Ja Vivi um grande Amor
Engraçada mas nem sempre quer ser motivo de piada,quer ser um pouco mais levada a sério .
Com personalidade forte,mas nem sempre quer ser motivo de discordâncias e conflitos.
Sobre tudo sagaz mas um tanto sensivel.
Pode ser inteira ou quase nada mas nunca pela metade
Valoriza a lógica mas nao despreza a fé.
Humana.
Se decepciona com frequencia,se isola,age com indiferença.
Chora,não fala com ninguém,tem vontade de gritar até se esgoelar.
Não se contenta com 7 horas mal dormidas de sono mas levanta com um objetivo.
Sobretudo vive,
ainda que de vez em quando não tenha vontade de.
Sonha,se ilude mas também acorda quando pensa no seu próprio bem.
Presa os que estão ao seu redor,defende os, distribui lhes broncas mas está sempre lá.
Possui amores platonicos
Vontades intermináveis
Desejos voráveis
Não se permite errar mas aprende com os seus erros.
A solidão é uma droga, um narcótico; cresce nas veias, nos nervos e nos músculos; assume um direito de posse sobre seu corpo e sua mente; alimenta-se e cria sua própria exigência.
A prisão de cada um
Martha Medeiros
O psiquiatra Paulo Rebelato, em entrevista para a revista gaúcha Red 32, disse que o máximo de liberdade que o ser humano pode aspirar é escolher a prisão na qual quer viver.
Pode-se aceitar esta verdade com pessimismo ou otimismo, mas é impossível refutá-la. A liberdade é uma abstração.
Liberdade não é uma calça velha, azul e desbotada, e sim, nudez total, nenhum comportamento para vestir.
No entanto, a sociedade não nos deixa sair à rua sem um crachá de identificação pendurado no pescoço.
Diga-me qual é a sua tribo e eu lhe direi qual é a sua clausura.
São cativeiros bem mais agradáveis do que o Carandiru: podemos pegar sol, ler livros, receber amigos, comer bons pratos, ouvir música, ou seja, uma cadeia à moda Luis Estevão, só que temos que advogar em causa própria e hábeas corpus, nem pensar.
O casamento pode ser uma prisão.
E a maternidade, a pena máxima.
Um emprego que rende um gordo salário trancafia você, o impede de chutar o balde e arriscar novos vôos.
O mesmo se pode dizer de um cargo de chefia.
Tudo que lhe dá segurança ao mesmo tempo lhe escraviza.
Viver sem laços igualmente pode nos reter.
Uma vida mundana, sem dependentes para sustentar, o céu como limite: prisão também.
Você se condena a passar o resto da vida sem experimentar a delícia de uma vida amorosa estável, o conforto de um endereço certo e a imortalidade alcançada através de um filho.
Se nem a estabilidade e a instabilidade nos tornam livres, aceitemos que poder escolher a própria prisão já é, em si, uma vitória.
Nós é que decidimos quando seremos capturados e para onde seremos levados.
É uma opção consciente.
Não nos obrigaram a nada, não nos trancafiaram num sanatório ou num presídio real, entre quatro paredes.
Nosso crime é estar vivo e nossa sentença é branda, visto que outros, ao cometerem o mesmo crime que nós - nascer - foram trancafiados em lugares chamados analfabetismo, miséria e exclusão.
Brindemos: temos todos, cela especial.
Cresci admirando a lua, sem intenção de aproximar. Um mero espectador, ouvinte do vento, passageiro do tempo, contemplador do mar.
As pessoas não me fazem bem, minha idealização delas me engana por um tempo, mas saio fatalmente mal das relações que eu invento.
Aos amantes não amados, não um conselho, mas um intento amoroso.
Abandonar as roupas usadas e ousar novos caminhos. É um desperdício deixar o burrinho interminável da teimosia, roubar a preciosidade da solidão e do silêncio. Não há por que ter medo.
É bom ficar a sós e reconstruir com pedras e enfeitar com flores os sobrados que se desmancharam por aí. Talvez não fique igual. Talvez seja melhor que nasça diferente.
As comparações podem ser corrosivas do metal nobre da escultura em modelagem ainda frágil. Não há pessoas iguais nem sentimentos iguais. Há novas tentativas, novas formas de descobrir e dar significado a um rosto que era só multidão.
Preciso encontrar um jeito de dizer o quanto te amo, acho que em palavras não vou conseguir expressar isso mas em gestos e ações mostrarei o tamanho do meu amor por você.
Um homem só se conhece em duas situações: quando está sob a ameaça de uma arma ou quando quer conquistar uma mulher.
Você pode argumentar que ambas são situações de descontrole emocional.
Errado: o descontrolo é o homem. O controle é um disfarce.
Você deve se julgar pelo seu comportamento quando enfrentou
a possibilidade de morte ou quando estava a fim da (o nome é hipotético)
Gesileide. Aquela vez que você se escondeu atrás de um poste para ver se
ela chegava em casa com alguém.
Meia-noite e você atrás do poste,
sob o olhar curioso de cachorros e porteiros,
fingindo que lia a lista do bicho no escuro.
Aquele imbecil - e não esse cidadão adulto, respeitável,
razoável, comedido, talvez até com títulos - é você.
Tudo o mais é a capa do imbecil essencial.
Tudo o mais é fingimento.
Você nunca foi tão você atrás daquele poste.
Pense em tudo o que você já fez para conquistar uma mulher.
Os falsos encontros casuais, cuidadosamente arquitetado.
Os falsos telefonemas errados, só para ouvir a voz dela.
As bobagens que você disse, tentando impressioná-la.
Pior, as bobagens que você ensaiou em casa e disse como se
tivesse pensado na hora.
O que você escreveu, sem revisão ou autocrítica.
Aquele ridículo era você.
Os dias e dias que você passou só pensando nela.
O país desse jeito, e você só pensando nela.
Sem dormir, pensando nela.
Tanta coisa pra fazer, e você escrevendo o nome dela sem parar.
E as mentiras?
E aquela vez que você inventou que era meio-primo do Julio Iglesias?
E o que você sofreu quando parecia que não ia dar certo?
Como um adolescente. Aquele adolescente era você.
Isso que você é agora é o disfarce, é o imbecil essencial em recesso provisório.
Só o vexame é autêntico num homem.
Quando as pessoas entenderem que feliz é a nação cuja a Arte é a Senhora, o país andará um século por dia.
Nunca peça a um artista que o faça uma arte. A verdadeira arte surge com o sentimento e não com um pedido. A não ser que o seu pedido desperte um sentimento...
Se um dia tiveres que esquecer ou perdoar, perdoe, pois são poucos os que perdoam e muito os que esquecem.
Acredito que tudo na nossa vida tem um propósito, e por isso digo para sempre deixarem livre as borboletas, e só cultivar o jardim, ou seja, tudo o que for seu sempre voltará, não importa o que aconteça.
Se cada um cuidasse mais de si
haveriam menos inutilidades por ai !
Se tem um tipo de pessoa que
merece descrédito é aquele que
se mete com quem não conhece
e fala do que não sabe!
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