Ja Vivi um grande Amor

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Já está preparado

Estou agitado
Vem, desacelera-me
Preciso focar
A ansiedade bate forte

Já não tenho mais controle
Preciso de ajuda
Meu coração está queimando
Quando você chega

Tenho medo de não estar preparado
Tenho medo do novo
Ouço você falar dentro do meu ser:
“Tudo vai estar bem”

Ficar tranquilo
No momento certo, te darei
Não tenha pressa de entrar no novo
Seu momento já está preparado

Lá no fundo eu já sabia


Lá no fundo eu já sabia
que teu silêncio falava mais alto que promessas.
Havia um aviso discreto no teu olhar,
como nuvem fina antes da chuva cair.


Lá no fundo eu já sabia
que teu toque vinha com prazo escondido, feito flor bonita que nasce apressada e já carrega o cansaço da despedida.


Mesmo assim, fiquei.
Plantei esperança onde o chão era raso, fingi não ouvir o estalo do coração rachando devagar por dentro.


Lá no fundo eu já sabia,
mas amar também é isso:
escolher sentir, mesmo atento ao fim, e chamar de verdade aquilo que doeu.

Já doeu amar quem não soube ficar,
Já doeu entregar o que era inteiro.

Podes ser até trágico,
Já estou despedaçado,
Teu toque perfura, e encontra
O que ninguém jamais alcançou.


Não temo sair ferido,
Nem o corte que possa sentir,
Pois talvez da amizade
Um amor possa enfim surgir.


Mesmo que o mundo nos negue,
E a distância nos dilacere em silêncio,
Ainda assim, meu peito insiste
Em buscar teu coração, imenso.


E se o tempo nos for cruel,
Se a dor nos marcar como tatuagem,
Que ao menos reste a chama
De um amor nascido da coragem.

Ontém foi ontém,já passou eu sei que estas muito preocupado em voltar ao passado para recomessar a sua vida nao perca a esperança nunca é tarde demais para fazer o que é certo,comesse hojé e faras um bom fim

Já caminhei por desertos de silêncio,
onde a esperança se escondeu nas sombras. A vida, em sua frieza, não me ofertou razões para permanecer. O amanhã parece distante, um horizonte que não chama pelo meu nome. E ainda assim, respiro, como quem desafia o vazio. Talvez não haja sentido, talvez nunca tenha havido. Mas sigo, porque até o desespero carrega uma semente de quem insiste em existir.

Sou estrela antiga, ecoando luzes que já se foram, meu coração queimando em silêncio. Cada fagulha é memória de mundos que jamais verei, cada brilho, um suspiro perdido. No vazio do cosmos, aguardo o instante em que tudo se desfaz, me transformando em poeira estelar, um murmúrio esquecido no infinito.

Seja o farol que ilumina a vida de quem já se tornou parte da escuridão.

Tive uma segunda chance, já atravessei portais invisíveis e experimentei, em minha própria vida, o esplêndido sabor da glória de Deus. Vi rostos iluminados de todas as idades, ouvi louvores que transbordavam amor sincero ao Senhor. Desde então, carrego em minha alma uma saudade profunda do céu, pois sei, com convicção, que para a linda cidade um dia voltarei.

Já fui engolido pela sombra da depressão, rendido a desistências repetidas, contudo, aprendi seus segredos. Hoje acendo faróis na noite de outros, ofereço a mão que me foi estendida, sei guiar por atalhos do labirinto onde tantas vezes me perdi.

No breve tempo que me ausentei, ao regressar, percebi que já não era o mesmo. Os sentimentos haviam se esvaído como água entre as mãos, e em meu peito apenas o silêncio se aninhava. Aquele eu que um dia partira, morreu no exílio do tempo e jamais retornaria. Em seu lugar, restou apenas uma sombra errante, um eco de mim mesmo, condenado a habitar a casa, mas nunca mais a pertencer a ela.

O passado não dita meu futuro, apenas mostra o quanto já venci.

Na dúvida, aceitei o engano como professor, reajustei velas e segui adiante, o vento já conhece meu nome.

Já fui menor que meus erros, sou maior que minhas correções, a autoexigência agora vem com compreensão, o balanço me mantém em pé.

Já calei rancor por necessidade de seguir, o perdão foi tática e libertação, caminho mais leve por ter largado peso.

As pessoas vivem em modo de sobrevivência, zumbis funcionais, presas a rotinas que já não questionam. São espectros de si mesmas, movem-se, mas não despertam, respiram, mas não vivem.

A dor já não me define, me informa, ela sinaliza o que cuidar e o que transformar, não mais sou refém do que passou.

Já chorei por não entender. Hoje, sorrio por ter sobrevivido.

Já fui ferida, hoje sou ferramenta.

Já fui tempestade, hoje aprendi a chover com calma.