Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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⁠Já não dói tanto escutar um não.
Já não assusta tanto dizer não.
Não verdade, tem sido libertador tanto escutar quando dizer "não ".
A isso chama-se maturidade.

Já não me sinto tão dilacerada depois que passei a dispensar os pedidos de desculpas, a pronúncia do "sinto muito".

⁠Assombração

Já estou lá fora, olho aquele escuro, o silêncio perpetua, mas vou em frente sem me prender ao medo que está presente.
Uma dúvida vem a seguir, por que estou aqui?
Tem árvores, flores, a lua está linda, mas tem algo ali, a imaginação vai além, ouço ruídos, vou em frente...
Olha! Ali está uma fogueira, mas pq será? Alguém estava por aqui? Andando e buscando saber o que há de acontecer.
Passos largos para chegar até aquela luz, tudo parece tão distante, mas em um instante estarei lá.
Cheguei próximo a uma casa, onde uma única Luz acesa e uma mesa parece dar vida! Não vejo ninguém, o silêncio insiste em ficar, preciso me recuperar, caminhei demais, vejo sinais, cheguei até aqui e agora como voltar? Alarme tocou , meus olhos abriram, queria ficar! Seria só um sonho ou poderia mergulhar pra ficar? Ao final pensei, na mente há muitos segredos que nos trazem medos, que levam à alucinação, e a imaginar assombração.

⁠Bom dia!
Para a quarta-feira:
Quando se tem Deus no coração você já sabe que terá um lindo e abençoado dia.
E que assim seja o seu dia, de bençãos infinitas, de realizações, de muito amor e muita paz!
Uma quarta-feira iluminada pra você!

⁠Que você possa usufruir de tudo que já tem.
Que valorize quem realmente lhe quer bem.
O segredo é saber dar valor ao que se tem e a quem lhe faz bem. Isso é o que dá sentido a vida.

⁠Bom dia!
Terça-feira:
Seja otimista!
Hoje o seu dia tem tudo para ser perfeito.
Deus já abençoou e permitiu que chegue até você tudo que faz bem e que seja leve.
Acredite, a sua fé tem um poder imensurável.
Hoje, tenha muita gratidão, ame mais ainda e seja muito feliz.

⁠Para Refletir!
Deus já reservou infinitas bênçãos pra você!
Vai ter amor, paz, alegrias, sucesso, prosperidade e muitas vitórias. Uma imensidão de coisas boas!
O que é seu já está a caminho!

A vida vivida é como um livro já escrito: cada página traz marcas de escolhas, encontros e aprendizados. O amanhecer nos lembra que, apesar do que já foi escrito, sempre há espaço para novas linhas, novos capítulos e novas cores.
- O que você já viveu é patrimônio — ninguém pode tirar.
- O presente é oportunidade — é nele que se constrói o futuro.
- A vida não é só medida em anos, mas em intensidade, em presença e em significado.
Talvez hoje seja um bom momento para agradecer pelas páginas já escritas, e se abrir leia a sabedoria para o que ainda virá.

⁠A pessoa já acostumada à perversão, ao contrário, irá sempre moderar, procederá da maneira mais abjeta, mas com uma aparência de ordem e de decoro, cuja pretensão é a de levar vantagem sobre os senhores.

Fiódor Dostoiévski
Uma criatura dócil. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

"Quando alguém
não te responde
no WhatsApp...
aprenda.
Ele já respondeu."

⁠O saber detectar o problema já é a metade do caminho para solução.

“É profunda e avassaladora a reflexão que nasce dentro de mim quando escuto que minha idade já não me permite ciúmes, nem excessos. Como se o tempo pudesse limitar aquilo que o coração ainda insiste em sentir.”

A I.A. já é o Sinal de Deus definitivo para todos nos quatro cantos do Planeta Terra.

Já bati muitas palmas pra maluco dançar, só para agradar. Agora estou mais seletiva nas minhas escolhas. Se gosto, aplaudo. Se não gosto deixo passar.

O PREÇO DA EVOLUÇÃO




Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.




Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.

A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.




É mais ou menos isso.

No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.




Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.




Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.

Passamos a enxergar tudo com outros olhos.

Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.




Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.




Recentemente, identifiquei um ponto cego.

Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.




Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.

E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.




Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.

Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.




Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.




Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:




“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”




A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”




Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.

Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.




Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:




*Endorfina, que alivia dor e estresse.

*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.

*Dopamina, que motiva e gera prazer.

*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.




Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.




Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:

O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.

Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.




E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?

Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.




Ah… esse tal de autoconhecimento!

É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.

Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.




É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.




Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.

Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.

E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.




Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!




Albert Einstein disse:




“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”




Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:

-Vai pra vida. Ela te espera!



Ana Cláudia Oliver-09/10/2025

O cliente mais barato é sempre o que já é seu.

Já li outros livros
Já vi outros filmes
Já ouvi outras músicas...
Nada me emociona tanto como o som a tua voz, a imagem do teu sorriso e a lembrança da tua presença.

Aos olhos de Deus,
somos todos
pedras preciosas.
Muitas já lapidadas,
outras, ainda em sua
forma bruta.

Não sei se vocês já perceberam que, quem menos tem é quem mais doa e mais reparte o que tem.
Doa o seu tempo.
Reparte o seu alimento.
Doa atenção.
Reparte o sofrimento.
Doa o coração e
estende a mão.
Quem menos tem, sabe a necessidade do outro também.
É quem mais compartilha, seja o que for.
Ajuda com boa intenção, com prazer de ver o outro bem.
Sabe das dificuldades do outro porque passa pelas mesmas também.

Você já abraçou alguém hoje?


Você sabia que o abraço é fundamental para a saúde física e mental?
Abraçar libera hormônios como Ocitocina, Dopamina e Serotonina, reduzindo estresse (cortisol), ansiedade e fortalecendo o sistema imunológico, além de promover conexão, segurança e bem-estar, fortalecendo laços e confortando em momentos difíceis.


Quem abraça demonstra seu afeto e isso tem efeitos terapêuticos comprovados, que acalma, alivia a dor e promove um sentimento de pertencimento.


Que tal dar um abraço em alguém próximo a você agora? É grátis e faz muito bem!


By César Cezar
Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental
Psicanalista Clínico
Master Emotional Trainer