Ja Vivi um grande Amor
Hoje eu sou feio. Mas já fui o menino mais desejado da escola. Uns desejavam me bater, outros me matar.
O pior cego já não é aquele que não quer ver, mas aquele que acha que vê. Não querer ver é opcional, achar que vê é estupidez.
Aos que já aprenderam a namorar sem apossar: feliz Dia!
E, para não ter que ficar voltando aqui toda hora para postar fotinhos, deixo aqui minha foto com a minha Melhor Amiga, Amante, Namorada, Esposa e Mãe dos meus Filhos.
Feliz Dia dos Namorados para todos nós, no mesmo par!
Só veem essa medonha polarização com bons olhos, os que já não veem com os olhos seus.
Isso porque a polarização rouba a visão verdadeira e substitui a percepção da realidade pelas lentes dela.
Quem se deixa aprisionar por ela já não enxerga com clareza — apenas repete os reflexos que lhe oferecem.
A polarização estreita horizontes, fabrica inimigos imaginários e ensurdece para qualquer voz que não ecoe na própria trincheira.
O olhar, antes capaz de contemplar a complexidade da vida, passa a se contentar com a caricatura de “nós contra eles”.
E o mais trágico é que, nesse processo medonho, não se perde apenas a neutralidade: perde-se também a capacidade de enxergar o lado humano do outro.
Perde-se a liberdade de pensar com a própria cabeça, porque ver com os olhos alheios, nunca será o mesmo que enxergar com os próprios olhos.
Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.
Não podemos seguir — Ferindo o Próximo, Ferindo o Mundo
Já estamos quase conseguindo transformar o Paraíso — chamado mundo — que nos foi entregue,
Numa verdadeira bola de neve...
Insensíveis, imprevisíveis e gananciosos,
já não queremos dividir o mundo —
queremos tomá-lo, dominá-lo.
Por capricho, descuido ou maldade,
estamos ferindo quem deveríamos cuidar:
o próximo.
Com tanta gente disposta a ferir,
precisamos cuidar um pouco mais de nós mesmos...
Mas é preciso sermos cuidadosos
até no ato de nos proteger —
para não nos blindarmos
a ponto de nos empedernir.
Já não se percebe a dimensão do problema que o mundo enfrenta pelos choros e gemidos, mas pela invalidação da dor do outro.
Chega!?
Chega, já te perdoei as setenta vezes sete, vá e não peques mais…
Até o perdão tem um limite secreto onde a dignidade aprende a falar mais alto.
Já te perdoei as setenta vezes sete, e em cada uma delas deixei que o coração respirasse a esperança de que tu soubesses finalmente o peso do que fazias.
Mas o perdão, por maior que seja, não é convite para a repetição da mesma queda.
É aviso, cura, é último chamado.
Por isso, vá…
não como quem foge, mas como quem enfim entende que não se pode ferir o mesmo lugar para sempre e esperar que ele permaneça vivo.
E não pequeis mais — não porque o erro seja proibido,
mas, porque há um momento em que machucar alguém que te ofereceu todas as chances deixa de ser falha humana e passa a ser escolha deliberada.
Vai, então.
Leve contigo toda a soma de perdão, mas não esperes que ele continue sendo casa.
Algumas trilhas só viram caminhos quando alguém — finalmente — aprende a caminhar sozinho.
Vá em Paz e não peques mais!
Que Deus é fiel,
o mundo já sabe,
ou ao menos deveria saber — e nós, até quando somos fiéis?
Deus tem sido sempre tão Generoso conosco que, se a Graça não fosse um Favor Imerecido, o Constrangimento talvez fosse muito maior que a Gratidão.
Não porque me falte reconhecimento, mas, porque sobra consciência das próprias falhas.
A graça, quando compreendida de verdade, não infla o ego — ela o desarma.
Talvez, sem essa plena consciência de imerecimento, dificilmente eu escaparia do abraço do constrangimento.
E há algo de profundamente pedagógico no favor que não se pode pagar, negociar ou justificar.
Ele nos retira do centro do palco, desmonta a agridoce ilusão de mérito e nos coloca no único lugar possível diante do Divino: o da humildade…
A Espiritual e a Intelectual.
Quem entende a graça não anda de peito estufado; anda de cabeça baixa, não por culpa, mas por reverência.
O constrangimento, nesse contexto, não é a vergonha paralisante, é puro espanto.
É perceber que, apesar de quem somos, carregados de rastros de podridão, continuamos sendo alcançados pelas mãos misericordiosas do Pai.
Que mesmo quando nossas mãos estão vazias de boas razões, elas ainda são preenchidas de misericórdia.
E isso nos educa mais do que qualquer repreensão.
Talvez a maior evidência de maturidade espiritual seja justamente essa: não transformar a generosidade de Deus em direito adquirido, nem a graça em moeda de barganha.
Quem vive consciente do favor imerecido não se acostuma com ele — agradece, cuida e tenta responder, não com merecimento, mas com fidelidade.
Que Deus é fiel, o mundo já sabe ou ao menos deveria saber — e nós?
Até quando somos ou tentamos ser fiéis?
... imprudente
solidão é a que nos afasta
de nós mesmos...
De tudo que já somos; tudo que
lutando já conquistamos; e,
não poucas vezes, nos
esquecemos!
... quem
já se mostra
capaz de questionar
a si mesmo - pondera o que
lhe falta, constrange - encontra-se
'anos-luz' à frente quanto ao
apreço e aceitação do
outro!
... busque ser
justo em teus argumentos;
teus pontos de vista - algo que,
como já sabes, desagradará
a muitos - no entanto,
inspirará aindaque,
poucos!
“A folha seca não caiu porque morreu; caiu porque entendeu que permanecer onde já não há seiva também é uma forma lenta de desaparecer.”
Práticas corruptas têm ocorrido ao longo da história, e isso não me choca mais, já que os envolvidos obtêm grandes ganhos com essas ações. No entanto, o que realmente me surpreende é observar pessoas desinformadas apoiando essas práticas sem razão, apenas por falta de compreensão ou por estarem alienadas ao mundo em que vivem.
