Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Eu sou livre para imaginar, sentir, falar, amar, viver, fazer e ser o que eu quiser. A verdadeira liberdade está nas minhas escolhas, e o único limite é o que eu me imponho. A vida é moldada pelas decisões que tomo, e eu sou capaz de criar a realidade que desejo, sem restrições externas.

Meu corpo é um empréstimo temporário da natureza; a alma sou eu.

Eu sou o amor vivo aqui dentro.

Quando chamo alguém de ignorante, o ignorante sou eu, por não entender direito aquele que eu julgo ser ignorante.

Dentro da minha cabeça, a única pessoa que consegue me ajudar sou eu mesmo.

"Eu sou aquilo que você quer que eu seja."

O sentimento me guia,
A mente me controla,
A alma sou eu escolhendo.

Eu sou essa sensação de realidade vivo dentro desse corpo.

Eu sou essa sensação de paz;
A angústia é apenas quando nego quem sou.

Eu sou a ação do sentido que eu crio.

Não sinto falta do que eu fui, nem do que serei, pois minha falta é do que sou, da minha presença hoje, e hoje não tenho falta, pois no bem ou no mal, eu estou sempre presente comigo mesmo.

Eu sou tudo o que eu deixo, não sou nada do que eu guardo.

Sou rico daquilo que eu deixo para o mundo, sou pobre daquilo que eu guardo para mim.

Eu sou a vida eterna em corpos temporários.

Dentro de mim, vive o bem e o mal; o mal sou eu negando a mim mesmo; só eu posso me libertar do mal, me aceitando viver do jeito que eu sou.

Metáfora:
Eu sou a energia (vida) dentro dessa lâmpada (corpo); a lâmpada queima (morre), eu continuo sendo energia (vivo).

Eu sou a ação de tudo o que eu falo, expresso, faço.

Sou mãe, vou proteger os meus filhos seja do que for, eu sempre vou estar aí 😊

Vem, meu anjo. Eu chamo no silêncio que me veste,
Não com a voz, mas com a dor que me consome.
Sou um naufrágio à espera da maré celeste,
E em cada lágrima, sussurro o teu nome.
​O amor que arde em mim não é brasa, é ruína;
Um fogo que devora, mas não aquece.
Se és a salvação, por que a sorte é tão mesquinha
E me oferece o céu apenas quando anoitece?
​Eu te construí no altar da minha insônia,
Um relicário de promessas e prantos,
E agora, sem teu toque, sou só a autonomia
De um coração quebrado em mil recantos.
​Vem, meu anjo, venha me salvar da queda
Que me separa do calor do teu abraço.
Sou o drama vivo, a tela despedida,
Que implora pelo brilho do teu traço.
​Chega de manso e rasga esta mortalha de saudade.
Pois sem o teu olhar, sou apenas sombra fria;
A melancolia veste o manto da verdade:
Viver é te esperar em eterna agonia.

Minha vida perdeu o norte sem você. Eu entregaria tudo o que sou e o que ainda pretendo ser apenas para te ver cruzar aquela porta novamente.