Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
-Lá vem ela, toda prosa, s em olhar pros lados de sapato baixo sem querer incomodar... Ei moça,aquele vestido VERMELHO é de "Quem" diz que é acobertando o seu CORPO Escultural que vem e DOMINA sem deixar se DOMINAR ela assassina com o OLHAR...
- "Aquele Vestido Vermelho"-
E então o que falar?
Não consigo explica.
Então como vou dizer?
pois não consigo descrever.
Essa forçar que queima e refrigera
que prende e liberta, tranquiliza e amedronta.
Aiiii... Dois anos completos, nosso namoro se consolidou, a cada dia mais apaixonado por ti estou.
Te amo pequena!
Entre as flores, que você seja a mais bela, com seu aroma raro; o perfume de todas elas, que seja a beleza de todas; no meio da imensidão do jardim, o jardim das flores; com suas luzes e cores.
A lá Romana,
De curvas insana,
Loira linda vestida de dama,
Desejo te despida na cama,
Sensualidade sem drama,
Sua pele que queima me inflama,
Lábios molhados que chama,
Entorpece meus olhos com sua beleza, alucina.
Os vinte anos remetem ao fim da mocidade
Inicia-se um ciclo escorregadio, o prêmio marcado pela idade
Tem marcas mais profundas, o deleite de uma esperança
Calada tão cedo por uma política de amargas alianças
Meu país não é meu lar
Não me restam forças, inda na mocidade, para lutar
Essa profundeza de abismo coberta por purpurina
Não engana minha mocidade, trágica euforia
Ser não mais nova
Ser inda não velha
Resistir para que os versos em mim resistam
Insistir para que as saudades em mim não consistam
Com o eterno esperar
Olhos de alma inquieta
Tão só, naufragada
Refugiei-me em ilusões incertas
Sonhei como marinheiro, a espera da alvorada
Vinte anos, o nada
Bilhões de anos, astrais
De que me valeria a estadia
Se a alma não regozija? Se a alma não tem paz?
E de que valeria a paz
Se só se mostra ela presente
Ao término do ciclo
Da vida intermitente?
Se tantos sonhos ainda sonho
Se tantos versos não sou mais capaz de compor
Por onde anda o sonho de marinheiro
Que um dia em meu peito desabrochou?
Se puder, eu, enfim, ser borboleta
Sem rumo, vagar entre flores do equinócio primaveril...
Por que não veneramos também as mariposas
De vidas noturnas, outonais de abril?
Se tantos sonhos já desisti de sonhar
Por que ainda é latente no peito
O esboço do desejo
Da eterna desventura?
Eu quero me calar
Eu quero gritar aos mares
Para a moça bonita que passa
Que traga a vida na morte
A resposta inconstante
De como se navega para o norte
Fatigada dos sonhos
Do deixar de sonhar
Alçar os céus no prumo da borboleta
Nos ventres da mariposa, repousar.
DELÍRIO
Acima da cintura, ela é toda cetim púrpura, luminescências das lantejoulas, marfins no colo. O redondo do violão guarnecido por um vermelho-escarlate, figurinhas de melancias, caranguejos e moluscos. Suas pernas estão em matizes caribenhos: esverdeados-mares. As pontinhas das orelhas adornadas por duas açucenas, as maçãs são manjares-turcos e o queixo um caracol estático.
Isso é porque falo somente da pele!
Ela ama os contrastes do entardecer, as danças na chuva e as nuvens que parecem com algodão. Ela ama os braços abertos, as pernas pro alto, os papos cabeça, o olhar curioso e sua capacidade de sempre recomeçar... Ela ama ser quem ela é, sem nenhum motivo para ter de lhe explicar!
Três máximas da vida: Jesus não agradou a todos, a política nunca agradará o povo, um homem jamais agradará sua mulher.
O intelecto das mulheres se manifesta como perfeito domínio, presença de espírito, aproveitamento de toda vantagem. Elas o transmitem aos filhos, como sua característica fundamental, e a isso o pai acrescenta o fundo mais obscuro da vontade. A influência dele determina, por assim dizer, o ritmo e a harmonia com que a nova vida deve ser tocada; mas a melodia vem da mulher.
Ela derrubou os empecilhos que impediam certas portas de serem fechadas. Abandonou os vidros remendados de uma coleção de cacos, as gambiarras inseguras criadas ao longo do tempo, quadros que nunca se endireitaram nos departamentos e seus esconderijos. Esconderijos que podiam ser arrastados e desmontados, pois eram como castelos de areia. Ela balançou todos os pilares que encontrou pelo caminho para acordar a vida e, enfim, escreveu uma nova história, deixando de ser plebeia para se tornar a rainha do próprio destino.
Sei muito bem para onde sigo,
para que, porque e muito mais,
não gosto de brincadeira comigo,
levo a vida a sério e em paz !
A beleza está na distinção do traçado. Que sejam originais as medidas, a originalidade é o plano natural: testosterona formoseia os homens, e a progesterona e estrógeno, as mulheres. Há adultério nas doses erradas!
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