Ja Vivi um grande Amor
Você já parou pra pensar que enquanto você pensa em alguém essa pessoa pode estar pensando em você também?
Não é estranho a sensação de sentir falta do que acabamos de conhecer?
Alguém já conseguiu definir saudade?
Alguém poderia explicar por que sentimos falta?
Falta do que, muitas vezes nem sabemos o que é, de quem é, nem como é, nem por que é.
Confuso é sentir, estranho entender.
Porque não são os vasos cheios de ti que te tornam estável, já que, quando se quebrarem, tu não te derramarás; e quando te derramas sobre nós, isso não o fazes porque cais, mas porque nos levantas, nem porque te dispersas, mas porque nos recolhes
– Tudo bem. Pronto, já te soltei, a porta está aberta. Vai. Pode ir. Anda. Vá atrás do seu homem de verdade. Amores de plástico te esperam. Sorte, garota.
(Cactos)
Já te fiz muita canção
São quatro, ou cinco, ou seis, ou mais
Eu sei demais
Que tá demais
Eu chego com um violão
Você só tá querendo paz
Você desvia pra cozinha
E eu vou cantando atrás
Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é
Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
Se juntar cada verso meu
E comparar
Vai dar pra ver
Tem mais você que nota dó
Eu vou ter que me controlar
Se um dia eu quero enriquecer
Quem vai comprar esse CD
Sobre uma pessoa só?
Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é
Hoje eu falei
Pra mim
Jurei até
Que essa não seria pra você
E agora é
Amanhã é o dia mais distante que existe. Quando já é quase amanhã ele ultrapassa você em 24 horas e te dá novos motivos para adiar o que tinha a fazer.
Filha, eu também te amo. E eu adorei as flores, especialmente a azul.
Você já parou pra pensar que, se morrermos amanhã, a empresa para qual
trabalhamos poderá facilmente nos substituir em uma questão de dias.
Mas as pessoas que nos amam, a família que deixamos para trás, sentirão
essa perda para o resto de suas vidas.
E nós raramente paramos pra pensar nisso.
Às vezes colocamos nosso esforço em coisas muito menos importantes que nossa
família, que as pessoas que nos amam, e não nos damos conta do que realmente
estamos perdendo.
Perdemos o tempo de sermos carinhosos, de dizer um "Eu te amo", de dizer um
"Obrigado", de dar um sorriso, ou de dizer o quanto cada pessoa é importante
pra nós.
Ao invés disso, muitas vezes agimos com rudeza, e não percebemos o quanto
isso machuca os nossos queridos.
A família é o nosso maior bem!
Eu gosto dela e ela já gostou de mim, a gente só não é bom em gostar ao mesmo tempo. Isso só aconteceu uma vez e foi sem querer.
Roça
A terra flora! Felicidade!
Choveu na roça! Adeus cidade.
Eu vou-me embora. Eu já vou tarde!
Eu vou agora. Bateu saudade!
Vou pegar trilha, vou tomar banho de rio,
A vida pede pra gente ficar por lá!
A natureza todo o dia está no cio.
Tempo no mato não tem pressa de passar!
Mas como é bom ouvir bom dia todo dia,
Sentir as mão e semear, plantar, colher...
Dormir ao som de uma viola caipira,
Pisar o barro, dar aos pés o dom de ter!
Adeus cidade! Eu vou- me embora!
Eu já vou tarde. Eu vou agora!
Choveu na roça! Felicidade!
A terra flora. Bateu saudade!
Quero o silêncio das manhãs de passarinhos,
Ouvir as folhas, respirar a plantação!
Viver de novo a eternidade de um carinho
Que o meu amor me dá de todo o coração!
Até parece que se volta a ser menino,
A gente lembra que é feliz e ri à toa!
Luar na roça é uma bênção do divino!
Viver na roça! Ai! Meu Deus, que vida boa!
Choveu na roça! Felicidade!
Eu vou-me embora. Adeus cidade!
Eu vou agora. Eu já vou tarde!
A terra flora! Bateu saudade!
As críticas e julgamentos já me feriram hoje já sei QUEM SOU!
Aprendi que respeito pode ser conquistado independente do comprimento da saia, aliás, respeito tem mais haver com caráter do que com os lugares que você freqüenta e as pessoas que você conhece.
A vida não tem sido justa.
E dizer isso em voz alta já cansa.
Porque não é reclamação,
é constatação de quem tentou permanecer inteira
mesmo quando tudo parecia exigir mais do que havia.
Já não sei mais o que busco.
Os nomes se perderam no caminho,
os sonhos ficaram difusos,
as certezas não acompanharam o tempo.
Só sei que preciso descansar.
Mas nem sei de quê.
Talvez da esperança que lutei para manter,
das versões de mim que precisei sustentar,
das expectativas que carreguei em silêncio.
Acho que preciso descansar de mim.
Da mente que não silencia,
do coração que sente demais,
da coragem forçada
de quem continua mesmo sem forças.
Se Deus me permitir,
que o descanso não seja fuga,
mas cuidado.
Que eu possa repousar sem culpa,
existir sem me explicar,
respirar sem me exigir.
Hoje não peço caminhos claros.
Peço abrigo.
Porque às vezes,
o maior ato de fé
é admitir o cansaço
e confiar que Deus ainda sustenta
quando já não sei nem o que pedir.
Como faz com toda gente, a vida já aprontou tantas comigo, já me testou emocionalmente de tantas maneiras, já cansou tanto a minha beleza com suas armadilhas medidoras de fé, que, no fim das contas, ou aqui bem no meio delas, ela me trouxe a graça e a liberdade de experimentar viver com um coração que não é de todo valente, mas que é humano.
