Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Aos 40, a Vida Pede Espaço Novo.
Quando se chega aos 40, a metade já passou,
E alguns despertam, notam: o tempo voou.
Sonhos antigos já não cabem mais,
Como roupas guardadas que não servem jamais.
O guarda-roupa da vida, cheio e amontoado,
Pede uma faxina, um olhar mais centrado.
É hora de abrir espaço, tirar o que ficou,
Deixar só o que importa, o que ainda ecoou.
Desapegar do que não usamos mais,
Dos planos que o tempo levou para trás.
E com as gavetas da alma mais leves então,
Vestir novos sonhos… que caibam no coração.
Se o futuro for o reflexo e a influência exata do passado, então todo o passado já encerra em si o próprio futuro: uma interconexão incognoscível ao homem, que apenas um Ser infinito poderia contemplar sem se perder diante de tamanho absurdo.
"A pressão da vida é constante; quando paramos para pensar, já não sabemos o caminho que devemos seguir. Por isso, há a necessidade constante de pararmos para refletir: qual o melhor caminho a seguir? Tudo na vida necessita de reflexão; caso contrário, nos perderemos na imensidão da vida."
"Driblamos o destino no automático da vida, sem ver que o universo, em silêncio, já recalculou a rota."
"Não há santuário maior que a própria paz de espírito.
Quando o ontem já não atormenta e o futuro não engana, resta apenas a soberania do presente."
"As sementes já foram lancadas; a colheita chega no tempo de Deus.
Toda vitória exige o empenho silencioso de quem não desiste."
✍🏻SER é a plenitude do Existir, o vir a Ser é angústia infinita.
Já Somos desde o primeiro momento da fecundação. Fiat Lux!
Aprendendo regular dopamina
Menina nascida na cidade do barulho, já com a vida cercada de muros.
Recebida não com colo, mas com sentença.
Chamaram-na excesso antes de ser presença.
Aprendeu cedo que amor, em certas casas, é moeda rara e grito frequente.
Cresceu calibrando o próprio pulso pelo humor de quem deveria cuidar e dar o exemplo,
lendo o clima como quem estuda tempestades para sobreviver.
Hiperalerta.
Hiperativa.
Hiperconsciente.
O sistema nervoso virou quartel.
O coração, radar.
Enquanto era chamada de vários nomes que podem ferir,
ela decifrava o mundo pela tela azul da madrugada,
internet discada como portal secreto,
ICQ piscando como farol de outro continente,
músicas baixadas em silêncio,
fitas gravadas como quem arquiva provas de que existe beleza.
Trancada, mas não pequena.
Sozinha, mas não vazia.
Ela estudava pessoas como quem estuda maré.
Observava. Comparava. Não engolia narrativas prontas.
Sua mente nunca coube em moldura doméstica.
Quando o portão abria,
virava oceano.
Skate no asfalto,
corrida na areia,
prancha rasgando a água,
dopamina como milagre bioquímico,
liberdade como direito ancestral.
O mar não gritava com ela.
O mar respondia.
Ali descobriu irmandade feminina,
descobriu biologia como idioma do planeta,
descobriu que justiça não é conceito e sim
instinto.
Desde criança defendia quem nem gostava,
porque desigualdade lhe doía na carne.
Onça quando preciso.
Silêncio quando estratégico.
Memória absoluta quando traída.
Ela não guarda ódio.
Ela arquiva.
Inteligente o bastante para liderar,
sensível o bastante para sentir antes de acontecer.
Sonhos lúcidos, pressentimentos,
um tipo de percepção que não cabe em manual clínico
nem em catecismo.
Chamaram-na intensa.
Era apenas desperta.
Confiou demais,
porque quem ama com verdade não imagina cálculo alheio.
Teve ideias roubadas,
amizades rasgadas,
lealdades quebradas.
E mesmo assim continuou oferecendo água num mundo que vende sede.
Há nela uma dualidade quase mitológica:
a menina que sobreviveu à casa em guerra
e a mulher que escolheu proteger águas e florestas.
Trauma e missão dividindo o mesmo corpo.
Ela se trata.
Regula a dopamina.
Aprende a dialogar com o próprio sistema nervoso como quem domestica um cavalo ferido sem quebrar sua força.
Não precisa mais viver em modo incêndio.
Pode viver em modo construção.
Às vezes o passado aciona alarmes invisíveis
e a tristeza senta ao lado.
Mas agora ela sabe nomear o que sente
e nomear é poder.
Há quem diga que ela carrega memórias de outras eras,
que já andou por sombras antigas
e retorna vida após vida tentando equilibrar a balança.
Talvez mito.
Talvez metáfora.
Talvez apenas a forma poética de explicar
por que alguém tão jovem carrega tanta responsabilidade.
Ela é virgem na análise,
áries no impulso,
escorpião na emoção,
tigre na defesa,
oceano na profundidade.
É abrigo para segredos.
É ombro firme.
É aquela que chega quando todos vão embora.
E, paradoxalmente,
ainda se pergunta por que foi rejeitada no início.
A resposta não está nela.
Nunca esteve.
Ela nasceu inteira demais
para caber em lugares rasos e pequenos.
Agora caminha com o aperto no peito de quem enxerga o mundo ruir, a
geopolítica em combustão,
a natureza saqueada,
os heróis sociais e ambientais tombando pela missão,
e mesmo assim escolhe plantar.
Porque há pessoas que vieram para consumir.
E há as que vieram para criar e cuidar.
Ela não é ingênua.
Ela é deliberadamente boa.
E isso exige mais coragem
do que qualquer guerra.
Acho que já posso escrever um livro sobre você. Um simples “oiii” mudou tudo: meus pensamentos, meus caminhos e até o jeito de sentir. Em apenas sete dias, você atravessou estados, derrubou barreiras e fez meu coração bater como se já te conhecesse há vidas. Ainda não sei seu cheiro nem o gosto dos seus beijos, mas sei que é você quem mora nos meus pensamentos. Goiânia nunca pareceu tão perto de Minas Gerais.
Já me decepcionei com gente.
Me coloquei na defesa.
Me decepcionei comigo mesma tentando me defender.
Quero paz.
Excluí expectativas sobre gente.
Posso parecer desatenta e desinteressada, mas, esta é a melhor estratégia.
Poupa a energia que preciso gastar no que verdadeiramente importa.
Só espero em Deus e, em mais de ninguém.
Aprendi tarde, na maturidade, pós formatura na escola da vida.
E, está tudo bem.
Agora, não dói mais.
Dizem que a Terra já esteve na condição de um Planeta-Paraíso, mas pelo que constamos em nosso dia a dia, isto esta muito longe da verdade, mas talvez algum dia muito lá na frente chegue nessa classe e categoria de Orbe, porém depende exclusivamente de cada um de nós habitantes desse Globo Terrestre.
Escutamos muitas vezes nas nossas vidas "fulana(o) só quer ser a santa,mas já fez isso e aquilo outro"...criatura... em vez de julgar,sinta-se feliz pela mudança daquela pessoa,é tão bom ver as pessoas mudarem para melhor,ver que se elevaram,nós mesmos já vencemos tantas más inclinações,e estamos vivendo melhor hoje com a graça de Deus ,então fiquemos felizes pelos outros também,não queira a prosperidade só para você,eu mesma quando olho para trás eu vejo o quanto mudei para melhor,e também vejo o quanto pessoas do meu convívio e pessoas que me fizeram tão mal,mudarem ,que até parecem que são outras pessoas, não são mais as mesmas,que benção meu Deus,parabéns para nós,a vida é isso,aprender a ser melhor que ontem e melhor que amanhã.
O passado é um museu empoeirado,
onde nada existe além do que já foi.
Sabemos disso,
mas, como bons amantes e hipócritas,
sempre retornamos
ao início do fim.
Caminhamos por corredores antigos,
dançamos com memórias,
brincamos com dores e conquistas
como se ainda fossem nossas.
Tentamos entender
em que curva da vida
nossas escolhas mudaram de rumo,
em que sala ficou o que perdemos.
E assim, presos às lembranças,
às vezes esquecemos
que a vida não mora no ontem,
mas respira — silenciosa —
no agora.
Caminho devagar, pois já venci as pressas. Minha felicidade não pede licença, mas nunca pisa no chão do outro.
Silvio Bueno
Você sabe que está evoluindo quando as coisas que eram importantes há um ano já não são mais importantes.
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