Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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Se você está em um relacionamento sério ou não, ninguém precisa saber. Pois já diz na Bíblia: "O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar". (1 Pedro 5:8) Já parou pra pensar que tomar reconhecimento diante dos homens não serás reconhecido diante de Deus? Então viva para Deus, cuide primeiro do seu relacionamento com Deus, esse relacionamento sim é mais importante do que qualquer outro.

E tu diz que vai fumar um cigarro para espantar a nostalgia e quando vê já se foi um maço inteiro.

RECICLAGEM
quém já viu um catador passando nas lixeiras nunca dis um bom dia pra ele mas não sabem o que ta frenquentando no dia-a-dia, mas eles sabem o quanto lixo é prejudicado
para a sociedade.
pence nisso colabore com o pessoal da reciclagem, e o planeta agradesce.

Quando você busca algo com tanta ansiedade e para isso tem que anular o que já havia construído com tanto amor, cuidado, pare e pense antes de prosseguir...

Não vou pro cinema pra assistir filmes de drama baseados em fatos reais, de realidade e drama, já basta o meu.

Já desci até o chão e fiquei por lá
Já apontei o dedo na cara de gente folgada
Aprendi a dizer não sem recuar
Já dormi até as 4 da tarde sem querer acordar...
Já jurei ir embora pra sempre
Mas eu vou voltar...

Faça o que quiseres amor...Só preciso estar aqui pra poder te olhar...Isso me basta...Já te amo sem pedir nada em troca.

Já fingi que estava doente para faltar à aula e assistir televisão durante a manhã inteira, pixei muros, quebrei janelas de vizinhos e corri pra de baixo da cama. Dancei em aniversários de 15 anos e curti à beça. Tive várias crises de bronquite na infância, com a mesma freqüência com que amei e "desamei" meus amores imaginários. Fugi de casa e voltei antes do meu programa favorito começar. Dei os nomes para os oito cachorros e os dois papagaios que tive e que ficaram comigo menos de um mês cada. Cantei durante tardes inteiras as mesmas músicas. E senti uma felicidade intensa quando ouvi minha sobrinha pronunciar meu nome pela primeira vez. Já fui mandado para fora da sala sem ter culpa de nada e tendo culpa também (e essas foram muitas). Tirei nota baixa e levei "bomba". Discuti com minha professora de matemática porque achava ela uma chata, mas hoje percebo que eu não fui tão legal quanto pensei que tivesse sido. Eu falei: "tipo assim", "então" e "né" em cada frase pronunciada. Me apaixonei por minha melhor amiga do parquinho e acho que ela também se apaixonou por mim e ambos nos apaixonamos pelos personagens do filme Um amor para recordar (foi um barato!). Curti "pakas" Legião urbana, chorei com minha turma ouvindo Vento no litoral, Giz e Hoje a noite não tem luar e pulei ao som de Vamos fazer um filme, Faroeste caboclo e Eduardo e Mônica. Já quis aprender a tocar violão, piano, sax e bateria. Já quis aprender a falar inglês, espanhol e alemão e essa fase ainda não passou, mas decidi primeiro rodar um pião, soltar uma pipa e encher um pote de bolinhas de gude. Vivi a emoção de passar no vestibular e a frustração de não conseguir enfrentar até o fim a facu. Senti falta da velha escola. Fiz a lista do primeiro dia do ano, aquela das cem coisas que você não pode deixar de fazer, refleti sobre a vida em meus aniversários. Já decidi meu futuro pelo menos umas mil vezes. Tentei mudar, acho até que melhorei, mas eu sou assim. Escrevi um livro. Plantei uma árvore. Perdi a chave de casa, perdi amigos, oportunidades, perdi a vontade de tudo! Mas logo em seguida dormi e quando acordei quase tudo pareceu estar no mesmo lugar. Passei noites inteiras navegando na internet e assistindo filmes sem graça, daqueles que quando terminam você diz: - Não acredito! Decidi conquistar a garota dos meus sonhos, eram quase quatro da manhã, liguei para dizer que te amo - eu disse - mas acho que ela não me ouviu. Já quis fazer uma tatuagem e já morei sozinho. Já senti aquele frio na barriga. Esperei o telefone tocar. Caí na gargalhada no ônibus, em reuniões e em outros lugares muito impróprios lembrando de situações vividas. Já passei pelo mico de estar no cinema com duas amigas e ouvir um monte de "psiu" e "silêncio, por favor," eram para elas chorarem mais baixo. Ganhei uma farda, parei com a bola. Ouvi uma música e li uma frase e pensei em alguém. Já tive um grande amor, e por amor eu sorri, chorei, zanguei, dei o meu melhor, por amor eu abri mão. E depois tive que começar tudo do zero, de novo. Virei um dia no bar, chega fiquei mole, era bebida pra lá e pra cá, mas esse bico de garçom definitivamente não era pra mim. Fiz melhores amigos. Conheci novos lugares, novos estilos musicais, novas maneiras de ver a vida. Arrumei um emprego, abri minha própria empresa e decidi ganhar menos para dar mais as pessoas que estão ao meu lado. Fiquei triste por descobrir que uma pessoa não acreditou em mim, mas tudo bem, eu também não acredito em todo mundo. Tentei aprender a cozinhar e é claro minhas visitas adoram quando eu ligo para pedir pizza ou qualquer coisa que já venha pronta. Tentei ler um jornal inteiro, mas fiquei entediado. Fui acampar em turma, viajei só, vi o pôr-do-sol e percebi quanto tempo perdi apenas admirando a lua. Vi uma estrela cadente e consegui fazer um pedido. Já apostei a última ficha e perdi e isso aconteceu mais de uma vez. Me arrependi de coisas que fiz e de tantas outras que eu devia ter feito. Estive em situações nas quais agi e me senti um idiota, um burro. Um dia acordei me achando o homem mais lindo do mundo, mas ai olhei no espelho e percebi, que bobagem! Não tentei muitas coisas por medo de não conseguir e já tentei outras até demais. A razão sempre foi minha única esposa até eu descobrir que a vida é curta demais para casar-se com uma só. E quase sempre quando vou fazer a limpeza do meu quarto, coisa que eu quase nunca faço encontro rascunhos de sonhos e projetos que por um ou outro motivo foram deixados pra trás, então com coragem e entusiasmo os levo para minha oficina da realidade. E quando me perguntam se eu passaria por tudo isso de novo, respondo: - Não desistiria da casa na árvore.

Não vou falar que nunca me iludi nessa vida, claro que já.
O lance é sempre ter disposição para acordar quando chega a hora.
As vezes as pessoas se tornam duras, pois acordam muito cedo.Ou preferem ficar dormindo, e quando acordam, já se faz tarde. De toda forma há um risco a se correr...
Mas, esse é o preço pago por saber das coisas
Dizem por ai que quem sabe pouco sofre menos.
Creio que de uma certa forma isso é verdade.
Quem não sabe não sofre tanto.
Até porque nós seremos julgados conforme os nossos conhecimentos.
Não sei ao certo se isso me conforta.

Só quem já teve um dragão em casa pode saber como essa casa parece deserta depois que ele parte.

Alguém no dia de hoje
Já lhe deu carinho ou amor?
Alguém lhe tratou com respeito
Ou falou do seu valor?
Se nada disso foi feito,
Não fique triste desse jeito,
Pois o ser humano esquece
E nem sempre reconhece
O valor das pessoas...


Deus, contudo, jamais irá lhe esquecer.
Ele tem um grande amor por você,
Por mais que você não o veja
E Ele fisicamente não apareça.
Diariamente,
Ele está contigo
E saiba que é o seu melhor amigo...

Vamos ser felizes hoje.
Afinal, amanhã já temos o compromisso de sermos felizes
de novo.

Minha maior verdade é o seu amor, pois ele já se tornou meu vício, se tornou parte de mim, se tornou como minha respiração, ou seja, você é tudo pra mim. Não existe vida ou pensamento sem uma verdade, não existe ser humano sem amor, não existem pessoas sem vícios. Ninguém vive sem respirar, então a conclusão que chego é que você é tudo que preciso, para viver, para sobreviver e para ser feliz. A cada dia pode aparacer um novo obstáculo nossas vidas, nos fazendo cair e pensar: “é o fim?” mas o tempo nos mostra como se levantar e como seguir em frente, mas o melhor disso tudo é que o tempo mostra minha necessidade de me levantar ao seu lado amor e isso é precioso, pois só estamos a cada dia mais ligados um ao outro.

De súbito sabemos que é já tarde.

Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos. Que não será aqui a nossa festa.

De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos. De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos. A solidão deixou de ser um nome apenas. Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói. Dói tanto! E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor, e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.

Temos de ter, necessariamente, uma alma. Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?

Rimos e sabemos que não é verdade. Falamos e sabemos que não somos nós quem fala. Já não acreditamos naquilo que todos dizem. Os jornais caem-nos das mãos. Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.

Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos. Como os outros. Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente. Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco. Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante onde temos uma herança de nobreza a receber.

O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa. Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.

E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado. Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído, uma vontade grande de não mais ter medo, o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda. E perguntar o caminho.

Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos, de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos. E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos. As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo. Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.

E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas que fizemos e tínhamos tentado esquecer. São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras, que se agitam numa dança animalesca. Não as queremos, mas estão cá dentro. São obra nossa.

Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece, mas sabemos que também isso é um ponto da viagem e que não nos podemos deter aí.

Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas. Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início. Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate. Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir… Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons. De complicar a vida. De dar até que comece a doer-nos.

E, depois, continuar até que doa mais. Até que doa tudo. Não queremos perder nem mais uma gota de alegria, nem mais um fio de sol na alma, nem mais um instante do tempo que nos resta.

O amor não é algo que já nasce grande. Ele é um sentimento que cresce a cada dia, aumenta com cada gesto, cada palavra, cada atitude...

Já é mais tarde do que você imagina. Não perca os momentos bons que a vida está lhe oferecendo enquanto você se encontra sobre o abismo.

Rubem Alves

Nota: Em: “Arroz com feijão...” – Extraído do livro “Concerto para corpo e alma" – Página 77 – Editora Papirus – Campinas – São Paulo, 2012.

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A vida sempre nos surpreende.

Quando a gente pensa que já viveu tudo...
Quando a gente pensa que nada mais vai mudar...
A vida nos surpreende com um sorriso, um olhar...

Adorei te conhecer!

Algumas pessoas conseguem seguir em frente com pedras no sapato porque já não tem sensibilidade nos pés.

Já é impossível conter essa confusão que se apoderou de mim. Já não digo coisa com coisa, nem vejo a vida como um tempo atrás eu via. Minhas horas de tranquilidade não existem mais, pois até nos sonhos seus beijos e carícias me atormentam, quero e não desejo querer, posso mais não posso ter você pra mim. Lembro cada beijo, cada olhar, cada abraço, cada toque seu em meu corpo. Não sei explicar, todavia, quando estou com você, esqueço o resto do mundo, ali, naquele momento só eu e você, o mundo está deserto. Não sei explicar a mudança que se passa em mim quando chega a hora de você partir. Vem os meus medos, a minha vontade de que não me procure mais. O receio de que todos me apontem, condenem por estar ao teu lado, desfrutando de seus carinhos. Te peço perdão pelas dúvidas e pela incerteza que passam pela minha cabeça, os medos, a covardia de expor meus anseios e meus sentimentos. Sei que nunca vou te ter, mas já foi muito bom poder te conhecer e quem sabe um dia desfrutar de sua companhia, como dois bons amigos que vamos ser.

não desisto, de nada, "apenas retiro aquilo que já não tem mais serventia nem espaço no meu mundo"