Ja Vivi um grande Amor
Já passava da Meia-noite, quando o telefone tocara, que eu olhei, e vi o seu nome no visor. Entrei em extasy, pode não acreditei que era você me ligando.
Eu s´tinha alguns minutos, e o telefone estava sempre descarregado. Mas, você ligou, nossa. ainda não acredito. Uma deusa lembrou que eu existo. Você!
Quero tanto te dizer, que não já te amo mais.
Estou olhando para frente, o que era nós ficou pra traz.
Já lavei as roupas sujas entre eu e o coração, com você ou sem você conheço mais a solidão.
Você foi o mistério . Que eu tentei desvendar.
Já amas-te alguém? Pois é, eu também e quando à perdi todos meus sentimentos se foram juntos. Se achas que o pior demônio é o que mente é porquê não havia conhecido o que não sente. Há e sobre minha amada perdida foi a humanidade agora apenas uma lembrança distante e querida.
68 - Ygor Mattenhauer
E então foi-te revelado teu derradeiro pecado, o saber, não que já não se jugaste culpado, mas queria não estar ciente do presente que lhe foi dado, este quase sempre um fardo...
O segredo do vento - Ygor Mattenhauer
Resposta
Porque não representas nada
Porque a muito já morri
Porque deverias abandonar meu silêncio por ti?
Porque a dor é minha amada
Porque não fui feita para o deleite
Porque a esse nunca aprendi
Porque não há lugar que entendi
Porque em sonhos está a morada de repente
Porque haveria
Porque mais seria?
Ygor Mattenhauer
Já me diverti sendo importante, agora tento o mesmo sendo irrelevante. Acho que isso faz parte de envelhecer ou crescer...
O segredo do vento - Ygor Mattenhauer
Já me joguei nos braços da morte tantas vezes quanto ela me recusou, mas sei que minha persistência será recompensada como tudo que a ela foi almejada. Se disser que não a deseja também quer dizer que não gosta de evoluir mudar ou aceitar limitações ou seja não gosta de viver, talvez seja confuso esse paradigma mas a razão da vida é a morte e vice-versa...
Já na minha alma se apagam
As alegrias que eu tive;
Só quem ama tem tristezas,
Mas quem não ama não vive
Já não me preocupo em encontrar o sentido da vida! Encontrar o sentido do que faço já é a minha maior descoberta de existência!
Já magoei e já fui magoada... Mais sorri do que chorei. Mais amei do que odiei e a vida segue seu curso, um dia pode ser cheio de erros e acertos, mas o que aprendi é que não devemos desistir de ser melhor do que fomos ontem. Viva a vida, seja feliz e faça alguém feliz ❤️
Vai, pra mim foi fácil, já sei como resolver
Simplificar o jeito de te esquecer
Até que foi facinho, eu tô legal assim
Ah, mas quem eu tô querendo mesmo enganar
Fica difícil e até chato de evitar
Sentir o fogo meu se misturar com o seu
Antes da gente dar nome, já era pra sempre.
Como dói essa idéia de fingir que não nos conhecemos, parecemos dois estranhos, num mundo tão pequeno.
Pior que viver sem você, é ter que fingir pra mim mesma, que já não te tenho.
Minha cabeça diz; seja orgulhosa, não dê o braço a torcer! Mas meu coração insiste ; tente mais uma vez, vai deixar tudo se perder?!
Tem hora que não sei qual seguir, é um sentimento sufocante, que de dia parece morrer e de noite renasce ainda mais forte!
Nem sei qual nome dar, para essa coisa de querer se afastar e ao mesmo tempo querer ver o pôr do sol, no teu olhar!
E parece que cresce, mesmo sem eu permitir.
Posso dizer que meu coração é imune, a qualquer sinal de desistência.
Porque desde de criança aprendi, que se for coisa de Deus, vai permanecer.
Então se isso não for amor, não sei qual nome dizer.
Porque minha alma grita o tempo todo; lute, lute, lute, continue a seguir,
enquanto você respirar, esse sentimento viverá dentro de ti.
E é por isso que não desisto, só pode ser amor, porque vejo o universo sempre conspirando ao nosso favor.
Porque um amor de verdade, não vive em apenas uma estação, vive eternamente em cada uma delas.
E em meio aos ventos, é o amor que ajusta as velas.
Paciente é o seu nome, é por isso que ele espera!
Autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 01/05/2019 às 13:00 horas
Favor manter créditos ao autor original Andrea Domingues
Hoje resolvi sair de casa sem celular para me conectar mais com o mundo e com as pessoas.
Já na ida ao mercado, um dos poucos abertos no dia do trabalho, me deparei com uma cena que me chocou (inicialmente, e explico isso depois): Duas crianças brincando de piscina em uma lixeira (destas de plastico). Na volta para casa prestei atenção nesta família (me conectei) que mora praticamente dentro do Terminal de Ônibus Ana Rosa, em Sao Paulo-SP. Vi a alegria das crianças brincando nesta piscina improvisada e vi mais, vi a alegria de seu pai brincando com elas, dando gargalhadas e jogando água na cabeça de suas crianças.
Sou pai de família, de duas lindas meninas, e muitas vezes nos vemos pressionado, pela vida, em dar ¨tudo de bom e do melhor¨, porém nos falta na grande maioria das vezes esta leveza deste pai, este amor sem preocupações por mais estranho que isso possa significar.
Pensamos muito nos bens materiais que devemos ¨fornecer¨ para a nossa família e muitas vezes nos falta olhar mais para nós mesmos, como humanos, e oferecer atenção, carinho e amor!
depois desta cena, pensei em algumas maneiras, ou melhor: repensei no modo como encaramos a vida e as pessoas ao nosso redor! e você? O que pensa?
Já vi muitos culpados sendo inocentados ou passando a vida sem condenação por seus crimes, mas os que são culpados por abusos relativos ao amor, estes nunca escapam do flagelo.
Hoje eu sonhei com você.
Era dia e estávamos na garagem de uma casa, como já ficamos antes, na mesma velha cidade.
Não que eu não tivesse sonhado antes, mas hoje foi diferente.
Não teve dor, raiva, nem saudade e amor. Teve cura!
É como se, depois de muito tempo, a dose de um remédio viesse em forma de fantasia.
Empatia foi o que aconteceu.
Um encontro de almas subconscientes, ajudando uma a outra.
No sonho éramos grandes amigos que não se contemplavam há muito tempo.
Falamos sobre a vida, sobre esse tempo que se passou e não nos vimos ou falamos.
Falamos sobre conquistas e vitórias, mas também sobre fracassos e desilusões.
Falamos sobre família e sobre relações malucas que não deram certo.
Falamos sobre vida e saúde, sobre esta eu tinha muito o que falar, mas não te aborreci.
Não falamos sobre nós, nem sobre nada o que aconteceu.
Mas uma coisa era certa: parecíamos satisfeitos.
Satisfeitos em finalmente, depois de muito tempo, poder falar com alguém que nos entendesse e nos ouvisse.
Satisfeitos em descarregar, satisfeitos em apoiar.
Em sorrir das desgraças alheias, assim como das nossas.
E, com um abraço e os olhos cheios, percebemos a importância de ser.
E sentir a completude de ser e ter alguém como a gente.
E que, até mesmo em sonho, possamos ainda nos apoiar, um no outro.
E que, se não for em sonho, que seja num café noutro dia desses.
Só hoje eu desisti de nós mil vezes
E te odiei com mil razões diferentes
E aí você sorriu e já era
Me convenci que era impossível
E que amar demais representava perigo
E aí você me olhou e já era
Será que já se acostumou
A dormir com os dois travesseiros
Não disputar espaço no chuveiro
E acordar sem o meu beijo chato de despertador?
O mistério do seus olhos em desvendar o que já era de se esperar que quando aquele abraço aconchegante faz despertar o que é para revelar que só basta uma palavra para as tempestade terminar e buscar que teu olhar faz girar meu mundo o sentimento mais profundo quando revejo o enigma que desvendo são a combinação para meu coração se antecipa em te falar que o segredo de tantas admiração é em pensar que a cada olhar sempre será a mais pura declaração de navegar sobre as águas do rio do seus olhos faz todas pedras escondidas no caminho que vou cruzar para alcançar o ápice de acreditar que juras de amor necessariamente não precisa falar que somente ver seu olhar que já diz tudo que eu possa imaginar.
