Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Esbarrei em você num beco sem saída, então quando me dei conta já estava me afogando no mar profundo.

Mude as narrativas




Nos lugares aonde já sofri, resolve voltar e plantar um sentimento novo,


A cada amanhecer o livro está pronto para ser escrito de incontáveis formas diferentes,


Depois que eu aprendi a falar a língua dos sonhos, os pesadelos entraram no módulo avião e é nessa frequência que tenho tido todo o sucesso,


Mudar as narrativas pode transformar o choro que doeu em lágrimas de alegria.

Se te falta fluência na reciprocidade,


o balão da empatia já foi alfinetado e voou.

Só cansado...




Já fui louco, até descobrir que foi um engano,


Já estive triste, até entender que era somente uma passagem,


Já fiquei preso, até entender que as chaves estavam nas minhas mãos,


Já corri muito olhando para o espelho sem entender que era o sentido contrário o verdadeiro caminho, então parei e entendi que eu estava simplesmente cansado.

Quero apenas servir... Já serei suficientemente útil.

Quando ficar dói menos do que ir…

Quantas vezes você já se perguntou se está sendo paciente ou apenas se anulando?
Se o que você chama de amor é, na verdade, medo de perder?
Se a relação em que você está te traz paz — ou apenas ocupa o vazio de não saber ficar só?

Nem sempre o sofrimento se apresenta como dor explícita.
Às vezes, ele se manifesta como espera, como silêncio, como adaptação constante.
E é justamente aí que mora o perigo: quando ficar parece mais fácil do que se posicionar.

Em algum momento, quase todos nós nos encontramos nesse lugar silencioso.
Não é exatamente sofrimento escancarado.
É algo mais sutil: uma inquietação constante, uma sensação de estar esperando por algo que nunca se define.

E, se você for honesto consigo mesmo, sabe do que estou falando.

Sabe porque sente.
Sabe porque vive.

Você não está ali por falta de amor.
Está ali por excesso de esperança.

Esperança de que a outra pessoa se envolva mais.
Esperança de que se posicione.
Esperança de que, em algum ponto do tempo, ela perceba o seu valor.

Enquanto isso, você adapta o tom.
Reduz a expectativa.
Tolera o que não te faz bem.
Vai ficando.

Não porque está em paz — mas porque sair parece doer mais do que ficar.

O problema é que essa permanência tem um custo silencioso.
Ela vai te afastando de si aos poucos.
Você começa a confundir paciência com renúncia, compreensão com autonegação, maturidade com silêncio.

E o mais desconfortável de tudo é isso:
no fundo, você sabe.

Sabe se existe reciprocidade.
Sabe se há presença real.
Sabe se é prioridade ou apenas conveniência.

Ignorar essa percepção exige esforço.
E é esse esforço diário que cansa, adoece e rouba a alegria de viver.

Quando você finalmente se posiciona — quando escolhe por si, pelo seu equilíbrio emocional — algo estranho acontece.
O barulho cessa.
A expectativa desaparece.
E surge um vazio.

Mas esse vazio não é ausência de amor.
É ausência de conflito interno.

É o cérebro desacostumado ao estímulo da espera.
É a alma respirando depois de muito tempo em tensão.

Esse espaço que agora parece assustador é, na verdade, o primeiro momento de liberdade real.
Antes, ele estava ocupado por algo que não tinha futuro, mas que consumia tudo.

Agora, o terreno está limpo.

E terreno limpo assusta quem nunca se colocou como prioridade.
Mas é nele que você se reencontra.
É nele que seus valores voltam a fazer sentido.
É nele que você para de implorar por presença e passa a escolher companhia.

Esse momento exige coragem.
Exige atravessar a dor de se decepcionar.
Exige sustentar a decisão mesmo quando a saudade tenta te convencer a voltar.

Mas aqui está a verdade que quase ninguém diz com clareza:

A dor de se posicionar é intensa, mas breve.
A dor de não se posicionar é silenciosa — e dura uma vida inteira.

Quando você aceita atravessar esse curto período de desconforto, algo muda para sempre.
Você não aprende apenas a sair de uma relação ruim.
Você aprende a não entrar novamente no mesmo lugar.

Você deixa de negociar a própria dignidade.
Deixa de se contentar com migalhas.
Deixa de chamar de amor aquilo que só existe enquanto você se diminui.

E, a partir daí, tudo muda.

As relações que permanecem são diferentes.
As escolhas são mais conscientes.
A paz deixa de ser exceção e passa a ser critério.

O solo fértil que você preparou não é só para alguém novo entrar.
É para você nunca mais se abandonar.

O que hoje parece perda é, na verdade, o início de uma vida com mais sentido.
Menos ruído.
Menos espera.
Mais verdade.

E isso não é sobre coragem momentânea.
É sobre decidir, uma única vez, que você não será mais refém.

Você não precisa estar “bem” agora. Precisa só não se abandonar.
Porque quem já se entregou tanto a alguém,
merece aprender a se entregar a si também.

“Já não preciso da aprovação
de quem não posso tocar.”

Há vínculos que acabam antes do adeus.
Quando o respeito sai pela porta, o afeto já foi pela janela.

Um dia vou te encontrar de novo. Não por acaso. Por destino atrasado.
Já não serei a mesma pessoa.
Nossas vidas estarão diferentes.
Outros caminhos, outras versões, outras cicatrizes.
Mas algo em mim ainda vai reconhecer você.

Mulheres fodas não imploram pelo básico.
O mínimo já é o ponto de partida.

Já não há disponibilidade para estar disponível

Algumas vezes o "mais" é menos, o "melhor" é pior, e o básico já é o suficiente.

Meu pequeno, você chegou há pouco tempo e já roubou o posto de homem da minha vida. Meu filho, saiba que sua mãe é completamente apaixonada por você e faria de tudo pela sua felicidade. Te amo incondicionalmente!

Aquele que chora ao ouvir sobre o Deus verdadeiro, já entendeu o que é o amor.

Teoria da Segregação Ambulatória Temperada


A pena, destituída de efetividade prática, já não cumpre as funções que a doutrina tradicional lhe atribuiu. Não ressocializa, não intimida, não neutraliza e tampouco protege adequadamente a sociedade.
Diante desse quadro dramático, emerge como resposta teórica e provocação necessária a Teoria da Segregação Ambulatória Temperada, desenvolvida pelo professor mineiro Jeferson Botelho, como ruptura crítica com o encarceramento meramente simbólico e falacioso.
Tal teoria parte do reconhecimento honesto de que o confinamento, tal como estruturado, limita-se a segregar corpos, sem impedir que o criminoso continue a delinquir — seja em liberdade formal, no regime aberto, seja a partir do interior das próprias prisões, que se converteram, não raras vezes, em verdadeiros quartéis-generais do crime.

"Quem nunca pensa em depender, já depende da própria ilusão."

Muitas vezes, aquilo que você tanto busca, já estava contigo desde o início.

Você é o diamante mais brilhante que já existiu, amo quando você é a verdadeira você comigo, amo cada resmungão, cada sorisso lindo que só você tem, amo cada curva do teu corpo, amo ouvir cada palavra que dá sua boca sai, nunca existiu outra pessoa neste mundo que conseguisse ter 100% da minha atenção, mas você, é impossível não te dar tudo o que tenho.

Você pode dizer que já ficou para trás pode até esquecer dizer que não importa mais, mas teu passado se lembra, o teu passado não esquece.