Ja Vivi um grande Amor
A vida é uma marmita, recheada com muito arroz e feijão, e um grande bife acebolado e muita... muita, batata frita!
Os rastejantes de fome
Era uma vez, em um continente bem grande e quente, um monte de criancinhas e gente grande que morria de fome e de sede. Nesse continente, as criancinhas rastejavam pela areia do deserto atrás de comida. Às vezes as mães dessas crianças faziam bolinhos de barro para eles comerem. Eles não tinham nada. E ainda tinham os urubus que vinham comer essas criancinhas. E, às vezes, esses urubus nem esperavam as criancinhas morrerem para atacarem. Uma vez um homem presenciou uma cena assim. Esse homem, não suportando toda essa injustiça e sofrimento, tirou a própria vida. Tem coisas nesse mundo que não são dignas de serem vistas. Agora imagine ser vivida. Pode parecer uma historinha bem assustadora. Mas é uma historia real.
Um grande Líder não precisa gritar nem usar a força para comandar um Exército. Basta que ele vá à frente mostrando o caminho que todos os seus soldados o seguirão.
"Divinos são aqueles que eternizam um pequeno instante num grande momento. Divinos são aqueles que não partem ao primeiro sinal de fraqueza. Angelical era quando o brilho do teu sorriso iluminava o meu dia mesmo que por um segundo. Porque a magnificência de tudo estava nos detalhes que não repetiam, na tua forma agradável de abraçar a sorte e estabilizar os pecados do céu. Celestial definia aquele semblante triste que lhe tomava a cada despedida, assim como o ar sublime do afeto abrasador que nos consumia por inteiro ao menor gesto. Bem aventurados os que te cumprimentam a todo o momento, os que fazem da tristeza um mar de encantamento para, mais uma vez, sem encantarem com a curva da tua boca. Maravilhosa era a forma como tu me encaravas de longe, parecendo violar algum código por ser tão atraída por algo que até então tu não compreendias. Muito menos eu. Porque teu nome ainda me gela os ossos e o vento rasteiro suspira o teu aroma de canela compatível à felicidade de um sonho bom. Sonho era quando tu gastavas horas preciosas do teu tempo me fazendo de quebra-cabeças, adaptando minha falta de coerência com a tua tão correta, fazendo da minha loucura um refúgio dos teus sentimentos abstratos que coloriam a realidade de um jeito torto, complexo e mentiroso. Complexidade era saber que no dedo anelar dela encaixava-se uma joia dotada do meu nome que eu não me importaria se ficasse ali pra sempre. Tinha medo de vê-la tão livre a ponto de me esquecer, contudo, veja bem, aprisionar um anjo neste coração fraco e cansado me causaria noites de falência múltipla de vivacidade. Por que se trancou ali e jogou as chaves fora, pequena? Por que em meio a tanto caos e extermínio de bom senso eu percebi que tua mão tinha exatamente o contorno da minha? Ah, pequena, pega essa tristeza toda e expulsa, acorrenta. Faz dela uma ponte que a deixe encostar-se à minha. Diz pra ela que aqui dentro tem um vazio esperando para ser preenchido. Marcha fúnebre também é ritmo, meu anjo. Que nos embala quando o céu fica preto e branco e eu não te sinto. Há quem diga que quando uma lágrima por teu rosto escorrega, o tempo se fecha e a chuva realiza as mais sombrias coreografias. Lavando as almas ou simplesmente nos lembrando de que mesmo do outro lado do mundo, mesmo opostos num hemisfério, até no céu o no inferno, teu olho verde esmeralda atravessaria a atmosfera como uma estrela cadente que pairaria sobre minha vida como um meteoro infame. Não importaria se tu evitasses a morte, corrompesse a desgraça, relesse os horóscopos avisando “Cuidado, menina, vais conhecer um moço que mudará a tua história e vai fazer com que tanto os ares de cima como os de baixo se misturem, confundindo tuas ideias, teus mundos, tuas guerras entre tu e tu mesma, mas mantenha o foco e não desvirtue o teu caminho. Não cruze aquela esquina na quarta-feira.”, isso os videntes nunca contam. O destino não só te levou aquela esquina, como também te fez lembrar aquele momento a cada vida até hoje. O destino te desenhou pra mim e mesmo distante, em algum momento inesperado, a sorte nos acompanharia e nos guiaria até o verdadeiro caminho dos nossos corações. Não se evita a sorte, assim como o destino não aposta em segundas chances. E eu estou aqui apostando em nós. Azar é só mais uma palavra inquieta que cisma em te levar pra longe ao primeiro faro de medo e fraqueza. Divino era o modo como os nossos caminhos sempre se esbarravam, mesmo que inconscientemente. Porque eu não precisava de uma cartomante para entender que aquele sorriso lindo me causaria problemas...”
E trepidações ininteligíveis quando o anjo negro entortava os lábios com expressão de incertezas, admirando o horizonte e pensando: “Se isso for errado, que eu não esteja certa.”
Nunca estava.
O mundo é um grande jardim de infância, aprendendo a cada dia que tudo é arte, onde passamos a vida fazendo pinturas que serão eternizadas ou esquecidas.
A grandeza de um pequeno gesto
Logo após o término da Segunda Grande Guerra, a Europa começou a ajuntar os cacos do que restara.
Grande parte da Inglaterra estava destruída. As ruínas estavam por todo lugar. E, possivelmente, o lado mais triste da guerra tenha sido assistir as criancinhas órfãs morrendo de fome, nas ruas das cidades devastadas.
Certa manhã de muito frio, na capital londrina, um soldado americano estava retornando ao acampamento. Numa esquina, ele viu, do seu jipe, um menino com o nariz pressionado contra o vidro de uma confeitaria.
Parou o veículo, desceu e se aproximou do garoto. Lá dentro, o confeiteiro sovava a massa para uma fornada de rosquinhas.
Os olhos arregalados do menino, falava da fome que lhe devorava as entranhas. Ele observava todos os movimentos do confeiteiro, sem perder nenhum.
Através do vidro embaçado pela fumaça, o soldado viu as rosquinhas quentes, e de dar água na boca, sendo retiradas do forno. Logo mais, o confeiteiro as colocou no balcão de vidro com todo o cuidado.
O soldado ouviu o gemido do menino e percebeu como ele salivava. Em pé, ao lado dele, comoveu-se diante daquele órfão desconhecido.
- Filho, você gostaria de comer algumas rosquinhas?
O menino se assustou. Nem percebera a presença do homem a observá-lo, tão absorto estava na sua contemplação.
- Sim, respondeu. Eu gostaria.
O soldado entrou na confeitaria e comprou uma dúzia de rosquinhas. Colocou-as dentro de um saco de papel e se dirigiu ao local onde o menino se encontrava, na gélida e nevoenta manhã de Londres. Sorriu e lhe entregou as rosquinhas, dizendo de forma descontraída:
- Aqui estão as rosquinhas.
Virou-se para se afastar. Entretanto, sentiu um puxão em sua farda. Olhou para trás e ouviu o menino perguntar, baixinho:
- Moço, você é Deus?
Em diversas situações, pequenos gestos significam muito para algumas vidas.
“Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior”.
AMIGOS??
nada mais é do que um grande alicerce da vida..
onde passamos por decepções,perdas,derrotas,vitórias e conquistas..mas sempre com eles nos fazendo ficar de pé!!
A queda (2012)
Era possível sonhar eternamente e unicamente com um grande e infinito sonho
Nas margens do paraíso, com vozes de anjos e na presença de Deuses
Um sonho comum a aquele que acredita em si, na fé que lhe conduz
Era possível simplesmente sonhar e sorrir, um profundo e verdadeiro riso
Com a alegria de um sonhador eufórico e completamente iludido.
Sendo, ainda, possível atravessar por estes vales, morros, estradas e montes
As barreiras e empecilhos casuísticos que nos afetam enquanto vivemos
E se saber viver, devemos sonhar aquele lindo sonho, eterno como deve ser.
Nessas praças desertas onde encontramos a si, e dizeres sutis e uteis ao patamar de mim
Quanta tristeza, destreza a de vir no fim? A verdade e a certeza podem ser assim
E tão obscura a noite, o céu e a vida, com tantas e quantas perguntas, o que és tu futuro?
E digo a ti, com lastima de não compartilhar-te a mim: é um céu noturno e obscuro
Então, diante do que restou dessa pequena história, essa minúscula cena, encenada sem ensaio.
O que será de nós? O que houve de errado? Quantos fins encararemos, isso nunca acaba, nunca encerra, viveremos eternamente o vago e vazio céu obscuro da incerteza.
Vivia no Frio Grande do Sul, em um Forno Alegre a
Prendada prenda, que noite- e- dia fazia poesia, que
Tecia o amor feito aconchego dum cobertor enquanto
O tempo alinhavava um momento para costurar com
Um aguardado bordador o seu tão resguardado amor!
Guria da Poesia Gaúcha
Na grande maioria das vezes, o sofrimento não deixa de ser um sentimento de egoísmo oculto. Ataíde Lemos
Invocação
(a uma filha morta)
Ontem a minha dor foi tão grande
como um terramoto
que vertiginosamente correu
para dentro da loucura.
Foi da espessura da morte!
As árvores podem correr
para mim de braços abertos
as rosas do campo sorrir,
que os lírios choram por dentro de mim
às portas da sepultura
onde te foram a enterrar.
À tua chegada
transformaram-se os céus noturnos
em nítidos céus
e chama
e calor
e luz,
quando tu os abriste
com ígnea chave em tua mão
tão franzina.
Interrompeu-se o olhar
sobre a terra
que te cobriu.
In “Há o Silêncio em Volta” (poética de guerra), edições Vieira da Silva do poeta Alvaro Giesta
Um dos indicadores de uma grande alma é a quantidade de árbitros que a ela se opõem. Quanto mais corretos estivermos, mais inimigos atrairemos. Continuar em acordo com a nossa verdade individual nos custará a perda de apoio externo; mas, em compensação, nos aliviará a consciência ao ter em vista que a falta do mesmo implica em aumentar a sensação de auto apoio, que é interno, pessoal e intransferível.
Todos os dias Deus nos dá um grande presente: Acordar, respirar, poder caminhar, sorrir e viver. Agradeça-o e viva cada segundo da sua vida como se fosse sempre o ultimo. Não perca seu tempo com o ódio, com a mágoa, com as desavenças do dia a dia. A vida passa muito rápida pra você perder seu tempo com essas pequenas coisas. Abrace as pessoas que você gosta, diga o quanto você as ama, realize seus desejos, cante, brinque, grite, mas seja feliz, porque nunca sabemos o dia de amanhã, ontem já passou, o amanhã é uma incerteza, portanto o que conta é o agora, é hoje, e Deus te concedeu a graça de viver! (Priscilla Rodighiero)
As vezes a loucura de um louco é um sonho,
uma grande ideia...
E para quem o vê de fora,
sonhando,
dirá que ele vive sempre nas nuvens...
De repente,
ele surgi nos céus voando...
Uma chuva fria caia sem parar...
Era um aviso de uma grande decepção...
Um Anjo havia arrancado suas asas para tornar-se humano...
Ele precisava saber qual era a sensação de amar, sofrer, sentir fome, frio, calor...
Parecia tão mágico, que preferiu desafiar seu Criador para conseguir viver tudo que queria...
O Tempo passou, esqueceu sua origem...
O mundo de repente mudou, tudo era complicado...
Todos que conhecia estavam insatisfeitos com o que tinham...
Reclamavam e passavam por cima de seus aliados para alcançarem seus objetivos...
Era engraçado perceber que olhando lá de “cima” todos pareciam iguais, felizes, livres...
Mas de perto eram amedrontadores, egoístas, hipócritas...
Poucos se respeitavam e ajudavam...
Ele lutou o que pode, mas não conquistou nada além de sofrimento...
Foi quando voltou para buscar suas Asas...
Mas aonde estavam? Haviam sumido.
A Brisa do vento soprou em sua face...
Uma Voz veio em sua Mente:
“Seu lugar agora é aí junto aos que esqueceram de onde vieram...”
E Não importa o quanto eu tentar... Nunca terei minhas Asas de volta...
Dentro de cada um de nós existe uma grande escuridão, um vazio muito grande, cheio de angustias, medos, fragilidades e não há nada nesse mundo que consiga preencher essa lacuna, somente alguém externo a tudo isso pode fazê-lo.
