Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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A força não nasce do que você já carrega, mas do que decide levantar amanhã.

Tudo que é já foi, o que há de ser também, Deus pede conta do que passou, todo louco sabe que a loucura alucina e desfere fagulhas no coração agudo do homem.

A sua beleza é tanta que já não a meço mais pelos sentimentos — deixo a imaginação voar.

Não é medo de recomeçar e, sim, sentir todo o processo doloroso.
Já recomecei tantas vezes, já levantei tantas vezes que paro e me pergunto -De novo tudo isso, será que aguento?!- e quando se vê, já foi.

Tu não guardas recordação dos meus erros,
Nem cobras o que já confessei.
Teu perdão é um rio que nunca seca,
Lavando minhas culpas, renovando minha alma.
Quando caio, Tu me levantas,
Quando falho, Tu me restauras.
Porque Tu me perdoas,
Aprendi a perdoar também.
(Livro 33 Razões para Te Amar DEUS)

Comparsa


Chegou setembro, já é tempo de esquila.
É mantido e vêm os pila
Pro peão se arrumar.
Pego a comparsa, me ajusto de cozinheiro,
Assado, um carreteiro com a carne que sobrar.


O Moacir Souza tá com os pente afiado,
O Galpão tá preparado, tem ovelha pra esquilar.
De madrugada, um café começa o dia,
Avisou o rádio de pilha que o tempo vai firmar.


Ronca o motor, e a cancha tá preparada,
Delhe ficha, e o cancheiro junta o vélo pra amarrar.
De socador, o Anízio mete pata,
O Cleber pedindo gracha e criolina pra curar.


Don Valdemar, com a boina atravessada,
Bombacha arremangada, puxa os tento pra manear.
Deu nove horas, o churrasco da manhã,
Cheiro de cêbo de lã, e o mate pra vira.


Depois seguimos, vamos até o meio-dia:
Massa, carne e farinha, e a sésta pra descansar.
Que pela tarde segue a lida no Galpão,
Cada ovelha é o pão de quem vive pra changuear.


A noite vem, e os catrês são montados,
Cada um tem o seu lado, pra melhor se acomodar.
Alguns mateiam, outros versos e pajadas,
Contam casos, dão risada, pegam as ficha pra contar.


E assim se vão esses meses de comparsa,
E assim a vida passa,
Mal dá tempo pra sonhar.
Quem déra que o mundo fosse um tempo de tosquia,
Um Galpão, rádio de pilha, e um catrê pra descansar.


Renato Jaguarão.

Velha Figueira.


Velha figueira na beira das casas
Já virou brasa em algum fogo de chão.
Lembro do rancho, agora tapera,
Nesta primavera de eterna ilusão.


Se foram os potros da antiga mangueira,
Pela porteira o tempo passou.
Eu me vi guri, enfurquilhado no potro,
Fazia gosto, e meu pai me ensinou.


Ali ainda resta um oitão caído
E o chão demarcado onde era o galpão.
Já apodrecido, um palanque inclinado,
Que no passado aguentava o tirão.


Até o meu cusco eu vejo correndo,
Me acompanhando na lida campeira,
Tocando o gado, grudando o garrote,
Seguindo meu trote rumo à fronteira.


Voltar à querência, depois desse tempo,
É como o vento que um dia passou,
Levando meu mundo do campo à cidade,
Onde a saudade se aquerenciou.


Só restam agora as minhas lembranças
Da velha estância onde me criei:
O meu velho rancho, cochilha e mangueira,
E a velha porteira que um dia deixei.


Renato Jaguarão.

Vulnerabilidade não é fraqueza — é só o que resta quando a armadura já não serve mais.

Odeio sentir.
Não se faz mais como peso, me considerando já morta mentalmente, mas então, por que ainda dói? Então, por que ainda incomoda?
De fato, não consigo fugir da vida e suas surpresas. Que ironia sentir tudo isso novamente despencando sobre mim em forma de culpa, fracasso, perda de tempo. De que me adianta correr e correr, apenas para despertar de mais um sonho.
Quando vou poder ir além?
Como me fazes te amar e te odiar ao mesmo tempo?
Vida, tu me limitas à morte, o maior segredo jamais desvendado e revelado entre todo o ser vivente. No entanto, me proporcionas paixão infinita pelas inúmeras e belíssimas coisas que só tu podes fazer. Como podem as palavras "paixão" e "limite" coexistir, juntas em uma só escrita, e ainda, escrita minha!?
Resumindo: vida.
Odeio limites, mas tu me fazes vê-los pela primeira vez não como ameaças ou desafios, e sim como um lembrete: de que, se ainda falta olhar, talvez até mesmo procurar.
A verdade que minha mente se recusa a ouvir, é que sempre haverá algo que vale a pena viver para ver.

Dentro de quem acredita, o futuro já começa a nascer.

Que o seu dia seja c⁠omo você, ou seja, um dia lindo,
Pois tudo que vc pede a Deus já está vindo!
A maior beleza de uma mulher esta dentro do seu interior,
Pois é dela que percebemos o seu verdadeiro valor!

Se todo mundo já errou, por quê não errar de novo?


-Diabo

Não é o que já vivi que determinará meu destino, mas aquilo que faço no presente e a firmeza com que persevero no caminho da retidão.


Sim, tropecei muitas vezes.
E se alguém me aponta como imperfeito, não nego: sou.
Pois a perfeição não pertence ao ser humano, mas apenas a Deus.


Contudo, o que me move não é justificar minhas quedas, e sim superá-las.
Com a graça do Altíssimo, empenho-me em não repetir os desvios de outrora.
Porque se os erros de ontem permanecem nos gestos de hoje, que esperança haverá para o futuro?


Se me falta compaixão...
Se ignoro que as escolhas passadas influenciam o presente...
Com que autoridade poderei aspirar a uma vida de verdadeira nobreza moral?


Esta meditação não se restringe ao vício ou à infidelidade, mas alcança todos os campos da vida:
os gestos que não se pensam, as palavras que ferem, as atitudes que silenciosamente revelam o coração.


Pois quem não reconhece suas próprias falhas, não pode jamais caminhar rumo ao amadurecimento.

“Se você mede suas palavras antes de postar, é porque já te roubaram a liberdade"

A luz que buscamos fora é apenas reflexo da chama que já arde, discreta, dentro de nós.

⁠O que fazer sobre o veneno alheio? bem..como a própria indagação já delimita definição a qual ele o veneno não é seu mas do alheio,você o contrai só se for um idiota,pois trata-se de uma energia ruim que irá destruir o próprio venenoso e o destino lhe dará vida eterna para que beba de seu próprio veneno ao ponto de não o querer mais para que possa se tornar uma pessoa boa ,mas você não deva obrigar-se à isto por que como toda pessoa venenosa ela leva muitas décadas até estabilizar e mudar sua energia para uma boa. O que dá pra fazer é limitar o convívio ou cesar por completo ,salvo que queira por em prática a doutrina do bem maior sob o risco de perder o controle e se contaminar se não souber bem como o que fazer sobre o veneno alheio.

⁠E se a vida for um jogo?

Talvez não te tenhas dado conta, mas já estás em campo há algum tempo.
Fizeste as jogadas certas? Ou ficaste apenas na defesa, esperando o apito final?
Atacaste quando tiveste oportunidade, ou deixaste o medo segurar os teus passos?
Controlaste o tempo… ou simplesmente deixaste o tempo controlar-te?

E afinal… que tipo de jogo é este?
Coletivo ou individual?
Porque, se for coletivo, e tu estiveres a jogar sozinho, talvez já estejas a perder —
Não porque te falte talento, mas porque te falta visão de equipa.

No intervalo, paraste para refletir?
Percebeste que não és o único em campo?
Ou continuas a seguir o plano inicial, mesmo quando o jogo já mudou?

Talvez estejas agora no segundo tempo da vida.
Já devias ter percebido a natureza do jogo…
Mas se ainda não percebeste, corre o risco de te perderes.
E o mais triste não é perder —
É nem saber ao certo o que se está a jogar.

⁠Quarta-feira é o meio da ponte entre o que já passou e o que ainda pode ser. Não é tarde demais para recomeçar, nem cedo demais para reconhecer. Respire fundo, ajuste o passo e continue — cada pequena escolha de hoje constrói o amanhã que você sonha.

⁠Sua alma já sabe qual é o caminho, ela só precisa do silêncio para poder escutar quem a chama!

📘 5. Fragmentado — O Peso de Ser Invisível

> Já percebeu que ninguém pergunta se você tá bem...
quando acha que você é forte?

Já percebeu que homem doente é chamado de mole?
Que homem triste é motivo de piada?

Tem homem que dorme com um buraco no peito.
E acorda no meio da noite, sem saber por que ainda tá aqui.

A sociedade criou uma armadura pra gente.
Mas esqueceu que por dentro ainda somos carne.

Ser invisível cansa.
Cansa demais.

E o pior é que quando o homem some,
só aí perguntam:

“Mas ele parecia tão bem...”

Tarde demais.

Fragmentado.
E ninguém viu.⁠