Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum

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As pessoas muitas vezes não possuem o que eu tenho porque lhes falta força, determinação e verdadeira vontade de viver. A busca pela felicidade vai além do desejo, é um compromisso diário com a paz de espírito e o amor para com o próximo. O respeito, que é fundamental nas relações humanas, é parte essencial da vida e da convivência harmoniosa. Cultivar esses valores é o que nos ajuda a superar desafios e a construir um caminho de realizações e significado. A verdadeira felicidade não está em coisas materiais, mas sim na forma como escolhemos viver, amar e respeitar. A determinação é o que nos impulsiona a continuar, mesmo quando a vida apresenta obstáculos, e a vontade de viver é a força que nos conecta com o presente e nos faz valorizar cada momento. Quando aliamos essa força interior ao respeito pelo outro, criamos um ambiente de paz que reflete a felicidade verdadeira.Viver com amor e respeito não é apenas um ideal, mas um exercício diário de coragem e humildade. É através dessas atitudes que encontramos sentido e plenitude, transformando cada experiência em aprendizado e cada desafio em oportunidade para crescer.

Ela não me deixa, mesmo que eu queira fugir,
sussurra verdades que me fazem sentir.
No silêncio profundo, onde o eco é vilão,
encontro na solidão a minha mão. Entre sombras longas e o vazio sem fim,
ela é minha sombra, meu próprio jardim.
No duelo calmo, no peito, na mão,
estou de mãos com a minha solidão.

Você insiste em me agradar,
dizendo sobre mim coisas tão bonitas,
como se eu fosse algum farol perfeito
iluminando todos os teus dias.
Mas não sou tudo de bom que você fala —
sou feito de falhas, de medos, de cicatrizes
que o tempo não apagou.


Ainda assim, quando você me olha,
parece enxergar além do que eu sou,
como se visse em mim um alguém
que eu mesmo não encontro.
E é nesse teu jeito de me ver
que descubro o amor:
não por me tornar perfeito,
mas por ser aceito exatamente assim,
imperfeito e teu...

Nem em pensamentos você está em minha vida
Nem em pesadelos loucos, nem em sonhos distorcidos
Eu sei, podem pensar que é injusto
Mas é o meu pensar, é o meu caminho


Não é dor, é livramento
Não é prisão, é liberdade
Ignorância ou orgulho, pouco importa
Eu sigo sem tormento, sigo em verdade


Chamam de absurdo o meu silêncio
Mas é nele que encontro paz
Não preciso da sua presença
Minha alma enfim se desfaz


Não é dor, é livramento
Não é prisão, é liberdade
Ignorância ou orgulho, pouco importa
Eu sigo sem tormento, sigo em verdade


Ponte
Se pensam que é loucura
Eu chamo de renascer
Na ausência encontro cura
Na distância, o meu viver

O gosto que tenho de você é fogo e chama,
raiva que arde sem apagar, luta que não desarma.
Eu gosto quando tudo racha, quando os ventos cortam,
porque até nas horas duras, teu rosto se mostra a pureza. Te quero em pele crua e alma despida,
na raiva, no silêncio, na dor sofrida.
Te amo com punhos cerrados, voz que não se cala,
porque o amor mais forte é o que não vacila mulher guerreira. Gosto de você no caos, na tempestade bruta,
na sombra onde a luz se oculta brilhar no teu olhar.
Nos seus defeitos e tropeços, no jeito ríspido sutil e delicado,
teu amor é um punhal — afiado, doce e carinhoso mulher livre, explícito. Eu gosto de você mesmo assim, voraz com amor feroz, sem conserto,
porque amar é revolução, um choque incerto.
No amor que tem força, que morde e quero fervente,
há doçura na guerra, há paz na corrente entrelaçados em teus abraços abraçados. Gosto do teu jeito, da tua luta, da tua fúria estreita,
porque amar é resistir, amar não é receita com você mulher.

Eu amo você do seu jeito, mesmo quando o mundo parece ruir,
mesmo quando suas tempestades me atingem com trovões e relâmpagos.
Eu gosto de você mulher — nas falhas, nas fúrias, nas horas difíceis.


O amor que sinto não é frágil, não é feito de porcelana.
É aço em brasa, é faca que corta o silêncio,
é fogo que queima sem destruir,
é guerra e paz dançando no mesmo campo de batalha.


Eu gosto de você porque sua verdade é áspera,
porque sua alma não se curva,
porque até nos momentos em que sangra,
você floresce.


E eu, feroz, te abraço com a doçura que só o amor conhece:
um carinho que morde, um afeto que grita,
um beijo que é tempestade e calmaria.


Eu gosto de você deusa do amor do seu jeito —
mesmo quando difícil, mesmo quando fraquejar,
porque amar você é aceitar o caos e transformá-lo em poesia.

Eu te dei a chave — a promessa do meu mundo,
Para entrar e ficar, viver entre sorrisos e abraços,
Ser feliz, ser amada, ser a morada mais doce. Mas você partiu — silêncio pesado,
Deixou a porta escancarada, sem palavra, sem motivo,
E eu cuidei de cada espaço onde tua ausência doía. Agora, a chave não tem retorno,
Nem o vento se atreve mais a segurar essa fresta,
Fechei a porta com o fogo da minha alma, firme e certa. Sem apego, sem arrependimento,
Que saibas: quem não valoriza o lar que ganha,
Perde a luz que poderia ter brilhado para sempre. A porta está fechada — não para trancar,
Mas para proteger o que ainda resta de mim,
Pronta para abrir só para quem queira entrar de verdade.

Eu te falei a verdade tantas vezes
que minhas palavras cansaram antes de você perceber
que o amor não é invenção, nem fantasia,
é coragem nua, é alma exposta.
Você não escutou.
Preferiu o silêncio que afasta,
a fuga que destrói,
a dúvida que corrói o que poderia ser eterno.
E agora, depois do fracasso,
tenta recolher palavras que nunca foram tuas,
memórias que não te pertencem,
promessas que não sustentaram o tempo.
Mas apesar de tudo,
meu coração ainda sabe renascer.
A esperança não é tola —
é a força que me empurra para dias limpos,
para um amor que venha inteiro,
verdadeiro, firme, sem passos pela metade.
Eu sigo em frente.
Não nego a dor, nem o que senti,
porque só quem já amou de verdade
tem coragem de recomeçar.
E eu vou viver feliz,porque eu finalmente aprendi
que a verdade que dei aos outros
é a mesma que agora escolho dar a mim.

Não peça para eu te mostrar o que vejo,
porque o que meus olhos enxergam em ti
não cabe em nenhuma explicação humana.
É um choque de luz e sombra,
um terremoto silencioso rasgando tua alma.
Eu não posso traduzir a amargura
que se esconde no breu do teu olhar,
essa dor antiga que você guarda
como se fosse relíquia,
como se fosse destino.
E também não posso te convencer
de que em cada palavra tua —
seca, dura, cortante —
mora um ódio que não é teu,
um veneno que alguém te ensinou a beber,
corroendo o que há de mais sublime em você.
Mas ainda assim… é no meio dessa fúria maravilhosa
que meu amor te reconhece.
Porque teu caos chama o meu,
teu desespero conversa com o meu peito,
e tua verdade — mesmo áspera —
me envolve como chama que não destrói,
apenas revela.
E se um dia você permitir,
eu te mostro que, por trás do teu espanto,
ainda existe um coração pedindo para amar,
implorando para viver livre e feliz,
gritando para ser salvo.
Salvar você é o mesmo que salvar o mundo
das dores que sonham felicidade.
E eu vou te salvar.

O tempo é um rio lento,
desliza sem cessar,
só vai me alcançar
se eu um dia parar.
Passos ecoam no vazio,
sombras que vão e vêm,
mas sigo meu caminho,
solitário também.
Vou desbravando as molduras desalmada,
Desenhado meus sonhos devastando pensamentos eufórico
Para eu chagar em paz no meu lar.

O que me importa
se um dia eu encontrar o que foi perdido?
Nada do que volta retorna inteiro,
nada do que partiu regressa sem feridas.
O tempo não devolve,
ele transforma.
E, às vezes, o que chamamos de perda
é apenas o peso que precisávamos soltar
para seguir respirando.
Se um dia eu reencontrar o que se foi,
quero que me encontre diferente:
mais firme, mais claro,
com a coragem de quem aprendeu a atravessar
as sombras que um dia o medo escondeu.
Porque o que realmente importa
não é recuperar o que se perdeu,
mas descobrir quem eu me tornei
no caminho entre a queda e o recomeço.

Se um dia eu reencontrar o que se foi,
quero que me encontre irreconhecível —
não mais refém dos meus próprios gritos silenciosos,
mas dono das minhas cicatrizes,
firme como uma rocha que não se quebra,
claro como o sol depois da tempestade.
Carrego na pele as marcas da coragem,
a força que nasce ao olhar de frente
o abismo onde o medo tentou me soterrar.
Não há sombra que me assombre agora,
Sou o autor da minha história,
livre para ser tudo o que um dia temi ser.

Eu não vou por ninguém — vou por mim.
Caminho na direção que minha alma aponta,
sem pedir licença, sem buscar aplauso.
Porque quem vive para agradar o mundo
acaba perdendo a própria voz.
Eu não faço pra agradar ninguém,
faço porque é minha essência,
porque carrego na pele a marca
de quem aprendeu que liberdade
não se negocia, se conquista.
E eu não posso te amar antes de mim.
Antes de oferecer o peito, eu cuido dele.
Antes de entregar o coração, eu o fortaleço.
Porque amor que nasce do abandono de si
não sustenta ninguém — apenas destrói.
Se eu escolher ficar, será inteiro.
Se eu escolher amar, será verdadeiro.
Mas nunca mais deixarei minha alma por último.
Minha prioridade sou eu —
e quem quiser caminhar comigo
precisa saber que amor não é prisão,
é parceria.
E começa sempre dentro da gente.

Eu não sei bem o quanto as pessoas dizem,
nem decifro os delírios que habitam suas consciências.
Será que a ciência, com seu farol incansável,
ainda vai revelar algum mistério?
Uma parte de mim é pura consciência;
a outra, ciência que tenta me compreender.
No sim, nasce a certeza que acende o pensamento;
no não, repousa o silêncio que insiste em nos questionar.
Assim como as estrelas, que não revelam sua beleza
a quem não levanta os olhos para o alto.

Eu ensaiei por tantas vezes, longe de você e de todo mundo,
num palco onde éramos só eu, você e o vazio que o silêncio faz.
Ali, na quietude, criei os poemas mais sinceros, feitos só pra você,
desenhando teus beijos em cada curva do meu corpo,
onde a fúria dos desejos arde como chama impossível de apagar.Mulher bonita, encantadora, maravilha que transforma meu mundo,
você é o sonho que os meus olhos não cansam de perseguir,
a melodia doce que acalma meu peito inquieto,
a razão porque cada verso é um suspiro, um grito contido.E mesmo quando a distância nos desafia, sinto você aqui,
no pulsar da minha pele, no ritmo louco do coração em festa,
porque amar você é viver o impossível sem medo,
é acreditar que entre o silêncio e o caos, só existe o nosso amor.

O que vou fazer quando eu chegar
e não sentir o calor da tua presença
esperando por mim na porta?
O silêncio da casa vai doer,
como se cada parede perguntasse por você.
O que fazer nessa hora em que o mundo parece maior,
e eu me sinto menor sem o teu abraço?
Ficar longe de você é uma ausência que pesa,
um vazio que não se disfarça,
porque é você quem me faz bem,
quem acende o meu dia,
quem acalma o meu coração.
E é nessa distância, ainda que breve,
que eu descubro o tamanho do meu sentir:
a verdade de que a tua falta ecoa,
e o meu amor por ti permanece firme,
esperando o momento de te reencontrar.

Desde o início, muitos repetem: Eu vou deixar tudo na mão de Deus, Ele sabe o que faz. Essa frase soa como um alívio, uma forma de se esquivar das próprias responsabilidades. Mas será que é realmente fé ou apenas comodismo?
É muito fácil transferir para o divino aquilo que exige esforço humano. A fé não deve ser desculpa para a inércia. A própria Escritura afirma: Quem não deseja trabalhar, não pode comer. O trabalho é parte da dignidade humana, é o que nos conecta ao propósito e nos permite construir, transformar e sustentar a vida.
Deixar tudo nas mãos de Deus sem agir é como esperar a colheita sem plantar. A fé verdadeira anda de mãos dadas com a ação. Deus dá força, sabedoria e oportunidade, mas cabe ao homem levantar-se, lutar e produzir.
Portanto, não se trata de abandonar a confiança em Deus, mas de compreender que Ele nos chama à responsabilidade. O mundo não se move apenas pela oração, mas também pelo suor e pela coragem de quem decide agir.

“Você nunca me enganou. Eu só deixei você acreditar que sim.”

Eu não tenho pressa. O que me interessa não me avexa, não me estressa: é o aqui e o agora, a Graça e a Glória. Essa é uma importante lição que aprendi com Mamãe Terra e Papai Céu. Aprendi a aproveitar o abraço de Carminha, a sombra do Juá cor verde-juazeiro, no meio da secura branco cinzenta da Mata, a fervura grata dos olhos de brasa do Gravatazeiro. Aprendi observando que obviamente toda vida e estrutura natural é construída, desenvolvida, atingida, depois de tempo muito sem fim, com bastante calma e paciência. Consciência. Não vejo a Natureza com pressa. Então por que eu teria? Criando coisas "do zero", transformando ou regenerando, Ela faz sempre o seu melhor, mas faz devagar, como canta Bob Marley. É como se a calma fosse requisito necessário para atingir o estado de perfeição e completude. Por isso, eu digo às vezes que "a pressa é inimiga da Natureza". E ainda posso dizer "se avexe não, que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada", ou o mais tradicional: quem tem pressa é ambulância. Ela é assim, faz o melhor hoje, agora, apenas com aquilo que ESTÁ disponível, para sobreviver, gerar Vida e espalhar abundância que só cabe no coração de uma Mãe.

Se eu pudesse transformar o tempo em poesia, cada mês seria um verso dedicado a você. Vou parcelar o meu amor, não por falta de entrega, mas para ter sempre um motivo bonito de cruzar o seu caminho, de sentir sua presença, de renovar em prestações suaves a eternidade que mora em nós.
A cada encontro, pago com sorrisos, juros de saudade e dividendos de ternura. E mesmo que o calendário tente nos separar em dias e semanas, eu insisto em fazer da rotina um ritual sagrado: o de te ver, te ouvir, te sentir.
Você é o crédito infinito da minha alma, a fatura que nunca pesa, o investimento que sempre rende felicidade. E se o amor é dívida, que seja eterna, porque não quero quitá-la jamais.
Assim, mês após mês, parcela após parcela, vou te entregando pedaços de mim — até que um dia perceba que já não há parcelas, porque o amor inteiro já se fez morada em você.