Ja Vivi um grande Amor

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Ninguém que não seja um grande escultor ou pintor pode ser um arquitecto. Se não é um escultor ou pintor, apenas pode ser um construtor.

O muito juízo é um grande tirano pessoal.

Um grande homem há-de encontrar um grande assunto ou, o que dá no mesmo, de engrandecer qualquer assunto.

Para que um grande sonho se torne realidade, você precisa primeiro de um grande sonho.

Quando a virtude se mostra unida ao talento, coloca um grande homem acima da sua glória.

Um grande homem é aquele que morre duas vezes. Primeiro, como homem; e depois, como grande homem.

Foi de um rei que nos ficou este princípio augusto. Que jamais se é tão grande como quando se é justo.

É preciso um espírito especial para se fazer fortuna, sobretudo uma grande fortuna; não se trata nem do espírito bom nem do belo, nem do grande nem do sublime, nem do forte nem do delicado; não sei precisamente de qual se trata, e espero que alguém me possa esclarecer a tal respeito.

Toda a dor é grande para um coração pequeno.

Os que têm o dom da palavra e são oradores, têm em mão um grande instrumento de charlatanismo: felizes se não abusam dele.

O extremo de um grande prazer é um desgosto.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Cenas da Foz, 1857

Um grande mérito força o respeito, e afugenta a adulação.

você já viu os
documentários
sobre animais carnívoros?

eles mostram a morte.

e agora me pergunto
que animal entre
nós dois
devorará
primeiro o outro
física e
por fim
espiritualmente?

Vence o medo e vencerás a morte.

Nada é impossível para aquele que persiste

Nem o céu admite dois sóis, nem a terra dois senhores.

Quando, à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2. Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos.

Meu pai me deu este corpo que é efémero; mas o meu mestre me deu uma vida que é imortal

Não sabeis que o fim e objeto de uma conquista é evitar fazer a mesma coisa que o conquistado?

Alexandre, o Grande
PLUTARCH. Plutarch's Lives. W. Heinemann, 1971.

Que nosso exército sejam as árvores, as rochas e os pássaros do céu