Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Meu amor, você é a pessoa mais bonita desse mundo, parece exagero demais falar assim, mas eu não sei elogiar pouco, ainda mais quando é a pessoa que eu mais amo nessa vida. Você para mim é o sol do meu amanhecer e minha lua do anoitecer, quero estar do seu lado todo momento da sua vida. Tudo que eu procurei em uma pessoa, eu encontrei em você. Quem diria que uma pessoa como você tão lindo e extrovertido iria gostar de alguém como eu. Só quero dizer que a pessoa que me fez querer avançar na vida e ser mais atencioso e ativo, esse alguém é você. Te agradeço por querer estar comigo e caminhar ao meu lado, prometo do fundo do meu coração que sempre farei o possível para resolver as coisas de forma clara, sem brigas. Pois só tenho uma missão, e é de fazê-lo feliz.
Ninguém quer trocar de relacionamentos, ninguém quer desistir de ninguém, pelo menos não eu. Queremos melhorar, e que o outro melhore, queremos amar e ser amados, por quem esta ali no nosso dia a dia que nos valorize, que nos note que seja amável. Amigável, que a vida vá por um trajeto que machuque menos, que tudo se concerte e quem sabe viver o conto de fadas que todos sonham e ninguém vive: mas a questão é só queríamos que tudo se acertasse e se moldasse a melhor caminho, sem ferimentos que vai se fragrimetando por anos e no fim não sobra nada de nós mesmos a não ser um raso adeus.
Eu tento não mostrar o que sinto por você,
mas toda vez que estou no mesmo lugar que você,
meu coração parece um barco em meio à tempestade,
agitado… como se a qualquer momento pudesse naufragar.”
Agosto chegou.
E ontem eu encerrei um ciclo que prometi pra mim mesma: um ano inteiro de autoconhecimento.
Um ano mergulhando em mim, em silêncio, com dor, com amor, com verdade.
Agora começa outra fase.
Uma fase mais madura, mais firme, mais alinhada com quem eu realmente sou.
Meu inferno astral começa dia 17.
Mas eu não tenho medo dele.
Porque quem viveu o que eu vivi nos últimos meses já enfrentou coisa muito pior.
Não vai ser o inferno. Vai ser a limpeza.
A peneira.
A lapidação.
E se você tá lendo isso, talvez também esteja sentindo que algo precisa mudar aí dentro.
Esse texto é só um lembrete: você pode recomeçar. Você pode ser outra.
Basta decidir.
Meu novo ciclo já começou.
E eu tô pronta.
Sem máscara. Sem jogo. Sem medo.
Só com verdade.
Obrigada por estar aqui.
Vocês fazem parte disso.
Cada story que você viu, cada produto que você comprou, cada silêncio que me sustentou.
Gratidão real.
O ciclo da nova Diane Leite começou.
Autoria: Diane Leite
Há um instante em que a vida pede firmeza — e eu atendo.
Não por força bruta, mas por consciência. Eu avanço sabendo exatamente o que pertence às minhas mãos e o que já não precisa mais ser carregado.
O que está ao meu alcance, eu construo com precisão.
O que ultrapassa meu limite, eu libero com maturidade.
Essa combinação cria um caminho limpo, lúcido, onde cada escolha tem peso e cada passo tem destino.
Sigo em frente com uma calma que não é passiva — é soberana.
É a serenidade de quem enxerga além do óbvio, de quem percebe sinais, de quem entende que a vida responde mais à vibração do que à insistência.
E, enquanto avanço, algo em mim se expande:
a força que organiza o caos,
a intuição que filtra o que não serve,
e a disciplina que sustenta o que importa.
Não preciso controlar o mundo — só a mim.
E quando faço isso, o universo se rearruma ao redor.
Eu escolho ir adiante.
Escolho o que me fortalece.
Escolho soltar o que me prende.
Porque o futuro se abre para quem caminha com clareza, coragem e silêncio interno.
E eu já estou na trilha certa.
COISAS QUE PARA MIM SÃO IMPORTANTES NAS RELAÇÕES
Amor-próprio é meu ponto de partida.
Eu não entro em nenhuma relação para ser salva, completada ou reparada.
Eu já me basto — e é justamente por isso que só escolho vínculos que honram quem eu sou.
Verdade é essencial.
Transparência me preserva, coerência me aproxima.
Gosto de quem fala claro, sente claro e vive claro.
Caráter não é detalhe, é fundamento.
Caminho apenas com quem honra o que promete, respeita limites
e entende que dignidade não é negociável.
Profundidade é necessária.
Conversas que expandem, que tocam, que iluminam.
Não tenho espaço para superficialidade — minha alma pede densidade leve e consciente.
Presença limpa.
Sem vícios, sem fugas, sem dramas repetidos.
Quero quem esteja inteiro, não quem peça resgate emocional.
Reciprocidade verdadeira.
Não precisa ser espelho — precisa ser justa.
Minha entrega é inteira, mas não ultrapassa meu amor-próprio.
E, acima de tudo, paz.
Relações que respeitam meu silêncio, meu foco, meu ritmo.
Eu escolho o que me soma, o que me eleva e o que conversa com a mulher que venho me tornando.
Manifestação com Propósito
Durante muito tempo, eu acreditei que manifestar significava conquistar: alcançar metas, obter reconhecimento, acumular resultados visíveis. Mas, ao longo da minha própria jornada, compreendi algo essencial — a verdadeira força da criação não nasce do ego, mas do alinhamento entre quem eu sou, o que desejo e o impacto que gero no mundo.
Manifestar com propósito é ir além do material. Não porque o material seja errado, mas porque ele é insuficiente quando não está conectado a um sentido maior. Carros, cargos e conquistas perdem força quando não dialogam com a missão de vida. O propósito atua como uma bússola interna: ele organiza escolhas, sustenta a persistência e dá coerência às ações mesmo quando os resultados ainda não são visíveis.
Percebi que meus desejos se tornaram mais potentes quando deixaram de ser apenas pessoais. Quando aquilo que eu buscava passou a tocar outras vidas, algo mudou na dinâmica da criação. Existe uma sinergia poderosa quando o desejo individual se une à intenção de contribuir. É como se a energia deixasse de ser dispersa e se tornasse direcionada. Não é magia — é coerência.
Vi isso claramente em histórias ao meu redor. Pessoas que buscavam sucesso, mas só encontraram verdadeira expansão quando alinharam suas habilidades a uma causa. Quando o “quero vencer” se transformou em “quero servir através do que faço”, o crescimento deixou de ser forçado e passou a ser sustentado. O sucesso, nesses casos, tornou-se consequência, não obsessão.
Passei então a mapear meus próprios desejos. Perguntei a mim mesma, com honestidade: como isso que eu quero melhora o mundo ao meu redor? Nem sempre a resposta veio pronta. Às vezes, veio em forma de desconforto. Outras vezes, como silêncio. Mas foi nesse processo que encontrei clareza.
Escrever tornou-se uma ferramenta fundamental. Ao colocar pensamentos no papel, padrões começaram a surgir. Descobri que muitos desejos não eram meus — eram expectativas herdadas, pressões sociais, metas emprestadas. Questioná-los gerou medo. E entendi: o medo não era sinal de erro, mas de crescimento. Sempre que mudei de direção de forma consciente, atravessei um período de instabilidade antes da expansão.
A conexão com meus valores foi o que me ancorou. Amor, empatia, liberdade, verdade — quando minhas escolhas estavam alinhadas com esses princípios, o corpo relaxava, a mente clareava e o caminho se tornava evidente. Vi isso refletido também em projetos e negócios: quando um sonho nasce conectado a valores reais, ele se transforma em abrigo, ponto de encontro, espaço de pertencimento.
Manifestar, para mim, deixou de ser um ato de pedir ao universo e passou a ser um compromisso diário de coerência. Uma escuta constante entre intenção, ação e impacto. Quando valores e aspirações caminham juntos, cria-se uma harmonia interna — uma espécie de melodia silenciosa que sustenta decisões e fortalece a capacidade de gerar mudanças duradouras.
Resumo da lição: a manifestação se torna um verdadeiro milagre quando eu deixo de perguntar “o que eu posso ganhar?” e começo a perguntar “como o meu sonho pode servir ao mundo?”. É nesse ponto que o desejo amadurece, a ação se fortalece e a criação encontra propósito.
Pequenino eu
Demétrio Sena - Magé
Ninguém nem tente me comover com clichês. Nem com as grandes produções direcionadas à comoção específica ou coletiva. Chantagens emocionais não me compram. As comoções produzidas não me arrebatam. A minha concepção de milagre opera silenciosamente; à meia luz. Minha cura pode ser a força de quando serei desenganado. Meu prodígio não grita; sussurra. Prefiro me pautar pela humildade passiva da esperança, a ser arrastado pela arrogância saltitante da fé que a teologia da grandeza e do sucesso tornou pop. Levou pros palcos... pros estádios.
Ainda que Deus Exista, e pode até ser, não é a Ele que pretendo chegar, e sim, ao mais profundo, inusitado e pequenino eu que mora dentro de quem eu julgo ser. Compreender o significado da própria insignificância seria o ato mais grandioso e sublime da minha baldeação nesta vida... na viagem para não sei qual plano do universo, em suas naturezas física e gasosa. Não me ofereça uma religião... não tente vender para minha carência um suposto plano pós-morte cujas letras miúdas perderam a vergonha e se tornaram garrafais na exposição da fraude.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
Eu acredito que a gratidão seja a prece preferida de Deus, porque independente da religião todos usam.
Eu quis ser um pai diferente!
Mas ninguém me disse que ser diferente seria assim, difícil. Tem dias que acho que não fiz o suficiente!
A solidão é um espelho que reflete não a ausência do outro, mas a imensidão do próprio eu.
(LilloDahlan)
Não costumo bajular ninguém. O que eu faço é orar, pois creio que, se houver arrependimento sincero, até para quem foi injusto Deus tem toda a sua misericórdia.
A superação começa exatamente onde eu encontro o meu limite, e é ali que ele se transforma em degrau para o meu progresso.
CHEIRO DE AMOR
Ah, se eu pudesse... meu amor...
Quiser-te-ia, meu doce, que viesses no espelho,
ou desenhado com meu batom vermelho,
ou esculpido na pedra do amor,
em cada canto, em cada lugar por onde eu for...
Ah, se eu pudesse... meu tacere...
“Dir-te-ia, meu ardere: – ‘Minha alma se agita no peito, te busca, pois é por direito."
Tuas dúvidas a transpassam e a ferem,
mas és o sol que o deserto prefere."
Dir-te-ia mais, mas apenas em presença: – ‘Amo-te tanto, muito além do que pensas; “...e dói, e corrói tua ausência,
o silêncio da arte e o encanto da tua eloquência, tua lucidez, tua sapiência...”
Ah, se eu pudesse... minha impotência...
Amenizaria tua veemência, mas a discrição faz parte da minha essência,..., eu, tu, Deus e os jugos dos escrutínios dos olhares que impõem a decência.
Ah, se eu pudesse... meu singular...
Dir-te-ia muito mais, em versos e cânticos: – "Não deixemos a vida passar, como as areias que se desfazem das ondas do mar."
Ah, se eu pudesse... meu fagueiro...
Confessar-te-ia no luzueiro: - “Minha ânsia fora enlaçar-te, aspirar-te, até que me saciasses quando te aproximaste… Como se cada suspiro pudesse apaziguar-me o desejo. Contudo, a cada arrepio, sinto teu aroma, teu cheiro.”
ROSIMARA SARAIVA CAPARROZ
Um olhar diz tudo. Mostra força, fraqueza… Mas o seu, mostrou que o que eu mais queria estava diante dos meus olhos.
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