Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Já chorei tentando entender os porquês da vida, até descobrir que a paz mora em confiar nos pra quês de Deus.
Já quis voltar atrás, mas percebi que Deus só anda pra frente. Entregar o passado não é rendição, é reconhecer que há um caminho maior que nossas voltas. Olhar adiante é aceitar que alguns capítulos existem só para ensinar, não para reescrever.
Já carreguei culpas que não eram minhas só pra manter a paz. Há um preço pela paz que não nos pertence pagar, libertar-se dessas culpas é reencontrar leveza.
Já venci guerras que ninguém soube que existiram. As batalhas invisíveis nos ensinaram a ter compaixão por aqueles que lutam calados.
Já perdi tudo, e ainda assim encontrei gratidão. Perder tudo é descobrir que o essencial sobreviveu, a gratidão nasce onde o resto se foi.
Já abracei o medo e chamei de aprendizado. Abraçar o medo é transformá-lo em professor, com ele aprendemos onde pisar com cuidado.
Já caminhei em silêncio com Deus e Ele falou através do vento. O silêncio com Deus às vezes é mais eloquente que mil explicações, o vento traz a resposta que tanto necessito.
Já lutei contra o tempo e descobri que ele é aliado da fé. Quando o tempo se torna aliado, a fé aprende a confiar na maturação dos frutos invisíveis.
Já fui o fim de mim mesmo, e ainda assim recomecei. Recomeçar depois de se perder é prova de que o limite era apenas um mapa, não sentença.
A fé é abraço invisível que sustenta, quando os braços humanos já não alcançam, esse abraço segura e faz seguir, basta sentir que não estamos sozinhos.
O céu se abre sem alarde, a chuva já quer cessar. Um coração cansado retorna, sem pressa de explicar. O perdão chega como o vento, e o amor aprende a esperar.
Abandone a obsessão de explicar o mapa, quem realmente o compreende, já conhece a paisagem árida de vales semelhantes.
Já caminhei por desertos de silêncio,
onde a esperança se escondeu nas sombras. A vida, em sua frieza, não me ofertou razões para permanecer. O amanhã parece distante, um horizonte que não chama pelo meu nome. E ainda assim, respiro, como quem desafia o vazio. Talvez não haja sentido, talvez nunca tenha havido. Mas sigo, porque até o desespero carrega uma semente de quem insiste em existir.
A energia gasta em tentar provar valor a um júri que já proferiu o veredito da desvalorização é a mais inútil das espoliações.
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