Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Eu tô me livrando de tudo que me incomoda, de tudo que me faz mal. Eu quero renovações, recomeços. Quero ideias novas, sentimentos novos, pessoas, sorrisos e lembranças novas. Não quero mais nada que me faça voltar ao que ficou, ao que sobrou, ao que não me convém mais. Chega de passado. De rostos conhecidos, de sentimentos vencidos… chega; Tenho urgência de me sentir novo.... com certeza!
Quando penso em você e eu e no que nós compartilhamos, sei que seria fácil para outros desconsiderar nosso tempo juntos como um simples produto dos dias e noites passados à beira mar, uma "aventura amorosa" que, a longo prazo, não iria significar absolutamente nada. É por isso que eu não conto às pessoas sobre nós. Elas não entenderiam e eu não sinto necessidade de explicar, simplesmente porque meu coração sabe o quanto foi real. Quando penso em você, não posso evitar um sorriso, sabendo que você me completou de alguma forma. Eu te amo, não só por agora, e eu sonho com o dia em que você me pegará nos braços novamente.
Eu fico feliz por ninguém conseguir ver o que eu vi em você, até porque seria chato, tanta gente apaixonada pela pessoa que eu amo…
Todos acham que eu falo demais, e que ando bebendo demais.. que essa vida agitada não serve pra nada, andar por ai, bar em bar!
Se você tivesse chegado antes, eu não teria notado. Se demorasse um pouco mais, eu não teria esperado. Você anda acertando muita coisa, mesmo sem perceber. Você tem me ganhado nos detalhes e aposto que nem desconfia. Mas já que você chegou no momento certo, vou te pedir que fique. Mesmo que o futuro seja de incertezas, mesmo que não haja nada duradouro prescrito pra gente. Esse é um pedido egoísta, porque na verdade eu sei que se nada der realmente certo, vou ficar sem chão. Mas por outro lado, posso te fazer feliz também. É um risco. Eu pulo, se você me der a mão.
Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem.
Todo o bem que eu puder fazer, toda a ternura que eu puder demonstrar a qualquer ser humano, que eu os faça agora, que não os adie ou esqueça, pois não passarei duas vezes pelo mesmo caminho."
Não é que eu veja o que outros não vêem;
Muito menos sinto o que os outros não sentem.
Eu apenas vejo o que os outros não sentem;
E sinto, o que os outros não vêem."
Eu aprendi que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Que posso ir além dos limites que eu próprio me coloquei.
Que eu preciso escolher entre controlar meu pensamento ou ser controlado por ele.
Eu aprendi que a palavra "amor" perde o seu sentido, quando usada sem critério.
Que certas pessoas vão embora de qualquer maneira; que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que eu acredito
Depois de perceber que não daria certo, eu passei todos os seus verbos pro passado: gostava, amava, queria. Guardo o presente pra nova paixão que surgir e pro futuro eu deixo um espaço em branco, caso alguém queira completar.
Tenho confundido 'eu' com 'nós'. Mas essa confusão só me acontece porque eu tenho certeza de tudo que eu sinto.
porque, há muito, eu erro a mão. a dose. esqueço a receita do equilíbrio. o quanto uso das partes que brigam dentro de mim. há muito, eu me confundo. porque metade não tem medo e levanta os braços, na descida da montanha-russa. olhos abertos, enquanto outra acha melhor enfrentar a queda com as mãos na barra. segurando forte. espremendo os dois olhos, fechados, desde o começo do percurso. metade prefere brincar na beira da praia. no raso. enquanto outra não vê problemas em pular dezenas de ondas e nadar onde a pequena bandeira vermelha, agitada pelo vento, avisa sobre o risco. sobre o possível afogamento. porque, há muito, eu erro a receita do equilíbrio. uso a parte que não deveria na hora em que não poderia. me confundo com as metades que brigam dentro de mim. porque parte acelera na estrada, no momento da curva fechada. pé direito até o fim, enquanto outra freia, bruscamente, ao ver a primeira placa. seta torta, avisando sobre o perigo. metade não suporta a burrice, a pequenez, a lerdeza. outra, sempre calada, tolera a banalidade. engole a ignorância. convive com a mediocridade. há muito, eu erro a mão. a dose. me confundo com o que devo usar. porque metade briga. explode. dedo apontado na cara, enquanto outra se recolhe, quieta, debaixo da cama. no quarto fechado. no tudo escuro. metade berra. outra sussurra. tenho uma parte que acredita em finais felizes. em beijo antes dos créditos, enquanto outra acha que só se ama errado. tenho uma metade que mente, trai, engana. outra que só conhece a verdade. uma parte que precisa de calor, carinho, pés com pés. outra que sobrevive sozinha. metade auto-suficiente. mas, há muito, eu erro a mão. a dose. esqueço a receita do equilíbrio. me perco. há dias em que uso a metade que não poderia. dias em que me arrependo de ter usado a que não gostaria. porque elas brigam dentro de mim, as metades. há algumas mais fortes. outras ferozes. há partes quase indomáveis. metades que me fazem sofrer nessa luta diária. Não deixar que uma mate a outra.
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