos dos pés
À ponta do nariz
É perfeição
A melhor coisa que eu já fiz
Quando você me olha assim
A minha resposta é sempre sim
Quando você sorri pra mim
Parece que o mundo não é um lugar tão ruim
Eu não toco o chão
Começo a flutuar
Estou nas nuvens
Já as posso até tocar...
Eu não quero que ela
Veja violência ou a dor
Só meu mundo imaginário
De prazer e amor
Perfeição
A melhor coisa que eu já fiz
Quando você sorri pra mim
A minha resposta é sempre sim
Quando você me olha assim
Parece que o mundo não é um lugar tão ruim.
"Capital Inicial-Giulia"
Cada minuto de vida é sempre um minuto a menos e não um minuto a mais. Mal nascemos e já começamos a morrer.
(Trecho do livro O que realmente importa?)
Hoje acordei com um reggae a me balançar!
De tarde sei que já estarei no ritmo de um rock a me alucinar..
E a noite estou sempre no clima de uma doce canção de amor a me ninar...
Mais é sempre assim, vivo em meio a vários ritmos e sons que vão tocando de acordo com os passos que vou trocando pelos caminhos da vida...!!
Meu Demônio
Hoje me escondo da sociedade já sou um anjo perdido as escuridões do meu coração cegaro minha vizão, eu não sei onde é o meu caminho, pobre alma perdida já não consegue domar sua aberação, esse demônio que cresceu junto consigo se alimentando das suas magoas raivas decpeção.
Foi se apoderando da sua alma, apagando tudo que tinha ou alguma vez teve de bom, só deixando más lembranças...Tornando essa pobre alma escura, vazia, amarga.
Já não tem esperança nunca vai conhecer a Deus pobre vida de ateia, se esconde da luz, o dia tem que ser seu inimigo e a noite sua fortaleza.
Eu não te amo
Apenas desejo teu corpo
É um desejo louco...
Já passou de inocente o olhar que sempre
lanço pra você
Eu não amo apenas desejo
O gosto do teu beijo
Meus lábios ainda sentem
Mas, eu não amo
Apenas desejo sentir o teu calor..Ser o seu calor
Teu corpo me convida pra descobri-lo
É irresistível esse convite
Menina, você esta me deixando louco!
SEM VOCÊ
Nas incertezas de um caminho que é tão doído
Sem você eu já me encontrava tão sozinho
Antes de adeus você dizer
Na magoa de um sonho que acabou
Dia a dia sentia você partir
Sem rumo, perdido vou ficando aqui
Sem você, sem você
Nem o tempo me faz companhia
Não me arranca essa agonia de viver
Sem você, sem você
O silêncio dessas horas frias são palavras que não sei
dizer
Ainda amo você
'Um simples "até já" pode conter inimagináveis nuncas. Ou sempres. Nada é mais triste que uma fotografia alegre. Quantas despedidas podem estalar dali em diante? Nada pode vir a ser mais enganoso que um simples até logo.
Maravilhosa e cruel a vida! Tudo pode acontecer. As ligações, salvo poucas, fazem-se precárias e falíveis. Nosso destino é preso a acontecimentos não controláveis. Os impulsos, cansaços e as discordâncias são imprevisíveis. E geram despedidas antes inesperáveis. Ninguém sabe de quem se afastará. Nem quais as amizades e amores de toda a vida, nada obstante existam. Raros captam a dor que estala em cada hipótese de despedida. Separar-se contém sempre a hipótese da despedida. Por isso uma dor sempre se infiltra em cada afastamento. Algo se assusta, escondido, em tudo o que se separa. Ainda que para ir ali pertinho e logo voltar.
As grandes despedidas dão-se - contudo - sem que o percebamos. As que sabemos e sofremos não são despedidas completas, pois a saudade e a memória hão de trazer de volta o sentimento genuíno que agora causa dor. As grandes despedidas infiltram-se no cotidiano e nos atos corriqueiros de cada dia, sem serem percebidas. Muitos anos depois, vamos verificar que, disfarçadas em dia-a-dia, ali estavam e estalavam saudades antecipadas, vários nuncas dos quais jamais suspeitamos. Nunca se sabe onde está uma despedida. A não ser muito depois.
Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim
Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim
É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou
E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou
Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
Encontros preciosos não são necessariamente os que nos trazem jardins já floridos.
São, um bocado de vezes, aqueles que nos ofertam mudas...
Já quis tanto andar ao lado, viver acompanhado, ter um namorado...
Já quis me sentir amada, desejada, observada...
Já quis morrer de amor, esquecer toda a dor, dar um fim na solidão...
Já quis viver pra você, mas agora eu sei porque não habitas mais o meu coração.
Eu quis estar ao seu lado, mas vc, por um medo do passado, resolveu me jogar ao vento...
Mas, que bom que Deus nos prepara, e numa curva comum da estrada, eu encontrei o meu alento...
Se vc não quis, paciência, vou seguir na minha decência, tentando viver com moral...
Pq nada nesse mundo é pior do que a dor de uma traição, nada nesse mundo é igual...
Não quero pros outros o que não quero pra mim,
e se vc realmente quis assim, quem sou eu pra discutir...
Só fica aqui um recado, eu tinha muito amor guardado, mas vc não quis retribuir!
*E hoje já consigo te olhar nos olhos e engolir toda a minha dor*
Sabe quando a gente tem um objeto na estante que já não transmite mais a mesma beleza? Aquele objeto empoeirado, que fica ali na estante, contaminando os outros objetos, mas que não tiramos porque ele nos trás algumas lembranças de quando ainda não tinha poeira. Pois bem, quando a gente tira esse objeto empoeirado, a estante fica bem mais bonita. E a lembrança? - A lembrança? A lembrança não é objeto. A lembrança não é palpável.
Brigar com Deus
Para os pais que já perderam um filho, e por isso, brigaram com Deus.
Eu não tenho respostas prontas para essa dor!
Há feridas que não se curam com pomadas, mas com o tempo.
Para eles, que continuam zangados com Deus esta canção!
Admito que eu já duvidei,
Depois daquela morte repentina num farol,
Depois que dos meus olhos Deus levou a luz do sol,
Depois daquela perda sem aviso e sem sentido,
Admito que eu já duvidei.
Admito que eu briguei com Deus porque não respondeu
Quando eu Lhe perguntei porquê;
Ele, que tudo sabe, tudo pode, tudo vê,
Parece que não viu, nem me escutou lá no hospital.
Admito que eu fiquei de mal!
Doeu demais e, quando dói do jeito que doeu,
A gente chora, grita e urra e põe pra fora aquela dor.
E desafia o Criador e quem se mete a defendê-lo.
Comigo não foi diferente do que foi com tanta gente
Que perdeu algum amor.
Briguei com Deus, briguei com Deus
E se eu briguei foi por saber que Deus ouvia.
Admito que eu me revoltei;
Onde é que estava Deus com Seu imenso amor?
Se Deus é amoroso, então por que deixou?
Por que tinha que ser do jeito que foi?
Admito que eu O desafiei,por não achar sentido no que Deus me fez;
E nem me perguntei porque será que o fez.
Briguei com quem levara alguém que eu tanto amei!
Admito que eu já blasfemei.
Doeu demais e, quando dói do jeito que doeu.
A gente chora e grita e urra, e põe prá fora aquela dor.
E desafia o Criador e quem se mete a defendê-Lo.
Comigo não foi diferente do que foi com tanta gente
Que perdeu algum amor.
Briguei com Deus, briguei com Deus
Briguei com Deus, mas acabei no colo Dele.
Admito que voltei pra Deus.
E até nem sei dizer porque foi que voltei.
Eu acho que voltei porque não me calei.
Voltei porque, talvez, não sei viver sem crer.
Admito que voltei pra Deus.
Admito que ainda creio em Deus,
Mas tenho mil perguntas a doer em mim.
Eu tenho mil perguntas para Lhe fazer.
Espero que Ele um dia queira responder!
Ele sabe o que é que eu penso dele.
Me namora
Lembro que te vi caminhar
Já havia um brilho no olhar
E junto com um sorriso seu
O teu olhar vem de encontro ao meu
E o meu dia se fez mais feliz
Mesmo sem você perto de mim
Mesmo longe de mim...
Eu fico o tempo todo a imaginar,
O que fazer, quando te encontrar
Mas se eu fizer, o que vai dizer?
Será que é capaz de entender?
Mesmo se não for eu vou tentar,
Vou fazer você me notar
Por isso eu vim aqui te dizer...
Me namora, pois quando eu saio, sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abre os braços, vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza essa que eu te canto agora
Abre os braços, vem e me namora
Eu penso estar vivendo uma ilusão
Sem saber se me quer ou não?
Quem dera se a resposta fosse sim
Mas acho que já nem liga pra mim
Se for assim o meu coração
Sofre, só, sem você em vão
Bate mais triste, então...
Mas ele ainda pode se alegrar
Se de repente você reparar
Que com você também aconteceu
Que sente amor tão grande quanto o meu...
Abra os olhos, veja quem te adora
E sonha com você mundo afora
E volta só pra te dizer...
Me namora, pois quando eu saio, sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abre os braços vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza essa que eu te canto agora
Abre os braços vem e me namora
Me namora, pois quando eu saio, sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abre os braços vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza essa que eu te canto agora
Abre os braços vem e me namora
A internet é um mundo imaginário, no qual somos apenas copias de algo que um dia existiu ou já se foi embora. (M.P.P.)
Eu tinha apenas 16, e já achava que sabia demais. Tudo que eu tinha era um quarto, o dinheiro dos meus pais, e alguns amigos que cabiam numa mão.
Já me disseram que é preciso
criar algo para fugir da realidade
e foi assim que construi um mundo
inteiro paralelo ao cotidiano
